NOSSAS REUNIÕES
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Domingo: 19:00 - Encontro de Celebração
Quarta-feira: 20:00 - Encontro de Oração e Estudo Bíblico

Todo 1º Sábado do Mês: 19:30 - Encontro de Homens
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terça-feira, 22 de maio de 2012


Uma igreja intima de Deus

Deus sempre procurou ser intimo do homem, sempre procurou atrair o homem à Sua presença em um relacionamento pessoal e direto. Podemos ver isso em Genesis nos capítulos 2 e 3, pois Deus falava com eles diretamente, e mesmo após a queda do homem, ao comerem da fruta proibida, Deus ainda se importou em fazer vestes para eles, mostrando que mesmo assim Ele se importava com Adão e Eva e ainda procurava um relacionamento direto e sincero com o homem.
Ao pensarmos em intimidade é importante que entendamos o que é ser intimo. A palavra intimo trás por significado: que está muito dentro; que atua no interior; entranhável; e quando pensamos em intimidade logo entendemos que é o processo de trazer “algo de fora” para dentro de si, e nos casos de relacionamentos, é  introjetar, trazer para dentro, tornar intimo a relação com outro ser humano. É esse o tipo de relacionamento que Deus espera ter com o Homem!

Um exemplos bíblicos de intimidade:

Velho Testamento

Moisés é uma das figuras do Velho testamento que possuía um relacionamento intimo com Deus. Em minha Êxodo 33:7-17 relata um dos mais lindos diálogos de Moisés com Deus, onde ele se achega perante Deus como um amigo fala com outro amigo, e Moisés não se limita a isso, ele ainda pede para que Deus revelasse a Sua Glória para ele e Deus o atende (nos versículos seguintes).
Pense comigo, Deus não precisava fazer nada disso porque Ele é Deus, o Grande EU SOU, mas o Seu amor é tão grande que isso não o impediu e não o impede de querer se relacionar com o Homem, mesmo este não merecendo.

Novo Testamento

No novo testamento o homem aprende com o próprio Filho Deus, a chamá-lo de Pai (Mateus 6:9). Vemos no velho testamento que existiam apenas alguns seres humanos que podiam entrar na presença de Deus: Profetas e Sumo Sacerdotes, fora estes não havia ninguém. Todo o relacionamento do povo de Deus com o Senhor era intermediado; não havia um relacionamento intimo com Deus, apenas sinais externos.
Jesus veio trazer ao Homem uma revolução: a Graça! As obras do Grande EU SOU não eram mais externas, como o abrir o Mar Vermelho, mas Deus começou a se relacionar com o Homem no seu intimo. A visão de um deus, longe e distante foi subvertida em um relacionamento de Pai e filho.

O pecado
O que nos separa de Deus são as nossas más atitudes. Damos o nome de pecado a tudo aquilo que fazemos que tira do foco de Deus e que nos afasta Dele. Quando o pecado entra em cena ele causa uma cisão entre o Homem e o seu Criador, a exemplo do que aconteceu com Adão e Eva, e Deus sai do centro de nossas vidas. As consequências deste fato são: enfraquecimento espiritual; perda do foco no reino de deus; alexitimia espiritual (apatia espiritual); medo; angustia; falência múltipla de sonhos (os nossos e os de Deus para nós) e passamos a colher os frutos do pecado que está demonstrado em Gálatas 5: 19-21.
É necessário que abandonemos o pecado para que possamos ser íntimos de Deus, pois a Luz não tem comunhão com as trevas. Para que possamos ser íntimos de Deus também é necessário que venhamos olhar para Jesus e seguir Seu exemplo como bons e fiéis discípulos, pois como sendo Filho de Deus ele nos ensinou a sermos a sua imagem e semelhança( João 14: 8-13). Quando isso for uma verdade em nossas vidas passaremos a viver uma vida pautada nos sonhos de Deus e com isso colheremos os frutos espirituais (Gálatas 5 22 e 23), para a Glória do nome Dele.
  

Por Lucas Henrique Rosa Silva.

terça-feira, 1 de maio de 2012

A Igreja dos sonhos de Jesus!
(2ª parte)

"E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos.E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar." (Atos 2;42 a 47)

Todos que planejam construir uma casa sonham com ela. Como será dividida, a cor, a decoração, etc. Creio que Jesus também sonhou com a sua Igreja. Como ela seria, suas características principais. Falar sobre a Igreja dos sonhos de Jesus significa falar de nós mesmos, ou seja, de todos aqueles que decidiram ser seus seguidores. Nós somos a "casa" de Deus! O apóstolo Pedro declara: "
Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo." (I Pedro 2:5) Pensar na Igreja dos sonhos de Jesus é falar daquilo que ele espera encontrar em nós, e cremos que a Igreja em Atos é a maior expressão do desejo de Jesus em relação à sua Igreja. Por isso convidamos você à uma reflexão, a partir do texto de Atos apresentado acima, sobre o que Jesus sonhou para nós.
A Igreja dos sonhos de Jesus...
É marcada pela perseverança! 
O verso 42 afirma que a Igreja do primeiro século perseverava na doutrina, na comunhão, no partir do pão e nas orações. O verso 46 afirma que esta perseverança era algo unânime, ou seja, presente em toda a igreja. A perseverança sempre foi destacada como uma marca fundamental da Igreja. "Aquele que perseverar até o fim será salvo!" (Mateus 24:13) Falar de perseverança no primeiro século não era nada fácil. A Igreja vivia sob grande perseguição. Eram muitas as dificuldades para se manter firme no evangelho do Reino. Não obstante às estas dificuldades os discípulos de Jesus perseveravam, permaneciam firmes, dedicando-se completamente ao Senhor.
Jesus sonhou com uma Igreja marcada pela perseverança. Ele espera de nós esta perseverança. Também temos as nossas dificuldades hoje, nossos problemas. Mas precisamos perseverar no senhor. Isso exige de nós determinação e compromisso. Temos dito em outras ministrações que só existem dois tipos de pessoas: Os que vencem e os que desistem. Os que desistem jamais vencem, e os que vencem é porque jamais desistiram.
Em segundo lugar, a Igreja dos sonhos de Jesus...
É marcada pela comunhão!
Quando lemos os primeiros capítulos do livro de Atos ficamos impressionados com o estilo de vida dos primeiros discípulos ali apresentado. Eles viviam em plena comunhão. Estavam juntos diariamente. Ajudavam-se mutuamente. E havia alegria neste "estar juntos". 
É quase impossível para o mundo hodierno imaginar esta situação vivida pelos discípulos do primeiro século. Vivemos a era do individualismo, da privacidade e do egoísmo. Compartilhar o que temos e considerar nossas coisas como sendo de uso comum está quase que totalmente fora de cogitação. Nem sempre se entende o "ser igreja" como uma família aliançada pelo sangue de Jesus. Cada vez mais vemos igrejas que enfatizam mais as conquistas pessoais e menos os relacionamentos. Entretanto, ser Igreja é viver como família. É nutrir nossos relacionamentos em Jesus. É vivermos ajudando uns aos outros para que o nome de Jesus seja glorificado em nossos relacionamentos. Só assim o mundo poderá crer. (João 17:21).  
Por último, a Igreja dos sonhos de Jesus...
É marcada pelo poder de Deus!
O capítulo 2 de Atos afirma que muitos sinais e maravilhas eram vistos no meio da Igreja. Estes sinais eram fruto da manifestação do poder de Deus na vida da Igreja. Mas o texto afirma também que eles louvavam a Deus com alegria (Vs.47). Cremos que esta é a chave da manifestação do poder de Deus: o louvor! Precisamos entender que quando a Igreja está reunida para louvar ao Senhor é preciso que todos ofereçamos a ele sacrifícios de louvor, que é fruto de lábios que confessam o nome do Senhor. (Hebreus 13:15). 
Infelizmente, nossas reuniões recebem mais observadores do que adoradores. Quando a Igreja abre os lábios em adoração fervorosa ao Senhor, há manifestação do seu poder. Vidas são libertas, curadas, transformadas em meio ao louvor da Igreja. Davi tinha plena consciência desta realidade espiritual a ponto de clamar: "Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca entoará o teu louvor." (Salmo 51:15) A Igreja experimentará o poder de Deus quando aprender a oferecer sacrifícios de louvor. 
Conclusão!
Temos sido a Igreja dos sonhos de Jesus? Quando ele olha para nós, encontra em nós perseverança, comunhão e disposição para louvá-lo? Temos sido perseverantes a ponto de superar dificuldades para servir ao Senhor, ou estamos sempre nos desculpando pela nossa falta de compromisso? O Senhor Jesus espera ver seus sonhos realizados na vida de cada um de nós. Pense nisso!


domingo, 15 de abril de 2012

Ministração da Semana - 15 a 21/04/2012

“A Igreja dos sonhos de Jesus!”
(1ª parte)

“E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, homens irmãos? E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar. E com muitas outras palavras isto testificava, e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas...” (Atos 2:37 a 41)

Cremos que a Igreja pertence a Jesus. Esta idéia está expressa nas palavras do próprio Jesus quando ele afirmou: “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mateus 16:18) A Igreja não pertence ao pastor ou aos líderes que dela fazem parte. Jesus é o dono da Igreja. Foi dele a idéia de formar uma igreja. E quando usamos o termo “igreja” não estamos falando de um prédio ou de uma catedral, mas sim de pessoas que crêem no Senhor Jesus e em seus ensinos, e que decidiram se tornar seus discípulos. Pois bem, se a igreja pertence ao senhor e, sendo ele o fundador da Igreja; como ele imaginou esta Igreja? Quais os sonhos que ele tinha em relação à edificação desta Igreja?

Cremos que o texto do livro de Atos dos Apóstolos citado no início desta reflexão, nos ajuda a descobrir os sonhos de Jesus em relação à sua Igreja. O texto nos mostra o início da história Igreja. Ele fala de pessoas que conheceram pessoalmente Jesus e sabiam exatamente o que ele pensava em relação à sua Igreja. Esta proximidade com o mestre fez com que os discípulos do primeiro século reproduzissem exatamente aquilo que ele planejou para a sua Igreja. E esta vivência foi registrada por Lucas, autor do livro de Atos. Queremos destacar alguns pontos importantes nesta experiência da Igreja do primeiro século, crendo que estes aspectos representam os sonhos de Jesus para a sua Igreja.

Em primeiro lugar, Jesus sonhou com...

Uma Igreja marcada por um coração sensível à palavra! (Vs.37)

A palavra de Deus é fundamental para a vida da Igreja. Mas não basta estudarmos a palavra ou conhecer muitos dos seus textos; precisamos ser sensíveis à esta palavra. O verso 37 diz: “...ouvindo eles isto compungiram-se em seu coração...”  A palavra “compungir” significa “Comover”, e esta comoção é uma comoção acompanhada de aflição, desejo de tomar uma atitude. Ao ouvirem a Palavra de Deus pregada pelo apóstolo Pedro aquelas pessoas ficaram comovidas. Na verdade, elas foram impactadas pela palavra de Deus, e isso só foi possível porque possuíam um coração sensível a esta palavra.

Os profetas já haviam revelado o desejo de Deus em ter um povo com  coração sensível à sua palavra. Ezequiel profetizou: “E lhes darei um só coração, e um espírito novo porei dentro deles; e tirarei da sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne; (Ez.11:19) Coração de carne significa um coração sensível, diferente do coração de pedra. Esta profecia se cumpriu em Jesus, que ao nos batizar com o Espírito Santo nos tornou sensíveis à sua palavra. Desde o início da história da Igreja podemos perceber esta marca: Um coração sensível! É a realização do sonhos de Deus, revelado na pessoa de Jesus Cristo. Como está o meu, o seu, o nosso coração em relação à palavra de Deus? Temos tido um coração sensível à voz do Pai? Ou será que o nosso coração é um coração de Pedra?  

Em segundo lugar, Jesus sonhou com...



Uma Igreja marcada pelo arrependimento! (Vs.38)

Arrependimento é um dos temas centrais na pregação do evangelho do reino. João Batista pregou sobre o arrependimento (Mc.1:4); Jesus pregou sobre o arrependimento (Mc.1:15); e Pedro, no primeiro sermão da história da Igreja pregou sobre o arrependimento (Atos 2:38). Arrependimento não significa remorso por erros cometidos. É muito mais que isso. Arrependimento significa “mudança de direção, de atitude interior”. Arrepender-se é reconhecer que estamos vivendo de maneira errada e mudar em direção à Deus. É mudar de atitude! Antes, eu dizia: sou dono da minha vida e faço o que quero! Agora, mudei de atitude, reconheço que Jesus é o dono da minha vida e que devo fazer aquilo que ele quer. Abro mão da minha vontade para fazer a vontade do Pai.

Quando a Igreja entende o significado do arrependimento bíblico, tudo se torna mais viável. Uma pessoa arrependida anseia por fazer a vontade de Deus, demonstrando profundo desejo em obedecê-lo. Quando nos arrependemos, demonstramos interesse em fazer o que Deus quer e não o que nós queremos. É a vontade de Deus que nos move. Deus sonhou com uma Igreja marcada pelo arrependimento, onde seus discípulos desejassem somente a vontade dele. Vivendo para ele.

Em terceiro lugar, Jesus sonhou com...

Uma Igreja marcada pela presença do Espírito Santo! (Vs.38)

O Espírito Santo é a pessoa que realiza a obra de Deus em nós, dando-nos direção e capacitando-nos para uma vida produtiva na presença de Deus. Por isso Jesus afirmou: “Mas, quando vier aquele, o Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.“(João 16:13); “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.” (Atos 1:8).

Pedro reconhecia a importância do Espírito Santo, e por isso enfatizou aos seus ouvintes que, ao se batizarem, estariam recebendo o dom do Espírito Santo. Ninguém pode viver uma vida na presença de Deus sem o Espírito Santo. Também não podemos realizar nada na obra de Deus se não for pela ajuda do Espírito Santo. Quando lemos o livro de Atos percebemos a atuação marcante do Espírito Santo de Deus na vida dos primeiros discípulos.

Em quarto lugar, Jesus sonhou com...

Uma Igreja formada por muitas pessoas! (Vs. 41)

Ao chamar Abraão, Deus já nos revelava o seu desejo de ter muitos filhos. Ele prometeu a Abraão o seguinte: “Que deveras te abençoarei, e multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos.” (Gênesis 22:17) Em Romanos o apóstolo Paulo confirma o desejo do Pai em ter muitos filhos ao escrever: “Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.” (Romanos 8:29)

A visão de Deus é de muitos filhos! Muitas pessoas fazendo parte da sua Igreja. O texto de Atos nos informa que 3 mil pessoas foram batizadas no dia de pentecostes. Dias depois mais 5 mil homens foram acrescentados à Igreja (Atos 4:4); e no capítulo 2 verso 47 lemos que “a cada dia acrescentava o Senhor à Igreja aqueles que iam sendo salvos.” O sonho de Jesus envolve muitas pessoas.

Talvez alguém diga: “Mas a palavra de Deus diz que a porta é estreita e poucos são os que entram por ela!” (Mateus 7:14). É verdade! Mas ao pronunciar estas palavras Jesus estava se referindo às dificuldades que enfrentamos ao pregar o evangelho. A maior parte das pessoas rejeitam o evangelho. Este ensino se repete na parábola do semeador (Mateus 13); de quatro sementes que foram lançadas apenas uma frutificou. Entretanto, as dificuldades não devem arrefecer nossos ânimos. Devemos ter a visão de Deus, sonhar como Jesus sonhou; com uma Igreja formada por milhares de pessoas.

Os sonhos de Jesus representam a vontade dele em relação a nós, Igreja dele. Quando entendemos os sonhos de Jesus, nos esforçamos para realizarmos estes sonhos. Sonhamos com Ele e como Ele. Pense nisso!

No amor de Jesus Cristo,
Pr. José Alvarenga.

sábado, 31 de março de 2012

Ministração da Semana - 01 a 07/04/2011

"Um novo tempo pra você!"
(Romanos 12:1 e 2)

Nesta semana queremos retomar o tema proposto para este ano: "Um novo tempo pra você". Vamos pensar um pouquinho sobre as exigências deste novo tempo, ou seja, atitudes que são necessárias dentro deste novo momento e que devem visar, sempre, a glorificação do Pai.

A motivação correta!

Não podemos experimentar um novo tempo se ainda não buscamos ao Senhor com uma motivação correta. É comum hoje buscar a Deus por aquilo que ele pode nos dar. É um relacionamento que existe a partir de uma barganha religiosa: Eu busco a Deus, cumpro meus deveres religiosos e ele então me abençoa. O apóstolo Paulo nos chama a atenção para a compaixão de Deus. "Rogo-vos, irmãos, pela compaixão de Deus..." Deus nos amou primeiro e continua nos amando. Ele provou este amor ao entregar seu único filho para morrer em uma cruz. Nossa busca por Ele sempre deve ser uma resposta a este amor. Quando compreendemos o grande amor que Deus tem por nós somos constrangidos a servi-lo, motivados a viver como verdadeiros adoradores. "Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram." (II Coríntios 5:14)

Qual a sua motivação para servir ao Senhor? Você o serve por aquilo que ele já fez ou por aquilo que ele ainda irá fazer? A palavra diz que o Senhor já nos abençoou! (Efésios 1:3) Que possamos ter consciência desta realidade, considerando a compaixão de Deus e encontrando assim motivação suficiente para andarmos na presença do Pai.

Sacrificio Vivo!

O apóstolo Paulo sempre faz uso de figuras do Velho Testamento para ilustrar verdades da Nova Aliança, firmada em Cristo Jesus. O sacrifício é uma delas. É claro que Paulo não está falando no plano físico. Deus não espera nenhum sacrifício físico dos seus filhos. Quando estudamos a prática dos sacrifícios no Antigo Testamento percebemos algo comum a estes sacrifícios. Em todos eles, o sacrificante oferecia o melhor a Deus. O melhor dos animais, o melhor dos frutos do campo, etc. Isso significa que devemos oferecer o melhor da nossa vida ao Pai. O melhor do nosso intelecto, dos nossos talentos, dos nossos bens, do nosso tempo, da nossa disposição. Este é o significado do sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.

Um novo tempo exige uma nova disposição em servir ao Senhor. Devemos nos apresentar a ele como sacrifício. Colocar nossa própria vida no altar. Você tem vivido desta maneira? Pense um pouquinho e avalie a maneira como você tem se dedicado ao Senhor. Tem sido um verdadeiro "sacrifício" ou você tem dado as sobras para o Senhor? Para Deus o melhor. Sempre!

E não vos conformeis!

O discípulo de Jesus é um eterno inconformado. Ou pelo menos deve ser. A palavra "mundo" nos escritos paulinos refere-se a um sistema, ou seja, o sistema mundano; que inclui a maneira de pensar e agir do mundo que jaz no maligno. (I João 5:19) É este mundanismo que devemos rejeitar. Isso é muito mais que aparência e costumes; é um sistema, uma mentalidade. Muitos grupos enfatizam a rejeição desta ou daquela roupa, de um determinado costume relacionado a comida ou bebida; mas não é disso que Paulo está falando.

Por exemplo: o mundo hoje valoriza aquilo que a pessoa tem e não o que ela é. Somos tratados a partir da nossa relação de bens e riqueza. Isso inclui também a nossa aparência. O evangelho rejeita totalmente esta maneira de pensar. O valor do ser humano não é medido por aquilo que ele possui, mas por aquilo que ele é; criatura de Deus. Deus nos ama por aquilo que somos e assim devemos amar. Não devemos nos conformar com esta mentalidade que valoriza o ter ao invés do ser. Por isso devemos deixar Deus transformar a nossa mente, o nosso entendimento; a maneira de vermos as coisas. A partir do momento que passamos a pensar como Deus, experimentamos a sua boa, perfeita e agradável vontade. Vivemos assim uma nova dimensão de vida, um novo tempo!  

Viver uma nova realidade exige uma motivação correta, disposição para nos oferecer a Deus como sacrifício vivo, santo e agradável; e também para mudar nossa maneira de pensar. Você tem experimentado uma nova realidade em sua vida? O que falta para que isso aconteça? Pense nisso!

No amor de Jesus Cristo,
Pr. José Alvarenga.      

sábado, 24 de março de 2012

Ministração da Semana - 25 a 31/03/2012

"Qual a coisa mais importante da minha vida?"
(Mateus 6:19 a 34)


Quando entendemos que a nossa rotina de vida gira em torno daquilo que consideramos mais importante, entendemos a relevância da pergunta apresentada no tema sugerido para esta semana. O texto do evangelho de Mateus supra-citado nos ajuda nesta reflexão. O verso 21 afirma: "Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração." Tesouro aqui é entendido como aquilo que tem grande importância para nós, ou seja; aplicamos o nosso coração, nossas forças e energia naquilo que realmente é importante para nós, o nosso tesouro! Qual a coisa mais importante da minha vida? Existem muitas coisas importantes para nós. Família, trabalho, dinheiro, etc. Mas, o que é mais importante para mim?

O dinheiro!

Para muitas pessoas a coisa mais importante é o dinheiro. Elas acreditam que se tiverem muito dinheiro tudo estará bem. O futuro estará garantido. A educação e o futuro dos filhos também estarão garantidos. A saúde, a paz interior, felicidade, realização pessoal; tudo estará garantido se não faltar dinheiro. Ganhar dinheiro é bom. No mundo atual, capitalista, o dinheiro é muito importante. A Bíblia não condena a riqueza. Jesus não é contra ganhar dinheiro. Ganhar dinheiro, quanto mais melhor, é muito bom. Ter dinheiro para fazer o que se gosta é muito bom. Ter dinheiro para aplicar no Reino de Deus é muito bom. Cremos que Deus deseja nos abençoar financeiramente. Mas não devemos fazer do "ganhar dinheiro" a coisa mais importante da nossa vida. Primeiro porque o dinheiro, por mais importante e necessário que seja, jamais poderá nos garantir segurança, realização e outras coisas importantes para nós. Os exemplos são muitos. Basta um simples olhar para a vida de alguns milionários famosos para constatarmos esta verdade. O dinheiro não é tudo!

Por isso é que o texto do evangelho de Mateus registra as palavras de Jesus: "Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam." (Vs.19 e 20) O dinheiro pode acabar, por uma tragédia, por uma mudança brusca na economia do país ou por uma decisão errada do seu dinheiro. Por esta razão, o objetivo da vida não é ganhar dinheiro. Ganhar dinheiro é apenas um meio para a vida, mas não é a vida. As palavras de Jesus não condenam o "ser rico", e sim nos alertam para o perigo de fazermos da riqueza nosso alvo principal. Muitos resumem sua existência na conquista de riquezas. Onde está o seu coração?

Aparência e alimentação!

Muitos dizem: "Ah...eu não quero ser rico, meu coração não está nas riquezas...", mas não conseguem parar de se preocupar com a aparência e com outras coisas que fazem parte das nossas necessidades básicas. Estão sempre ansiosas, com medo de não terem o que comer, como pagar as contas, etc. Preste atenção, não estamos querendo fazer uma apologia, uma defesa da preguiça ou da tranquilidade irresponsável. Queremos apenas refletir sobre qual o lugar que estas coisas devem ocupar em nossa vida. Jesus afirmou: "Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?" (Vs.25) Aqui Jesus começa a nos dar uma pista sobre o que realmente deve ser importante para nós. O cuidado com o que comer e o que vestir deve fazer parte do nosso dia-a-dia, mas também não é a coisa mais importante. Não devemos estar ansiosos, demasiadamente preocupados com isso. Conheço pessoas que deixam de ir a um determinado encontro ou reunião pelo fato de não terem uma roupa para esse momento. Outros evitam receber pessoas em sua casa por não terem o que servir aos visitantes. Seriam estas coisas as mais importantes para a nossa vida? Jesus afirma que não! 

A vida!

"...Não é a vida mais do que o mantimento..." A vida, o conjunto de tudo o que somos e experimentamos é que deve receber toda a nossa atenção. Nossa vida é a coisa mais importante para nós. E onde encontramos esta vida? "...e esta vida está em seu Filho." (I João 5:11) Jesus é a vida! (João 14:6). Ele mesmo declarou: "Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância!" (João 10:10) Por isso Jesus deve ser o nosso principal alvo de vida. Quando estamos em Jesus e procuramos viver como ele viveu, encontramos a verdadeira razão da nossa existência. Encontramos vida! Quando entendemos que Jesus é a coisa mais importante da nossa vida, fazemos dele o centro de todas as nossa atenção. Um embaixador libanês que presidiu a ONU: Charles Malik (1906 --1987). Ele fez a seguinte declaração: "Jesus Cristo é meu Senhor e Deus e Salvador e minha Canção dia e noite. Posso viver sem comida, sem bebida, sem dormir e sem sr, mas não posso viver sem Jesus. Sem ele, eu teria perecido há muito tempo". (Site: www.prazerdapalavra.com.br) 


Jesus declarou: "Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." (Vs.33). Quando temos Jesus como a principal razão da nossa existência priorizamos o seu reino, a sua vontade. Buscamos em primeiro lugar as coisas relacionadas a este reino. Qual a coisa mais importante da minha vida? Jesus!. Pense nisso!


No amor de Jesus Cristo,
Pr. José Alvarenga. 

(O tema e algumas idéias desta ministração foram retirados de uma reflexão publicada no site www.prazerdapalavra.com.br, de autoria do Pr.Israel Belo de Azevedo; pastor da Igreja Batista Itacuruça, no Rio de Janeiro.)

domingo, 18 de março de 2012

"Fortalecendo o nosso espírito!"

"Fortalecendo o nosso espírito!"

Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. (II Cor. 4:16)

Quando lemos o capítulo quatro da segunda carta de Paulo aos discípulos da cidade de Corinto, percebemos como era difícil o trabalho do apóstolo. Ele diz: "Em tudo somos atribulados...perseguidos...maltratados..." (Vs. 8 e 9). Ele estava no centro da vontade de Deus, fazendo a obra de Deus, mas nem por isso deixava de enfrentar lutas e dificuldades. Mas o melhor é o que ele afirma em relação à essas dificuldades: "Por isso, não desfalecemos!" (Vs.16) Apesar de tudo ele continuava firme, perseverante no seu trabalho. Qual era o segredo do apóstolo Paulo? Como ele conseguia, mesmo em meio a tantas lutas, permanecer no seu objetivo de anunciar o evangelho? Vejamos no texto bíblico as respostas para estas questões.

1. Ele cultivava a sua fé!

"E temos, portanto, o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos." (Vs.16) 

Aprendemos na semana passada que todos nós recebemos uma medida de fé. (Rom. 12:3) Nenhum discípulo de Jesus Cristo pode dizer: "Eu não tenho fé!" Todos temos. Cabe a nós cultivá-la, para que ela se desenvolva e produza os frutos necessários. Nossa fé é fortalecida quando ouvimos a Palavra de Deus e renovada quando declaramos esta Palavra. "Cri, por isso falei!" Nossas palavras significam muito no mundo espiritual. Veja o que o mesmo apóstolo Paulo afirma em uma de suas cartas: "A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. isto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação" (Romanos 10:9 e 10) 

Cultivar a fé passa por aquilo que falamos. Quando pronunciamos palavras pessimistas, negativas, atingimos em cheio a nossa fé e acabamos por nos desanimar. O que mantinha Paulo firme em seu objetivo era o fato dele estar sempre cultivando a sua fé através de palavras que confirmavam sua crença. Ele não atentava para aquilo que estava vendo (Vs.18), mas permanecia firme, declarando a sua fé. Quais as palavras que você pronuncia nos momentos de dificuldade? Você reafirma o problema, reclama da situação ou declara sua vitória em Jesus?

2. Ele fortalecia o seu espírito!

"...ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia." (Vs.16) 

Na linguagem do apóstolo Paulo "homem interior" refere-se ao nosso espírito. O espírito de Paulo era renovado, fortalecido diariamente. Em sua carta aos romanos Paulo afirma que a inclinação para as coisas do Espírito produzem vida e paz. (Romanos 8:6). Nosso espírito é alimentado pelo espírito de Deus. Quando nos inclinamos para as coisas do Espírito somos renovados e fortalecidos. Isso tem a ver com disciplina espiritual. Com oração, leitura da Palavra de Deus e jejuns. Quando nos disciplinamos a desenvolver estas atividades alimentamos nosso espírito, renovando-o diariamente. 

As lutas enfrentadas por Paulo eram muito maiores do que as dificuldades que enfrentamos nos dias atuais. Paulo tinha toda a estrutura do império romano contra ele, somando-se a isso todo o ódio dos religiosos judeus. Mesmo assim ele permaneceu firme, perseverante; porque o seu espírito era renovado dia após dia. 

Creio que estas duas atitudes de Paulo podem nos ajudar a continuarmos nossa caminhada, mesmo em meio às dificuldades. Ter cuidado com as nossas palavras, procurando pronunciar apenas palavras que expressem fé, confiança em Deus e em sua palavra. Em segundo lugar, desenvolvermos uma disciplina espiritual; separando um momento para a oração e leitura da Palavra; jejuando regularmente a fim de nos tornarmos mais sensíveis à voz do Pai. Pense nisso!

No amor de Cristo,
Pr. José Alvarenga.  

domingo, 11 de março de 2012

Comprometidos com o Reino de Deus!

Comprometidos com o Reino de Deus!
                                                                   (Mateus 6:25 a 34)

Ontem, 10/03, vivemos momentos preciosos como Igreja. Foram momentos de celebração e muita alegria na presença do Pai por mais um ano de vida da Igreja Batista Novo Tempo. Tivemos a presença do pastor Henrique Finotto e de sua esposa, pastora Élida Finotto. No início de sua ministração a Igreja, o pastor Finotto falou sobre compromisso. Ele enfatizou que quando temos compromisso com o Senhor e com a sua Igreja nos empenhamos neste compromisso, priorizando Deus e o seu Reino. Queremos falar um pouco sobre este compromisso. O que o envolve? Estamos realmente comprometidos com o Reino de Deus?

O capítulo 6 de mateus faz parte do Sermão da Montanha. Na segunda parte deste capítulo lemos as instruções de Jesus concernentes ao reino de Deus. Ao ler o texto podemos entender que...

O compromisso com o Reino de Deus envolve fé! 

O vs. 25 diz: "...não andeis ansiosos..." A ansiedade continua sendo um dos maiores males do nosso tempo. É a ansiedade que gera o estresse e, consequentemente, muitas das enfermidades que enfrentamos. Nossos relacionamentos também podem ser muito afetados pela ansiedade. A ansiedade nos torna inseguros, impacientes, chatos. O compromisso com o Reino de Deus envolve fé. Como discípulos de Jesus cremos que nosso "Pai celestial bem sabe que necessitamos de todas estas coisas." (vs.32) Como é diferente caminharmos com fé. Ter a certeza de que o nosso Deus está atento à cada uma de nossas necessidades. Descansar nele crendo que o nosso Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as nossas necessidades em glória, por Cristo Jesus. (Filipenses 4:19)

Todos nós temos fé. O próprio Deus distribuiu a cada um de nós uma porção de fé.(Romanos 12:3) O que precisamos é fortalecer a nossa fé, alimentá-la através da palavra. (Romanos 10:17). Jamais conseguiremos nos comprometer com o Reino de Deus se não desenvolvermos a nossa fé. Você realmente crê que o Senhor conhece a suas necessidades e que não deixará que nada lhe falte? É claro que temos que fazer a nossa parte, mas quando não cremos no Senhor acabamos em uma desenfreada correria em busca de suprimentos, esquecendo-nos do compromisso que temos com o Senhor e com o seu Reino. Não se esqueça: "Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé?" (vs.30)

Em segundo lugar...

O compromisso com o Reino de Deus envolve interesse!

Qual tem sido o alvo dos seus interesses? A palavra interesse significa "atenção àquilo que é realmente importante", é empenhar-se com algo essencial, bom. Na verdade, nos interessamos por aquilo que julgamos importante. O Reino de Deus realmente é importante para nós? Qual o lugar que ele ocupa em nossa vida, nos nossos interesses? O vs. 33 afirma: "Mas buscai em primeiro lugar o Reino de Deus!".

O que é reino de Deus? Reino diz respeito a domínio. O reino de Deus significa o domínio dele sobre a nossa vida. Buscar o Reino de Deus é submeter toda a nossa vida a ele, procurando fazer a sua vontade; envolvendo-se com ele e com tudo aquilo que diz respeito ao seu Reino. Quando estamos comprometidos com o Reino de Deus, demonstramos interesse por ele, dando a ele prioridade, reconhecendo sua importância em nossa vida. 

Quero que cada um aqui nesta reunião responda para si mesmo algumas questões: 1) Quando deixo de ler a Bíblia mas gasto tempo lendo outras coisas demonstro interesse pelo Reino de Deus? Quando deixo de gastar tempo em oração, mas gasto tempo com outras atividades; demonstro interesse pelo Reino de Deus? Quando deixo de vir às reuniões da Igreja demonstro, realmente, interesse pelo Reino?    Estar comprometido com o Reino de Deus envolve interesse. precisamos buscar o Reino de Deus em primeiro lugar!

Em terceiro lugar...

O compromisso com o Reino de Deus confirma as bençãos dele sobre nós!

"...e todas estas coisas vos serão acrescentadas." (Vs.33) Não é uma troca: Eu me comprometo e ele me abençoa. É uma consequência! quando estou comprometido com o Reino de Deus, passo a estar mais sintonizado com o Pai, torno-me mais íntimo dele; ouço a sua voz com mais nitidez. Quando alcanço este estágio de comunhão com o Pai, minhas decisões e atitudes tornam-se mais sábias e acertadas. Consequentemente, experimento mais as suas bençãos em minha vida. Vale a pena comprometer-se com o Reino de Deus. 

No amor de Cristo,
Pr. José carlos Alvarenga. 

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Mais que vencedores!

Em Cristo somos mais que vencedores!

“Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso SENHOR Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.” (I Coríntios 15:57 e 58)

Esta é uma realidade que Deus, nosso eterno Pai, preparou para nós: vivermos como vencedores! Deus nos criou para vencermos! A nossa vitória está em Cristo e é somente nele, e por ele, que podemos viver o projeto de Deus para nós.

Há uma diferença entre ser vitorioso nas coisas do mundo e ser  vitorioso em Cristo. No mundo, a vitória é passageira. Muitos vitoriosos do passado são perdedores hoje. Um exemplo claro é o lutador  de boxe Mike Tison. Em Cristo é diferente! Nele somos sempre vencedores. Ainda que uma determinada situação possa parecer uma derrota, em Cristo somos sempre vencedores,  em toda e qualquer situação. Por isso a Bíblia afirma:

“Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.” (Romanos 8:37)

O texto acima pertence ao apóstolo Paulo. Neste texto o apóstolo nos apresenta uma seqüência de atitudes que nos leva a vivermos como vencedores. São elas:

1. Firmeza! Somos vitoriosos quando permanecemos firmes no Senhor!

A firmeza é uma característica fundamental para aqueles que se dispõe a caminhar com o Senhor. Precisamos ser firmes naquilo que cremos. Plenamente convictos. Quando estamos firmes na fé, não há lugar para dúvidas, insegurança ou desânimo. Quanto mais desejarmos servir ao Senhor, mais lutas e provações enfrentaremos. Por isso é preciso firmeza. “Sede firmes...”, diz o apóstolo Paulo. Quando permanecemos firmes no Senhor experimentamos grandes vitórias na presença dele.

2. Constância! Experimentamos vitórias quando somos constantes!

Além de sermos firmes, precisamos ser constantes. O texto diz: “Sede firmes e constantes...” Ser firme é uma coisa, permanecer firme é outra. Muitos são “firmes” durante alguns dias ou durante um determinado tempo; mas, quando menos se espera, desanimam na fé e muitos até desistem de seguir a Jesus. Quando nos mantemos firmes e constantes experimentamos vitórias na presença de Deus.

Duas coisas são importantes para nos mantermos firmes e constantes. Primeiro, precisamos de determinação. É necessário que haja dentro de nós uma vontade explosiva de permanecermos em Jesus. Isso é determinação! Aconteça o que acontecer permanecerei firme. Em segundo lugar, precisamos manter nosso olhar fixo em Jesus. Muitos olham mais para as pessoas ou para os problemas. Quando agimos assim não conseguimos permanecer em Cristo. Quando olhamos para os problemas nos desanimamos, e quando olhamos para as pessoas nos decepcionamos. Precisamos olhar para Jesus!

3. Envolvimento com a obra de Deus! Somos vencedores quando nos envolvemos com a obra do Pai!

A obra de Deus consiste em fazer discípulos. Muitos membros de igreja possuem uma idéia errada do que seja a obra de Deus. Crêem que fazer a obra de Deus é ocupar algum cargo na Igreja ou promover inúmeras atividades. Fazer a obra de Deus é fazer discípulos! Quem não faz discípulos não está envolvido na obra. Fazer discípulos foi a única coisa que o Senhor Jesus nos mandou fazer. Isso envolve proclamação do evangelho do Reino e acompanhamento daqueles que estão sob o nosso cuidado. Cargos e atividades fazem parte da vida da igreja, mas devem servir como apoio para a obra de fazer discípulos.

Você é um discípulo firme em sua fé? É constante e fiel em sua Igreja? Você está envolvido no “fazer discípulos”? Tem proclamado o evangelho do Reino?
Que estas questões possam nos levar a uma reflexão sobre o nosso caminhar, para a honra e glória do Pai.

N’Ele, que nos faz mais que vencedores, Jesus Cristo!
Pr. José Carlos Alvarenga.  

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Ministração para os pequenos grupos!

"Um Novo Tempo exige visão de Deus!"

"Abre os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei!" (Salmo 119:18)

Ter a visão de Deus é fundamental para que experimentemos um novo tempo, com novas realidades e novas experiências na presença do eterno Pai. Muitos deixam de ser abençoados devido a uma visão limitada daquilo que o Senhor pode e deseja fazer em nossa vida. O salmista clama ao Senhor: "Abre os meus olhos!". Porque é importante termos a visão de Deus? Ver como ele vê?

Em primeiro lugar porque a visão de Deus é mais profunda!

Quando enxergamos por nós mesmos não conseguimos chegar onde a visão de Deus pode chegar. Nossa visão, em relação à visão de Deus será sempre limitada, superficial. Deus vai além! Ele enxerga de maneira profunda todas as coisas. No primeiro livro de Samuel lemos: "Porque o Senhor não vê como o homem vê. O homem vê o exterior, porém o Senhor vê o coração!" (I Samuel 17:7)

Conta-se a história de que um homem comprou uma certa fazenda porque ouviu dizer que nesta fazenda havia muito ouro. Após a compra, o homem cavou em vários lugares mas nada encontrou. Desiludido, vendeu a fazenda par outro homem sem falar nada a respeito do ouro. Vendo algumas escavações, o novo proprietário, cheio de curiosidade, começou a aprofundar um daqueles buracos existentes em sua nova propriedade. E qual não foi a surpresa do novo proprietário ao cavar apenas mais um metro e encontrar ouro em suas terras. Se o antigo proprietário tivesse cavado um pouco mais, aprofundando a escavação, teria encontrado o que tanto buscava. Muitos deixam de receber as benção de Deus por falta de uma visão mais profunda.

Em segundo lugar, um novo tempo exige a visão de Deus porque ela nos revela o seu poder! 

A manifestação do poder de Deus também é fundamental para experimentemos um novo tempo em nossa vida. Quando presenciamos a manifestação do poder de Deus, somos motivados a buscá-lo mais, a cultivar com Ele uma intimidade ainda maior. A Igreja primitiva era uma igreja incendiária porque conhecia o poder de Deus. E para conhecermos o poder de Deus precisamos ver como ele vê, enxergar o sobrenatural. A história vivida por Eliseu e seu discípulo exemplifica bem o que estamos querendo dizer. O profeta foi cercado pelo exército da Síria, pois o rei queria matar Eliseu. O jovem discípulo ficou assustado e com muito medo ao ver o exército sírio em volta. Mas Eliseu afirmou: Não tenha medo! Eliseu estava vendo o que o jovem não podia ver. Então Eliseu pede ao Senhor: "...peço-te que lhe abras os olhos para que veja!" (II Reis 6:17). Deus ouve a oração de Eliseu e o jovem pode ver o exército de anjos enviado pelo Senhor para livrá-los das mãos dos sírios.Quando temos a visão de Deus podemos ver o seu poder agindo em nosso favor, aleluia!

Por ser a visão de Deus mais profunda e pelo fato dela nos fazer enxergar o poder de Deus é que...

Precisamos desejar ardentemente a visão de Deus!

Quando desejamos ardentemente algo superamos nossas próprias limitações. Bartimeu, o cego que clamou a Jesus pela cura, desejava ardentemente ser curado de sua cegueira. Este desejo fez com que ele vencesse as dificuldades e limitações, e mesmo sendo impedido pela multidão conseguiu chegar até Jesus e receber a cura. Que possamos desejar a visão de Deus. Deixemos de lado nossa visão limitada e, assim como o salmista, clamemos ao Senhor: "Abra os meus olhos!"

No amor de Cristo,
Pr. José Carlos Alvarenga.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Ministração para os pequenos grupos!


Um novo tempo se conquista pela fé!
(Romanos 4:17 a 25)

Na primeira palavra sobre a vida de Abraão destacamos que um novo tempo se baseia nas promessas de Deus.  Ao chamar Abraão o eterno Pai lhe fez promessas dizendo que o abençoaria grandemente. Com base nesta promessa Abraão deixou a sua terra e o convívio com os seus familiares, partindo para um lugar que ele não conhecia. Quando olhamos para a vida de Abraão constatamos que as promessas de Deus foram cumpridas em sua vida. Deus é fiel!

Assim como abençoou Abraão, Deus também deseja nos abençoar. Na carta do apóstolo Paulo aos discípulos da Galácia lemos: "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; Para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo, e para que pela fé nós recebamos a promessa do Espírito." (Gálatas 3:13 e 14)

Abraão desfrutou de todas as benção que o Senhor tinha para ele porque creu na Palavra do Senhor. Ele não apenas ouviu e entendeu aquilo que o Senhor estava lhe prometendo, mas recebeu com fé esta palavra.

Precisamos crer!

Assim como na vida de Abraão, as promessas de Deus na nossa vida irão se cumprir a partir do momento em que crermos nestas promessas. Podemos ouvir a Palavra de Deus, achar lindo o que estamos ouvindo, mas se não crermos na Palavra nada irá acontecer. Na Bíblia a palavra crer possui um sentido amplo. Crer não é apenas acreditar, mas agir em conformidade com aquilo que acreditamos.  A fé produz em nós atitudes coerente com ela. Veja Abraão ouviu a Palavra de Deus, entendeu as promessas e obedeceu as ordens que o Senhor estava lhe dando. Ele agiu de acordo com a sua fé! Precisamos ter atitudes, pronunciar palavras, agir de acordo com o que declaramos crer. Muitos dizem ter fé, mas vivem como se não conhecessem ao Senhor, desanimados, murmurando em todos os momentos como se fossem eternos derrotados. precisamos crer e agir de acordo com o que cremos!

Precisamos continuar crendo! 

Isso significa perseverança. Não basta declararmos que cremos, precisamos continuar crendo no que declaramos aconteça o que acontecer. Todas as vezes que declaramos a nossa fé e aceitamos novos desafios as dificuldades aparecem. Para Abraão não foi diferente. Os anos se passaram e Sara não ficava grávida. A promessa de Deus parecia muito distante de se cumprir. Na verdade, passaram-se 24 anos até que a promessa de um filho se cumprisse na vida de Abraão. Imagine as dificuldades que Abraão enfrentou neste longo período. Mas ele permaneceu firme, crendo que Deus era fiel para cumprir a sua promessa: "E estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para o fazer." (Romanos 4:21) As dificuldades não venceram a sua fé: "E não enfraquecendo na fé, não atentou para o seu próprio corpo já amortecido, pois era já de quase cem anos, nem tampouco para o amortecimento do ventre de Sara." (Romanos 4;19)

Que o Senhor nos conceda graça para que possamos crer e permanecer crendo em suas promessas. Um novo tempo se conquista pela fé!     






terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A importância do Jejum!

A Importância do jejum!
(2ª parte)

Estaremos hoje dando continuidade ao estudo sobre jejum iniciado na quarta-feira que passou. Cremos ser importante aprendermos sobre esta prática espiritual tão importante para o nosso crescimento espiritual. Que o Senhor nos traga edificação através desta palavra.

Porquê devemos Jejuar?

Há vários motivos para jejuarmos. Já vimos dois deles. Em primeiro lugar devemos Jejuar por que Jesus nos deixou o exemplo. Só este motivo seria suficiante para jejuarmos. Mas vimos também a importância do jejum para enfrentarmos algumas situações que exigem maior preparo espiritual. Além disso, o jejum também é importante por outros dois motivos. Vejamos:

1.     Para recebermos orientação do Senhor: (Atos 13:1 e 2)
2.     Para exercermos domínio sobre o nosso corpo: 
     (I Cor.9:27; Fil.3:19; II Cor.6:5 e 11:27)


 Jesus – Nosso maior Exemplo

“Pois foi para isso que Ele nos chamou. O próprio Cristo sofreu por nós e deixou o exemplo para que sigam os seus passos.” (I Pedro 2:21)

Jesus é o nosso alvo de vida.O desejo do Pai é que vivamos como Jesus viveu. Quando observamos a disciplina espiritual de Jesus, percebemos a presença da oração e também do Jejum. (Mateus 4:1 e 2)

Antes de começar o seu ministério Jesus se dedicou à oração e ao jejum. Ele o fez porque reconheceu a importância desta prática, e também para nos deixar o exemplo a ser seguido. Se Jesus jejuou, porque não o faríamos?

Como Jejuar?

Hoje, muitas denominações evangélicas ensinam sobre vários tipos de jejum. Alguns falam sobre “jejum de televisão”, ou seja, abster-se de ver televisão por um período, outros falam sobre “jejum do lazer”, etc. Entendemos que a Bíblia, ao falar de jejum, está tratando do abster-se de alimentos. Jejuar é deixar de ingerir alimentos, parcial ou totalmente. Queremos destacar três tipos de jejum que encontramos na Bíblia. Ao decidir fazer um jejum, você poderá optar por algum destes exemplos, segundo o que sentir como sendo orientação de Deus. 

Em primeiro lugar podemos jejuar parcialmente, ingerindo apenas algum tipo de alimento. Este jejum foi feito por Daniel, que optou por comer apenas legumes e beber água. (Livro de Daniel 1:12). Esse é um jejum leve, bom para aqueles que estão iniciando esta prática.  O jejum praticado por Jesus no início do seu ministério nos sugere a abstenção total de alimento. A Bíblia diz que após 40 dias de jejum Jesus teve fome, mas não sede, o que nos leva a concluir que o jejum praticado por Jesus, nesta ocasião, incluíu água. (Mt.4:1 e 2). Por último, temos o jejum total; também conhecido como “jejum sobrenatural”, onde nos abstemos de alimento e também de água. Este jejum foi praticado por Moisés (Êxodo 34:28); e deve ser adotado a partir de uma profunda convicção vinda de Deus. 

Por quanto tempo devemos jejuar?

Encontramos na Bíblia exemplos de jejuns de um dia (Esdras 8:21), de três dias (Ester 4:16); de 21 dias (Daniel 10:2 e 3) e de 40 dias (Jesus e Moisés); além de outros. Nunca inicie um jejum muito longo sem antes compartilhar o seu desejo com o seu discipulador. É bom começarmos jejuando parcialmente, por um dia. Conforme você for desenvolvendo a disciplina do jejum, poderá, gradativamente, alterar o tipo e o tempo do jejum; sempre sob a orientação do líder.

O importante é começar a desenvolver o hábito de jejuar. Cremos na importãncia do jejum; nos benefícios espirituais e físicos que ele pode nos trazer.  

No amor de Cristo,
Pr. José Carlos Alvarenga.