NOSSAS REUNIÕES
Rua Brasília, 347 - Jd. Imá - Campo Grande MS

Domingo: 19:00 - Encontro de Celebração
Quarta-feira: 20:00 - Encontro de Oração e Estudo Bíblico

Todo 1º Sábado do Mês: 19:30 - Encontro de Homens
Todo Último sábado do Mês: 19:30 - Sábado Jovem







domingo, 5 de outubro de 2014


“Cultivando a perseverança”
(Gênesis 49.22 aa 26)
 
- José, sem dúvida, é um dos maiores exemplos bíblicos de perseverança. Sua caminhada foi marcada por inúmeros desafios e obstáculos. Mesmo assim, ele perseverou no Senhor e por isso alcançou êxito em sua caminhada, tornando-se líder da nação egípcia.
 
- Encontramos no texto lido algumas verdades que podem nos ajudar a cultivar a perseverança em nossa vida. Vejamos:
 
1. Frutificação! (Vs.22)
 
- Frutificação sempre foi um tema presente na vida dos hebreus. A produção de frutos na tradição hebraica indica a benção de Deus. Por isso, ela é almejada em todas as etapas da vida. O salmista escreveu: “Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e vigorosos.” (Salmo 92.14)
 
- Ao falar sobre José, seu pai, Jacó, refere-se a ele como um ramo frutífero. José foi um homem que frutificou, trabalhou, e a importância do seu trabalho foi algo incontestável na vida do povo egípcio. Ele salvou o povo da fome.
 
- Na vida espiritual a frutificação, conforme o Novo Testamento, pode acontecer de duas maneiras: 1º) Por meio de manifestações do nosso caráter (Gálatas 5.22); e, 2º) Pela conquista de vidas para Jesus (João 15.16).
 
- A frutificação nos traz alegria, contentamento, satisfação. Estes sentimentos nos preenchem e nos motivam a caminhar. Como é gostoso ver o fruto do nosso trabalho. Perceber que, de alguma maneira, estamos contribuindo para que outras pessoas sejam abençoadas. Quando frutificamos encontramos forças para permanecermos firmes no Senhor.
 
2. Consciência de que servimos a um Deus poderoso e fiel! (Vs.23 a 25)
 
- A vida de José havia sido marcada por dois sonhos, que representavam uma promessa de Deus para a sua vida. (Gênesis 37.1 a 10). No primeiro sonho José estava trabalhando no campo com seus irmãos, atando feixes; e os feixes de seus irmãos rodeavam e se inclinavam diante do feixe de José. No segundo sonho, relatado a seus pais, o sol, a lua e as estrelas se inclinavam perante ele. José sabia que um dia a promessa de Deus se cumpriria em sua vida, fazendo dele um grande líder.
 
- Mas sua caminhada em direção à esta promessa não foi fácil. Os primeiros desafios começaram dentro da sua própria casa; por meio de seus irmãos, que o jogaram em uma cova e depois o venderam como escravo aos egípcios. A referência do verso 23 nos remete a essa dificuldade. Os flecheiros eram responsáveis pela cobertura do exército, mas aqui eles atiram contra o soldado. José deveria receber apoio, cobertura dos seus irmãos, mas não foi assim. Mesmo assim, o “seu arco permaneceu firme!”
 
- José tinha consciência de que servia a um Deus poderoso, fiel, e isso o animava a prosseguir. Mesmo passando por lutas ele permanecia firme.
 
- Deus tem promessas para a nossa vida. Assim como José, também enfrentamos muitas lutas e desafios. Precisamos nos conscientizar de que servimos a um Deus poderoso. Ainda que venham as lutas, todas as promessas de Deus irão se cumprir em nossa vida! Quando temos essa consciência, cultivamos a perseverança, permanecendo firmes no Senhor.
 
3. Consciência da benção de Deus! (Vs.25 e 26)
 
- Jacó profere palavras de benção sobre a vida de José; que sabia sobre a importância da benção do seu pai. As palavras de Jacó traziam a profunda certeza sobre o coração de José de que ele era abençoado por Deus. Ele não tinha dúvidas em relação às bênçãos de Deus sobre a sua vida.
 
- O apóstolo Paulo afirma que fomos abençoados por Deus! (Efésios 1.3). A palavra de Deus afirma em Números 23.20 que a benção de Deus sobre o seu povo não pode ser revogada. Isto nos dá a certeza de que somos abençoados e ninguém pode mudar esta realidade. Quando caminhamos com esta certeza não nos desanimamos. Sabemos que mesmo em meio às lutas a benção do Senhor se manifestará sobre nós, aleluia!
 
Conclusão
 
- Certa vez ouvi uma história sobre um jovem violonista que daria seu primeiro concerto no mais importante teatro de sua cidade. Estariam presentes neste concerto os mais importantes músicos, além das autoridades da cidade. O futuro do jovem músico dependia daquela apresentação. Em meio ao concerto uma das cordas do seu violão arrebentou, mas, como não se importasse, o jovem continuou até o final; sendo aplaudido por todos os presentes. Ao ser cumprimentado pelo seu mestre o jovem falou: Naquele momento em que o violão ficou sem uma corda pensei em desistir, mas ao olhar para o senhor, seu olhar me inspirou confiança.
 
- Em muitos momentos da nossa vida enfrentamos adversidades que muitas vezes nos desanimam e até nos levam a pensar em desistir. Nestes momentos, devemos olhar para o nosso mestre, conscientes de que Ele é poderoso e fiel e que a sua benção está sobre nós. Assim acontecendo, conseguiremos permanecer firmes em nossa caminhada e veremos as promessas de Deus sendo concretizadas em nossa vida.

domingo, 28 de setembro de 2014


“O verdadeiro avivamento!”
                                    (Hab. 3.2 e 16 a 19)

“Ouvi, SENHOR, a tua palavra, e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia... Ouvindo-o eu, o meu ventre se comoveu, à sua voz tremeram os meus lábios; entrou a podridão nos meus ossos, e estremeci dentro de mim; no dia da angústia descansarei, quando subir contra o povo que invadirá com suas tropas. Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação. O SENHOR Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas”

- Algumas questões:

  * O que significa avivamento?

  * Você acha que avivamento é algo importante para a Igreja?

  * Você já leu ou ouviu algo sobre algum avivamento na história da Igreja?

- O dicionário Michaelis define avivamento como o “ato de avivar”, ou seja, “ato de tornar mais vivo”; “de manifestar mais vida”. No contexto bíblico, avivamento torna-se o ato de manifestar mais a vida de Deus. Avivamento bíblico é a vida de Jesus manifestando-se mais intensamente em nós. O apóstolo Paulo declarou: “Não vivo eu, mas Cristo vive em mim!” (Gálatas 2.20)
- Creio que esta é a ideia de Habacuque ao clamar a Deus: “Aviva ó senhor a tua obra...” (Vs.2) Habacuque viveu em um tempo difícil. Seu livro é composto por três diálogos. No primeiro, Habacuque questiona a deus sobre o porquê de tanta injustiça social. No segundo diálogo, ele questiona a maneira como Deus manifestaria a sua justiça, perguntando porque os bons muitas vezes precisam ser condenados com os justos. Por último, Habacuque entoa um hino de louvor a Deus, revelando assim sua compreensão acerca deste Deus maravilhoso que interfere na história.

- Neste último diálogo apresentado no livro de Habacuque, podemos entender que um verdadeiro avivamento...

1. É fruto de um clamor sincero! (Vs.2)

- A experiência de Habacuque com Deus, a partir da palavra do Senhor, gerou nele um profundo desejo por avivamento, que o levou a clamar: “Aviva ó Senhor a tua obra...” O verdadeiro avivamento começa quando homens de Deus, tocados por Ele a partir da sua palavra, começam a clamar por avivamento.

- Foi assim que começou o grande avivamento na Inglaterra do século XVIII. Homens como os irmãos John e Carlos Wesley clamaram a Deus por um avivamento e ele aconteceu. Milhares de vidas foram salvas na Inglaterra e no mundo inteiro como fruto deste avivamento.

- Em segundo lugar, o verdadeiro avivamento...

2. É fruto de um quebrantamento espiritual! (Vs.16)

- O verso 16 afirma: “Ouvindo-o eu, o meu ventre se comoveu, à sua voz tremeram os meus lábios; entrou a podridão nos meus ossos, e estremeci dentro de mim...” Habacuque olha para dentro de si mesmo é percebe o quanto era impuro e limitado; o quanto precisava de Deus. Quebrantamento começa quando olhamos para dentro de nós mesmos e nos humilhamos diante do Senhor. Por isso, o salmista ora: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos. E vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno.” (Salmo 139.23 e 24)

- Habacuque passa a compreender que, antes de emitir qualquer julgamento, precisamos olhar para dentro de nós mesmos e nos humilharmos diante do Senhor. O verdadeiro avivamento começa dentro de cada um de nós, quando nos quebrantamos na presença do Pai. O salmista também afirma: “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.” (Salmo 51.17)

- Em terceiro lugar, o verdadeiro avivamento...

3. É fruto de um louvor sincero! (Vs.17 e 18)

- Os versos 17 e 18 do capítulo 3 de Habacuque nos revelam que o profeta demonstra disposição de louvar a Deus em qualquer circunstância. Mesmo que as dificuldades fossem grandes, Habacuque louvaria ao Senhor. “Todavia...” indica esta disposição.

- O verdadeiro avivamento vem quando povo de Deus demonstra disposição para louvá-lo em qualquer situação. Jamais haverá avivamento enquanto houver murmuração e desânimo.

- O louvor possui um poder sobrenatural. No segundo livro de Crônicas lemos a história do cerco de Judá pelos moabitas e amonitas no reinado de Jeosafá. O povo de Deus, militarmente falando, era mais fraco que os moabitas e amonitas. Mas Deus, por meio do louvor do seu povo, livrou-os das mãos do inimigo. E aconselhou-se com o povo, e ordenou cantores para o SENHOR, que louvassem à Majestade santa, saindo diante dos armados, e dizendo: Louvai ao SENHOR porque a sua benignidade dura para sempre. E, quando começaram a cantar e a dar louvores, o SENHOR pôs emboscadas contra os filhos de Amom e de Moabe e os das montanhas de Seir, que vieram contra Judá, e foram desbaratados.” (II Crônicas 20.21 e 22)

- Por último, o verdadeiro avivamento...

4. É fruto de uma grande visão e da dependência de Deus! (Vs.19)

- Não há avivamento sem uma grande visão daquilo que o Senhor deseja para nós. Habacuque tinha plena convicção de que Deus queria leva-lo a “lugares altos” Deus tem mais para nós! Deus tem o melhor para nós! Acomodação não produz avivamento. Uma visão pequena, limitada, não produz avivamento.

- Além de uma visão ousada, também precisamos depender totalmente do Senhor. O profeta afirmou: “Ele me fará andar sobre os lugares altos!” Ele reconhece que somente Deus poderia leva-lo, conduzi-lo a um lugar melhor. Precisamos entender que é Jesus que opera em nós o querer e o efetuar! (Filipenses 2.13)

domingo, 21 de setembro de 2014

“O desejo de Deus!”
(I Timóteo 2.1 a 6)

“ADMOESTO-TE, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.”

- Quando amamos alguém, procuramos descobrir quais são seus principais desejos para que possamos satisfazê-los, agradando, assim, a pessoa a quem amamos. Todos aqueles que foram salvos por Jesus Cristo, que a Ele se entregara; amam a Deus. Diante disso, torna-se importante descobrirmos os desejos do nosso eterno Pai, a fim de agradá-lo ainda mais, satisfazendo este desejo.

- O apóstolo Paulo, em sua primeira carta a Timóteo, nos fala sobre o principal desejo do Pai: que todos sejam salvos! (Vs.4) Será que estamos realmente dispostos a satisfazer este desejo do Pai?

1. Um desejo antigo!

- Deus sempre desejou a salvação da humanidade, para que a sua benção chegasse a todos os povos. Ao chamar Abraão para formar a partir dele uma grande nação o Senhor afirmou: “E abençoarei os que te abençoarem, e famílias da terra.” (Gênesis 12.3) Deus queria formar um povo, abençoar este povo para que, por meio dele, todos os povos da terra fossem abençoados.

- A nação de Israel deveria ser um canal das bênçãos de Deus. Um instrumento de salvação para todos os povos. Infelizmente, Israel falhou em sua missão. O orgulho subiu ao coração dos hebreus e eles começaram a sentir-se melhor que as outras nações; deixando de proclamar as verdades do Pai.

- O profeta Oséias declarou: “Volta, ó Israel, para o SENHOR teu Deus; porque pelos teus pecados tens caído.” (Oséias 14.1) Quando lemos todo o capítulo 14 de Oséias, entendemos o propósito de Deus em abençoar outras nações por meio de Israel. Por isso o profeta exorta o povo: “Volta, ó Israel...”

2. A restauração do plano de Deus!

- Mesmo Israel não cumprindo a sua missão, Deus não desistiu do seu projeto. Ao enviar Jesus ao mundo, o nosso eterno Pai começa a restaurar o seu plano de salvar toda a humanidade. Ele dá início a um novo Israel. O apóstolo João escreveu: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome.” (João 1.12)

- O apóstolo Pedro, ao se referir à Igreja como o novo Israel, eleito por Deus, também deixa-nos claro o propósito de Deus para nós: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.” (I Pedro 2.9) Como povo de Deus escolhido, separado, temos como missão anunciar a palavra de Deus, seu amor e sua salvação em Jesus Cristo.

3. Jesus cumpriu a vontade do Pai!

- Jesus declarou: “Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer.” (João 17.4) Lucas, em seu evangelho, afirma: “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.” (Lucas 19.10) Jesus cumpriu o seu ministério proclamando o Reino de Deus; levando salvação a todos os que o ouviam e o aceitavam como o messias de Deus.

- Antes de subir ao céu, Ele nos transferiu a sua missão dizendo: “...assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.” (João 20.21) No evangelho de Mateus temos a tão conhecida grande comissão: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” (Mateus 28.19 e 20)

Conclusão

- Desde o início, após a queda do ser humano, o Pai desejou e planejou salvar a todos. Inicialmente, formou um povo a partir de Abraão e o abençoou para que esse povo escolhido, chamado Israel, pudesse abençoar outros povos. Como Israel falhou em sua missão, Deus formou em Jesus Cristo um novo Israel, que é a sua Igreja, seu corpo, para que por meio de nós pudesse abençoar todos os moradores da terra.


- Em Jesus Cristo vemos o cumprimento do desejo do Pai. Jesus transferiu esta missão a cada um de nós. A pergunta é: Estou disposto a cumprir o desejo do Pai? Assim como Jesus, nosso exemplo, estamos proclamando o evangelho, levando o amor e a salvação de Deus a todos os que nos cercam? Pense sobre isso. Considere e trabalhe a partir disso!

domingo, 14 de setembro de 2014


“A verdadeira prosperidade!”
(Salmo 1)


Algumas questões:

- De acordo com a Bíblia, a verdadeira prosperidade diz respeito apenas ao aspecto financeiro?

- Qual o sentido bíblico da palavra "prosperidade"?

- Se estamos nos propondo a falar sobre a verdadeira prosperidade, pressupõe-se que deva existir uma falsa prosperidade. Cremos que a falsa prosperidade é aquela que se realiza apenas no plano financeiro. Conhecemos muitas pessoas que são prósperas no sentido material, mas carecem de paz e alegria. Mesmo possuindo muitos bens, estão insatisfeitas. Como li esta semana em um artigo: “Muitas pessoas são tão pobres, que a única coisa que elas possuem é dinheiro.”

- A Bíblia nos apresenta uma prosperidade bem mais ampla. Prosperar, no sentido bíblico, é crescer em todas as áreas da vida. É desejo do Pai que prosperemos materialmente, como também é desejo dele que cresçamos espiritualmente e emocionalmente. Quando crescemos em todas essas áreas, vemos a benção de Deus em nossas finanças, em nosso casamento, na vida dos nossos filhos, em nossa profissão, etc.

- O texto lido nos aponta o caminho para esta prosperidade. O salmista afirma: “Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.” (Salmo 1.3)

- Vejamos, então, como podemos experimentar esta prosperidade em nossa vida. A verdadeira prosperidade...

1. É fruto de renúncia! (Vs1º)

- De acordo com o salmista, precisamos renunciar três coisas para recebermos esta prosperidade: O conselho dos ímpios, a conduta dos pecadores e a companhia de escarnecedores.

- Muitas vezes ficamos em dúvida diante de uma decisão ou de uma situação qualquer. Neste momento não irão faltar conselhos das mais diversas pessoas. Diz o ditado que se conselho fosse bom não era gratuito; é verdade. Basta enfrentarmos um problema para que surjam os mais interessantes conselheiros. Como discípulos devemos estar atentos a isso. O bom discípulo não dá ouvidos a conselhos de quem não teme ao Senhor.

- Em nosso dia a dia convivemos com várias pessoas que não seguem a Jesus Cristo. Nada errado nisso. Aliás, precisamos conviver com pessoas assim para que possamos dar testemunho da nossa fé. Mas, precisamos ter cuidado para que não venhamos compartilhar da conduta destas pessoas. Deter-se no caminho dos pecadores significa assumir o comportamento deles. Fazer o mesmo que eles fazem. O discípulo deve ser sal da terra e luz do mundo. Deve fazer a diferença!

- O salmista ainda fala-nos de uma última renúncia: A companhia de escarnecedores. Assentar-se à roda dos escarnecedores significa compartilhar de uma amizade. Ninguém se assentava com alguém sem que houvesse certa intimidade. O apóstolo Paulo é enfático: “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.” (I Coríntios 15.33) Paulo está falando neste contexto sobre a influência de pessoas que não possuem o temor de Deus.

- Não existe prosperidade, crescimento, sem renúncia. Jesus afirmou: “Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo.” (Lucas 14.33)
- Em segundo lugar, a verdadeira prosperidade...

2. É fruto de estudo e de meditação na Palavra de Deus (Vs.2)

- Desde que a Lei e os profetas foram escritos, desenvolveu-se uma tradição de leitura, estudo e meditação nestes escritos. Em Neemias vemos a restauração desta tradição, após anos de esquecimento da Lei. No livro de Neemias lemos: E Esdras, o sacerdote, trouxe a lei perante a congregação, tanto de homens como de mulheres, e todos os que podiam ouvir com entendimento, no primeiro dia do sétimo mês. E leu no livro diante da praça, que está diante da porta das águas, desde a alva até ao meio dia, perante homens e mulheres, e os que podiam entender; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da lei.” (Neemias 8.1 e 2) O salmista lembra esta tradição ao escrever: “Antes tem o seu prazer na lei do Senhor e na sua lei medita dia e noite!”
- Precisamos desejar a palavra de Deus. Este desejo nos conduzirá à leitura, ao estudo e à meditação nas sagradas escrituras. Assim encheremos a nossa mente das verdades do Pai e agiremos de acordo com a sua palavra.
- A Palavra de Deus é um livro especial por nos apresentar o poder sobrenatural de Deus, que atua em nossas mentes, transformando todo o nosso ser. Quando aceitamos a Cristo, recebemos uma nova vida, mas alguns velhos hábitos ainda permanecem em nós e precisam ser mudados. A Palavra de Deus ajuda-nos a nos desvencilharmos destes maus hábitos, gerando em nós novos hábitos, saudáveis, que irão glorificar a Deus; fazendo-nos andar em santidade, como verdadeiros adoradores. Quando isso começa a acontecer, experimentamos crescimento em todas as áreas da nossa vida.
- Por último, a verdadeira prosperidade...

3. É fruto de um caminhar junto a Igreja! Vs.5 e 6

- Quando meditamos nestes dois versos entendemos algo interessante: O ímpio não permanece entre os justos! Isso acontece por que não há identificação, interesse comum. Não é porque Deus não os quer entre os justos, mas porque não é possível permanecer entre os santos quem não compactua da mesma fé, dos mesmos interesses e propósitos.
- Mas, quando aprendemos a renunciar e encontramos prazer ao meditar nas escrituras, automaticamente sentimos o desejo de congregar, de estar junto com os irmãos. O livro de Atos nos mostra que... “todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum.” (Atos 2.43)
- Caminhar junto com a Igreja nos fortalece, nos motiva e nos torna realizados ao participarmos da obra de Deus. Você acha que uma pessoa forte, motivada e realizada não irá prosperar? Claro que sim! Por isso não tenho medo nem dúvida ao afirmar que a verdadeira prosperidade vem para aquele que caminha junto com a igreja, que permanece na congregação dos justos!

Conclusão


- O desejo de Deus é possamos crescer em todas as áreas da nossa vida. Ele deseja que experimentemos a verdadeira prosperidade. Isso acontecerá mediante a nossa renúncia em favor do Senhor, da nossa disposição em meditarmos em sua palavra e da nossa permanência entre a igreja. Que o Senhor nos ajude a darmos esses passos, a fim de que todos possamos experimentar a verdadeira prosperidade.   

terça-feira, 9 de setembro de 2014

A BÍBLIA É A NOSSA BASE

    TSD – Tempo a sós com Deus é um diálogo. Quando oramos, falamos com Deus e quando estudamos e meditamos na Palavra, Ele fala conosco.
     Uma característica forte do cristianismo é ter a Bíblia como única regra de fé e prática. Ela é o nosso manual.
     Alguns fatos que comprovam a importância da leitura da Palavra de Deus diariamente.


1. A BÍBLIA NOS AJUDA A CONHECER E TER INTIMIDADE COM DEUS

A intimidade é um processo que envolve tempo, é resultado de relacionamento e o relacionamento resulta em conhecimento.
Quanto mais tempo estivermos diante de Deus, mais aumentará nossa intimidade e o conhecimento Dele. Por isso, é tão importante que o nosso TSD tenha um tempo especial de intimidade e comunhão, através da oração e também do estudo e meditação da Bíblia.
Ler Provérbios 2:1-6 - através da leitura bíblica obtemos sabedoria, entendimento e temor.
Romanos 12:1 e 2 - Experimentamos a Sua vontade que é boa, perfeita e agradável.

2. A BÍBLIA NOS AJUDA A CONHECER E TER INTIMIDADE COM JESUS

Desejo de Deus é que sejamos semelhantes a Jesus. (Romanos 8:29) Mas, para que isso aconteça eu preciso conhecer a Jesus , saber como Ele viveu e é através da leitura da Bíblia que isso vai se realizar – João 5:39
 Precisamos conhecê-lo para nossa própria firmeza e posição espiritual e para que levemos outros a conhecê-lo, obedecendo a ordem Dele. (Mateus 28:18-20)
Quando conhecemos quem é Jesus e a obra que Ele fez por amor, entregando-se e morrendo para nos salvar e ressuscitando para nos justificar mais o amaremos e muito maior desejo de servi-lo. Ele é o Rei dos reis, Senhor dos senhores. Ele é maravilhosos, majestoso, grandioso, poderoso, amoroso. Aleluia! Louve ao Senhor!

3. A BÍBLIA NOS AJUDA A CONHECER E TER INTIMIDADE COM O ESPÍRITO SANTO

O Espírito Santo habita em nó e faz uma grande nós e através de nós, portanto quanto mais estudarmos sobre Ele na Palavra, muito mais daremos liberdade para que Ele trabalhe.
 Algumas realizações do Espírito Santo:
1)     Nos ajuda  a ser semelhantes a Cristo : Gálatas 5:22 e 23 –  O Espírito Santo nos da o fruto  -  a própria vida de Jesus em nós.
2)     Nos ajuda  a testemunhar – I Cor. 2:4 e 5
3)    Nos guia à verdade – João 16:13
4)    Nos ajuda  no nosso crescimento espiritual – João 14:26
5)     Nos capacita para o serviço – I Cor. 12:8-10

4. A BÍBLIA NOS AJUDA A VIVER EM SANTIDADE
Deus é absolutamente santo e o pecado não pode chegar à sua presença.
Hebreus 12:14 / I Pedro 1:16
Não tente ter comunhão com Deus se você está desobedecendo abertamente a sua Palavra.
Antes de iniciar o TSD, devemos pedir ao Espírito Santo que sonde o nosso coração e que traga à luz pecados encobertos para  confessarmos e sermos perdoados.Se houver, Ele vai mostrar e se você se arrepender , mudar sua atitude interior, confessar, verá o amor perdoador de Deus  e experimentará os céus abertos e a comunhão direta com Deus.
Conclusão

Grande privilégio conhecer e ter intimidade e comunhão com a Trindade e isto deve ser  constante. Portanto, tenha o seu TSD diariamente. Tome posição!

quinta-feira, 4 de setembro de 2014


Bom dia gente linda e abençoada de Deus!
Campanha 40 dias de jejum e oração! (18º dia)
Leitura bíblica para hoje: II Crônicas 7
Reflexão de Hoje: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” (II Crônicas 7.14) A Igreja de Jesus Cristo pode mudar os rumos de uma nação através da oração! O texto bíblico é claro: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome...” Quando o povo de Deus dobra os seus joelhos e se quebranta na presença do Pai, uma nova realidade é gerada no mundo espiritual e realizada no mundo físico. Quando Deus decidiu destruir Sodoma , Abraão perguntou se Deus destruiria a cidade se houvessem ali dez homens fiéis, que o temessem, e Deus respondeu que por causa de dez homens fiéis, ele não destruiria a cidade. (Gênesis 18.32) Um dos maiores avivalistas da história da Igreja foi John Wesley. Ele viveu na Inglaterra do século XVIII, em meio à uma sociedade conturbada pela Revolução Industrial, onde crescia muito o número de desempregados, mendigos, e onde também a imoralidade e a corrupção ganhavam cada vez mais espaço. Foi nesse contexto que Deus levantou líderes para um poderoso avivamento. John e Charles Wesley, George Whitefield; foram homens de oração usados poderosamente pelo Senhor para mudar a história da Inglaterra. John  Wesley declarou: “Daí-me cem homens que nada temam a não ser o pecado e que nada desejem senão a Deus; e eu abalarei o mundo!” E realmente abalou! Por meio deste grande avivamento vivido na Inglaterra do século XVIII, o evangelho se espalhou pelo mundo todo, transformando milhares de vidas por meio de Jesus Cristo. A realidade do nosso país tem sido marcada pela violência e pela imoralidade. O Brasil, infelizmente, é conhecido lá fora como um dos países mais corruptos do mundo. Nenhum líder político, por mais bem intencionado que seja, poderá mudar esta realidade. Mais a Igreja de Jesus pode! Mas para que isso aconteça, precisamos, primeiro, mudar a nossa realidade interior. Desejar com mais fervor a presença de Deus. Dedicar mais tempo à oração. Andarmos em santidade de vida. Esta palavra continua sendo atual e oportuna: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. Oro para que possamos crer nesta palavra a ponto de mudarmos nossos hábitos e nossa disciplina espiritual. Um ótimo dia a todos!

quarta-feira, 3 de setembro de 2014


Bom dia gente linda e abençoada de Deus!
Campanha 40 dias de jejum e oração! (16º dia)
Leitura bíblica para hoje: Mateus 28
Reflexão de Hoje: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” (Mateus 28.19 e 20) A intimidade com Deus gera em nós o desejo de compartilhar o evangelho com outras pessoas. Quanto mais conhecemos ao Pai, mais nos tornamos conscientes da sua vontade. E a salvação de todos os seres humanos é desejo do Pai. Ao escrever para Timóteo o apóstolo Paulo declarou: “Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.” (I Timóteo 2.3 e 4). Ao falar sobre a nossa missão, o Senhor Jesus nos ordenou: “Portanto ide, fazei discípulos...” O fazer discípulos abrange duas ações: A proclamação e o cuidado. Todos nós, discípulos de Jesus, devemos estar comprometidos com a proclamação do evangelho. Esta proclamação é feita principalmente através do nosso testemunho; ou seja, de um compartilhar daquilo que Jesus fez e continua fazendo em nossa vida. Não devemos perder oportunidades de compartilhar a nossa fé com os nossos familiares, amigos e colegas de trabalho. O cuidado começa quando alguém que ouviu a proclamação do evangelho decide se entregar a Jesus, recebendo-o como Senhor e salvador da sua vida. Começa, então, a segunda parte do “fazer discípulos”, que consiste em ensinar ao novo discípulo tudo o que Jesus nos ordenou. Este cuidado deve ser realizado em amor, e deve basear-se, principalmente, no exemplo e não em um domínio sobre a vida do discípulo. (I Pedro 5.2 e 3) Discipular, cuidar, é compartilhar vida;  a vida de Cristo. O apóstolo Paulo escreveu: “Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós.” (Gálatas 4.19) A comunhão com Deus por meio da oração e da leitura da palavra, certamente irá fazer de nós cristãos comprometidos com a missão de fazer novos discípulos. Oro para que o Senhor nos conceda graça, sabedoria e disposição, a fim de nos tornamos grandes conquistadores de vidas para Jesus. Um ótimo dia a todos!         

terça-feira, 2 de setembro de 2014

O poder de Deus e a oração!
(I João 5.13 a 15)

Algumas questões:

1. Quais as evidências da manifestação do poder de Deus em nossa vida?
2. Podemos, ainda hoje, experimentar o poder de Deus como nos tempos bíblicos?
3. Como podemos, hoje, vivenciar o poder de Deus?

- Muitas pessoas hoje confundem a manifestação do poder de Deus com certas experiências emocionais. Muitos até rotulam essa manifestação dizendo: Quando o “fogo” cai acontece isso ou aquilo. Se não aconteceu é porque não houve manifestação do poder de Deus!

- A bíblia associa o poder de Deus primeiramente com o evangelho. Nesta associação poder tem a ver com transformação de vida. Em Jesus nossa vida é transformada pelo poder de Deus. Jesus associou a manifestação do poder com o testemunho. Em Atos 1.8 lemos: “Mas, recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas...” Por isso, cremos que a manifestação do poder de Deus não está limitada a um momento de êxtase ou algo parecido. Uma vida cheia do poder de Deus há de evidenciar este poder no dia a dia, nas atitudes e palavras e também no realizar da obra de Deus. O poder de Deus nos é dado para vivermos em santidade e realizarmos a sua obra; dando testemunho, ministrando aos enfermos, libertando os cativos do diabo, etc.

- Deus é o mesmo, Ele não muda. Por isso, cremos que ainda hoje podemos experimentar o seu poder em nossa vida.

- O texto de I João 5 nos revela algumas coisas relacionadas ao poder de Deus e a oração.

1. O poder de Deus manifesta-se, principalmente, na vida dos salvos! (Vs.13)

- “Vida eterna” não é algo que vamos experimentar apenas depois da morte. A vida que recebemos em Jesus começa a partir do momento em que nos entregamos a Ele. E essa vida consiste, principalmente, em conhecer a Deus. (João 17.3)

- Como salvos, temos o privilégio de mantermos comunhão com o Pai. Essa comunhão nos torna mais íntimos dele e assim podemos experimentar seu poder em nossa vida. Quanto mais o conhecemos, mais experimentamos o seu poder em nós.

2. O poder de Deus manifesta-se quando confiamos somente nele! (Vs.14)

- “E esta é a confiança que temos nele...” Em nosso dia a dia somos desafiados constantemente a confiarmos plenamente no Senhor. Muitos acreditam em Deus mas não confiam plenamente nele. Dividem sua confiança com outras coisas. Confiam no dinheiro, no conhecimento próprio, nos “gurus” da vida. Nossa confiança tem que estar totalmente em Deus!

- O Salmo 125.1 declara: “Os que confiam no Senhor, são como os montes de Sião que não se abalam, mas permanecem para sempre.”

3. O poder de Deus manifesta-se em nossa vida quando oramos segundo à sua vontade! (Vs.14)

- Sabemos que a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. (Romanos 12.2) Nossas orações precisam ser coerentes com a vontade de Deus.

- Conhecemos a vontade de Deus quando passamos momentos na presença dele; orando e lendo a sua palavra.  


- Quando oramos segundo a vontade do Senhor experimentamos o seu poder em nossa vida.   

Bom dia gente linda e abençoada de Deus!
Campanha 40 dias de jejum e oração! (16º dia)
Leitura bíblica para hoje: Romanos 8

Reflexão de hoje: E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito; e é ele que segundo Deus intercede pelos santos” (Romanos 8.26 e 27) Paulo nos apresenta o Espírito Santo como um intercessor. Por fazer parte da divindade, o Espírito Santo conhece plenamente a vontade do Pai e por habitar em nós, conhece nossas fraquezas e limitações. Não poderia haver intercessor melhor. Em alguns momentos, essas fraquezas e limitações limitam nossa percepção em relação à vontade de Deus. São nesses momentos que o Espírito Santo nos ajuda, levando-nos para o centro da vontade do Pai e intercedendo por nós. “O apóstolo Paulo, conhecedor desta verdade, falando sobre a batalha espiritual, orienta a igreja a se revestir da armadura de Deus, e no final desta orientação afirma: Com toda a oração e súplica, orando em todo o tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos. (Efésios 6.18) Observem que a bíblia ensina orar em todo o tempo no Espírito, exatamente para que não percamos o nosso tempo pedindo a Deus coisas que não estão segundo à sua vontade. É muito importante termos a direção do espírito em tudo na nossa vida e, principalmente, em nossas orações. (TSD – Livro da campanha 40 dias de jejum e oração. p.p. 69) Quando oramos no Espírito, oramos sob a direção do Espírito. Quando aprendemos a orar sob a direção do Espírito, passamos a conhecer melhor a vontade de Deus. Um ótimo dia a todos!       

segunda-feira, 1 de setembro de 2014



Bom dia gente linda e abençoada de Deus!
Campanha 40 dias de jejum e oração! (15º dia)
Leitura bíblica para hoje: “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.” (João 14.13 e 14) Em relação à oração, aprendemos com a palavra de Deus que devemos orar sempre em nome de Jesus. Ele mesmo disse: “E tudo que pedirdes EM MEU NOME...” Por que devemos orar sempre em nome de Jesus? A resposta é simples! Ele é o nosso único mediador: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.” (I Timóteo 2.5) Jamais teríamos condições de chegarmos a Deus pelos nossos próprios méritos. Através do seu sacrifício Jesus abriu um novo e vivo caminho, pelo qual temos acesso ao Pai: “Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne.” (Hebreus 10.19 e 20) No evangelho de João o  Senhor Jesus afirma: “Eu sou o caminho...” (João 14.6ª) Não é uma religião ou um “santo” homem ou ainda uma “santa” mulher que nos leva à presença do Pai e sim Jesus. Somente em nome de Jesus podemos estar diante do nosso eterno Pai. Ele pagou o preço na cruz para que fossemos salvos do pecado e de todo o mal. Através do seu sacrifício fomos justificados, purificados, e a nossa comunhão com Deus restaurada. (Romanos 5.1) Por isso, sempre enfatizamos o texto de Romanos 11.36: “Porque dele e POR ELE, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém. É somente por Jesus. Sempre em nome dele. Um ótimo dia a todos!  

sábado, 30 de agosto de 2014


Bom dia gente linda e abençoada de Deus!
Campanha 40 dias de jejum e oração! (13º dia)
Leitura bíblica para hoje: Salmo 51
Reflexão de hoje: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto.” (Salmo 51.10) A intimidade com Deus nos leva a desejar mais santidade de vida. O Salmo 51 nos ensina isso. Primeiro, o salmista faz uma confissão reconhecendo seu pecado. Quanto mais nos aproximamos do Pai, mais nos tornamos conscientes das nossas falhas e limitações. Quando isso acontece, cabe a nós clamarmos pela misericórdia de Deus: “Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade...” (Salmo 51.1ª) Uma confissão sincera será sempre bem recebida pelo Senhor. “...a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.” (Salmo 51.17) Deus está sempre disposto a nos perdoar e nos restaurar. (I João 1.7 a 9). Confessar nossos pecados é necessário pelo fato de que não podemos manter comunhão com o Pai se, deliberadamente, permanecermos no pecado. (Isaías 59.1 a 3). Quando confessamos o nosso pecado, nossa comunhão com Ele é restabelecida e passamos a desejar, novamente, uma vida santa e irrepreensível. A confissão, além de gerar o perdão do nosso eterno Pai, irá restaurar em nós a alegria de pertencermos a Ele. (Salmo 51.12) Não é fácil confessar pecados. Toda confissão sincera é precedida de arrependimento e quebrantamento. E para que isso aconteça, é necessário renunciar nosso orgulho e presunção, admitindo nosso erro e nos dispondo a mudar de atitude. Mas toda confissão é recompensadora! Ela nos traz de volta a presença do Pai, a paz e a alegria que somente nele podemos desfrutar. Aprendamos com o salmista sobre a importância da confissão. E, assim como ele, que possamos desejar um coração puro e um caminhar reto na presença do Pai. Um ótimo dia a todos

domingo, 24 de agosto de 2014


“INTIMIDADE COM DEUS”

Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava. (Marcos 1.35)

 Algumas questões para nossa reflexão:
 1. O que significa para você ter intimidade com Deus?
 2. O que Jesus fazia para ter intimidade com Deus?
 3. Quais as bençãos de se ter intimidade com Deus?

Jesus e seus discípulos estavam muito atarefados no ministério de libertação das pessoas. O texto diz que trouxeram para ele todos os enfermos e endemoninhados, e toda a cidade se reuniu.

Ele demonstrou seu amor e poder curando e libertando as pessoas. Claro que seus discípulos estavam bem animados vendo estas manifestações do Poder de Deus e o reino chegando.

Todos foram para casa descansar depois de um dia muito atarefado, mas o Senhor Jesus fez algo muito especial que ficou registrado na Palavra para nosso ensino e pratica: Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava. (verso 35)

1. Tomou uma decisão especial – Tendo-se levantado

Ele tomou a decisão de levantar-se. Com certeza o seu físico estava cansado pelos afazeres ministeriais, mas Ele não permitiu que a sua carne dominasse seu Espírito. Ao contrario, seu Espírito dominou sua carne e ele levantou-se. É muito importante tomar a decisão. A Comunhão e intimidade com Deus é resultado de uma vida disciplinada. Tome decisão também: saia da cama e vá para o TSD.

2. Buscou um horário especial – Alta madrugada

O texto diz que levantou-se alta madrugada o que de acordo com  o costume da época, entre três e seis horas da manha. Creio que Ele o fez, para que não houvesse interrupções, e no silêncio pudesse falar com o Pai e ouvir Sua voz também. A Bíblia não afirma quanto tempo ele ficou na presença de Deus, mas com certeza não foi por pouco tempo, tanto é que quando seus discípulos acordaram descobriram que ele não estava na casa e foram procurá-lo.

Ao chamar Josué para liderar o povo, Deus fez a Ele muitas promessas. Mas, ao mesmo tempo Deus lhe diz: “”Esforça-te e tem bom ânimo!” (Josué 1.7) Para conquistar as promessas que Deus havia lhe feito, Josué precisaria se esforçar, ter disposição para a conquista. O mesmo acontece conosco. Para termos intimidade com Deus e desfrutarmos das bênçãos encontradas na sua presença, precisamos ter disposição e disciplina, assim como Jesus teve.

3. Procurou um lugar especial – Um lugar deserto.

O texto também registra que Jesus foi para um lugar deserto. Novamente entra o conceito de evitar interrupções. É importante determinar seu local para o encontro diário com Deus. Pode ser na sala da sua casa, ou em algum outro cômodo, onde você possa estar sossegado, livre de interrupções e disfrutar da presença do Senhor.


A Palavra diz que ali Jesus orava. Que tremendo saber que Jesus é Deus, sabe todas as coisas, tem todo o poder, conhecia profundamente a vontade de Deus, mas levantou-se de madrugada e foi para um lugar deserto para ter comunhão com o Pai. Jesus buscou ter uma vida de oração por dois motivos principais: Primeiro, porque como homem tinha a necessidade de manter comunhão com o Pai. “Existe um vazio em nós que só Deus pode preencher” (Agostinho). Segundo, como homem Jesus também tinha suas limitações e necessitava do poder de Deus para realizar a obra. A vida de oração de Jesus serve como exemplo para nós.