NOSSAS REUNIÕES
Rua Brasília, 347 - Jd. Imá - Campo Grande MS

Domingo: 19:00 - Encontro de Celebração
Quarta-feira: 20:00 - Encontro de Oração e Estudo Bíblico

Todo 1º Sábado do Mês: 19:30 - Encontro de Homens
Todo Último sábado do Mês: 19:30 - Sábado Jovem







domingo, 13 de julho de 2014

"Milagres ainda acontecem!"
(João 2.1 a 11)

- Você acredita que milagres ainda acontecem? Você já presenciou algum acontecimento milagroso? Por que Deus ainda realizaria milagres em nossos dias?

- Creio que existem milagres que muitas vezes nem percebemos. Podemos citar, como exemplo, o milagre da vida. Você já parou para pensar como é formado um ser humano? Como funciona o nosso organismo? Nossa vida é um milagre de Deus! O salmista declarou isso ao escrever: "Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem." (Salmo 139.14)

- O texto lido narra o primeiro milagre realizado por Jesus. Este milagre aconteceu em uma festa de casamento. Ao ler com atenção o texto podemos perceber alguns fatores que fazem parte dos milagres de Deus.

1. Os milagres de Deus acontecem quando há disposição para obedecê-lo!

- "...Fazei tudo quanto ele vos disser." (vs.5b) Jesus encontrou em seus discípulos disposição para obedecê-lo. Quando há essa disposição em nossa vida, abrimos caminho para a ação do Espírito Santo. Não estamos falando de perfeição, ausência de erro ou uma condição concernente ao cumprimento de todos os mandamentos de Deus para que um milagre aconteça. O que Deus deseja é ver em nós disposição para obedecê-lo.

2. Os milagres de Deus  trazem o melhor para nós!

- "Todo o homem põe primeiro o vinho bom e, quando já têm bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho." (vs.10) Deus tem sempre o melhor para nós! O padrão de Deus é maior do que qualquer padrão humano. Jesus não apenas transformou a água em vinho, ele transformou aquela água no melhor vinho.

- A palavra de Deus afirma: "Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera..." (Efésios 3.20) Deus sempre vai além dos nossos pensamentos. Quando entendemos que Deus tem o melhor para nós, experimentamos seus milagres em nossa vida. E muitas vezes não os experimentamos porque nos acomodamos com o pouco. Uma coisa é contentar-se com o que temos, sem murmuração (Filipenses 4.11); outra coisa é a acomodação;  ausência do desejo de ter o melhor de Deus em nossa vida. Precisamos crer que os milagres de deus trarão o melhor dele para nós!

3. Os milagres de Deus manifestam a sua glória e fortalecem a nossa fé!

- "Jesus principiou assim os seus sinais em Caná da Galiléia, e manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele." (vs.11) Creio que Deus deseja realizar milagres em nossa vida. Simplesmente porque há propósitos especiais na realização de milagres. O texto nos revela dois destes propósitos: Manifestação da glória de Deus e fortalecimento da fé. Glória de Deus refere-se à presença dele. Deus está presente em todos os lugares, mas manifesta esta presença através dos milagres. Esta manifestação torna a sua presença perceptível. É quando a sua glória toma conta de um lugar. Foi assim quando Salomão orou, consagrando o templo ao Senhor. (II Crônicas 7.1 a 3).

- Deus também deseja fortalecer a nossa fé, pois, sem fé, jamais iremos agradá-lo. (Hebreus 11.6) O texto afirma que os discípulos creram nele. Mas eu pergunto: Eles já não haviam crido? Claro que sim! Mas aqui o sentido da frase indica "fortalecimento", "renovação" da fé. Com certeza, os milagres de Deus em nossa vida irão renovar e fortalecer a nossa fé. Creia nisso!
 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Hoje, às 20 horas, começa a nossa Semana de Oração. Venha orar conosco e experimentar momentos preciosos na presença do Pai. Todos são bem-vindos!!

"...pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa." (Mateus 16.24b)

domingo, 6 de julho de 2014

“A cruz de Cristo”
(Colossenses 2.14 e 15)

“Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo.”

       A cruz de Cristo é algo revelador. Entendemos pela expressão “A cruz de Cristo” o evento sobrenatural que marcou a história da humanidade e que consiste na morte de Jesus Cristo. O que podemos ver espiritualmente neste evento? O que podemos aprender ao refletirmos sobre a cruz de Cristo? Quais as verdades espirituais relacionadas à este evento que podem ser aplicadas à nossa vida? Queremos abordar neste momento apenas dois aspectos relacionados à cruz de Cristo.

1. A cruz de Cristo nos revela o poder transformador de Jesus!

       Entendemos isso quando pensamos na cruz antes e depois de Cristo. Antes, cruz era sinônimo de humilhação, vergonha e marginalidade. A morte de cruz era reservada para os piores criminosos. Depois de Cristo, cruz passou a ser um símbolo de amor e de vitória. Pensar na cruz, depois de Cristo, é refletir sobre o grande amor que demonstrou por nós ali na cruz. É pensar que ali, naquela cruz, Cristo venceu a morte e também todas potestades do mal.

       Mas há um detalhe interessante: A cruz só ganhou um novo significado para aqueles que compreenderam o que realmente aconteceu naquela cruz onde Cristo morreu. Somente aqueles que creram em Jesus e o receberam como senhor e salvador puderam compreender o novo significado da cruz. O mesmo acontece ainda hoje. Assim como Jesus transformou o significado da cruz, Ele também pode transformar a nossa vida. Ele quer tirar a humilhação, a vergonha, a derrota e substituir pelo amor, pela honra e pela vitória. Para que essa transformação aconteça em nossa vida precisamos compreender o seu sacrifício na cruz; o grande amor demonstrado ali, crendo que Jesus morreu por nós.

2. A cruz de Cristo nos revela a vitória conquistada para nós!

       O texto lido afirma que a morte de Jesus na cruz realizou duas coisas importantes para que a nossa vitória fosse estabelecida: 1) Riscou a cédula que era contra nós, e 2) Despojou principados e potestades. Estas duas coisas são de fundamental importância para que andemos em vitória. Existe um princípio espiritual de que o nosso inimigo espiritual só pode agir contra nós mediante uma legalidade. O diabo, nosso adversário, só pode agir contra nós mediante autorização. Esta autorização foi dada ao diabo quando o homem pecou. O pecado é algo que nos separa de Deus. Quando andamos no pecado, nos tornamos vulneráveis aos ataques satânicos. A lei trouxe uma série de ordenanças impossíveis de serem cumpridas em sua totalidade. Essas ordenanças eram contra nós. Na cruz, Jesus pagou o preço desta dívida, tirando toda a legalidade das mãos do diabo. Por isso que o texto afirma que Jesus, na cruz, despojou principados e potestades. João escreve sobre este fato em sua primeira carta: “Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.” (I João 3.8)

       A cruz de Cristo é sinônimo de vitória! Em Cristo somos mais que vencedores. Quando cremos em Cristo e compreendemos o seu sacrifício na cruz começamos a andar em vitória. No que diz respeito a ser um símbolo de vitória, os romanos sabiam exatamente o que significava a cruz. Constantino, o imperador que afirmou ter se convertido a Jesus e que livrou os cristãos da perseguição romana; ressuscitou o seu exército ao colocar a imagem da cruz nos escudos dos seus soldados. Os romanos viviam um momento de crise militar, perdendo diversas batalhas importantes. Após um sonho onde Constantino via os escudos de seus soldados com a cruz, ele ordenou que todos os escudos fosses pintados com a cruz dos cristãos. A partir daquele momento, o exército romano passou a vencer novamente as batalhas. Eles sabiam que a cruz era símbolo de vitória.


       Jesus transformou o significado da cruz, fazendo dela um símbolo de vitória. Da mesma maneira, Jesus deseja mudar a sua vida, fazendo de você um vencedor. Isso acontece quando cremos nele e o recebemos em nossa vida como senhor e salvador. Faça esta decisão. Entregue a sua vida a Jesus Cristo e caminhe em vitória!

domingo, 29 de junho de 2014

“Coisas que jamais vimos!”
(Marcos 2.1 a 12)

Algumas questões:

       - Você já experimentou algo maravilhoso e inédito na presença de Deus? 

       - Você crê que Deus deseja lhe proporcionar esta experiência?

       - Como podemos experimentar isso?

       Deus quer nos proporcionar experiências maravilhosas que jamais experimentamos em nossa vida. Experiências inéditas! O texto lido termina dizendo que aquelas pessoas que estavam com Jesus experimentaram algo totalmente novo: “Jamais vimos coisa assim!” (Mc.2.12)

        O apóstolo Paulo confirma este desejo do Pai ao escrever: “Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam.” (I Corintios 2.9)

        Não andamos pelo que vemos e sim pelo que cremos, mas quando cremos vemos as maravilhas de Deus! “Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres,verás a glória de Deus?” (João 11.40)

       Coisas maravilhosas de Deus, que jamais vimos, acontecem em nossa vida quando...

1. Estamos cheios da Palavra de Deus!

       Jesus possuía intimidade com a Palavra de Deus. Ele era a própria palavra! O verbo de Deus. Ao ser tentado por satanás o Senhor Jesus o venceu com a palavra. (Mateus 4.1 a 11) O texto lido afirma que Jesus “...anunciava-lhes a palavra!” (Vs.2) O mestre sabe que a palavra é fonte geradora de fé. O apóstolo Paulo confirma esta verdade ao escrever: “A fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.” (Romanos 10.17)

       Para vermos coisas inéditas de Deus em nossa vida, precisamos nos encher da palavra de Deus. Leia a palavra, medite na palavra, declare a palavra de Deus constantemente. Em segundo lugar, coisas maravilhosas de Deus, que jamais vimos, acontecem em nossa vida quando...

2. Permanecemos na fé!

       Todos sabemos da importância da fé e que sem fé é impossível agradar a Deus. (Hebreus 11.1) A questão é permanecer na fé. Às vezes recebemos algo de Deus, cremos naquilo recebemos, mas não permanecemos crendo.

       A fé daqueles homens que levaram o paralítico era algo perceptível. O texto diz: “Vendo-lhes a fé!” (Vs.5) Jesus olhou para eles e viu fé. O que Deus vê quando olha para nós? Muitas vezes não recebemos os milagres de Deus porque ao olhar para nós Ele vê apenas murmuração e incredulidade. A incredulidade bloqueia a ação de Deus em nossa vida. (Marcos 6.5 e 6)

       A fé sempre irá encontrar obstáculos. (Vs.4) Aqueles homens, cheios de fé, venceram os obstáculos e por isso viram o que nunca tinham visto. Por último, coisas maravilhosas de Deus, que jamais vimos, acontecem em nossa vida quando...

3. Tomamos posse do perdão de Deus e andamos em santidade!

       O pecado sempre será um problema para a manifestação de Deus em nossa vida. O profeta Isaías nos advertiu em relação a isso. (Isaías 59.1 e 2) Pecado é “errar o alvo” Não atingir o padrão de Deus para a nossa vida. Este alvo é Jesus! Todas as vezes que agimos diferente do que Jesus agiria, pecamos.
       O problema é que hoje não se fala mais em pecado. O relativismo da pós-modernidade tomou conta até mesmo das pregações. Tudo é relativo. Entretanto, para aqueles que querem ver coisas inéditas de Deus em sua vida, o problema do pecado precisa ser resolvido.

       A boa notícia é que Deus já providenciou a solução para o pecado, aleluia! Em Cristo todos os nossos pecados foram perdoados. Todos! O que precisamos fazer é receber este perdão e caminhar em santidade de vida, pois ele não apenas nos perdoou, como também nos deu vitória sobre o pecado: “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça.” (Romanos 6.14)

       Receba esta palavra, crendo que o Senhor deseja lhe proporcionar experiências maravilhosas, totalmente inéditas, na presença dele; para a glória dele mesmo, “por que dele, por ele e para ele são todas as coisas, glória pois, a Ele eternamente!” (Romanos 11.36)

domingo, 15 de junho de 2014


“Fidelidade gera prosperidade”
(Parte 2)

       Na primeira parte desta ministração falamos sobre o conceito bíblico de prosperidade e a importância de sermos fiéis ao Senhor e à sua palavra, a fim de experimentarmos prosperidade em todas as áreas da nossa vida. Hoje vamos falar sobre os princípios que devemos observar em relação á nossa vida financeira.  

1. A fidelidade no dízimo!  
    
       A palavra “dízimo” significa “décima parte”. A Bíblia afirma: “Trazei todos os dízimos a casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa...” (Malaquias 3:10a). Dízimo, ao contrário do que muitos pensam,  não é invenção de pastores. A Bíblia nos ensina que a décima parte de tudo o que recebemos não nos pertence, é do Senhor. Trazer o dízimo diante da Igreja e entregá-lo ao Senhor, significa reconhecer esta verdade. Entregar o dízimo nada mais é do que devolver ao Senhor aquilo que é dele. Deus nos dá 90%. É nosso! Mas 10% é dele e deve ser devolvido para o sustento da sua obra.

1.1 Jesus e o dízimo.      

O Evangelho de Mateus nos mostra que Jesus valorizou o dízimo ao afirmar: “Ai de vocês mestres da Lei e fariseus, hipócritas! Pois vocês dão a Deus a décima parte da hortelã, da erva-doce e do cominho, mas não obedecem os mandamentos mais importantes da Lei que são o de serem justos com vocês devem fazer, sem deixar de lado as outras.” (Mateus 23:23 BLH)

       Jesus não apenas confirma a importância de dizimarmos, como também enfatiza que não basta entregar o dízimo sem que este dizimar seja acompanhado de uma vida íntegra e generosa, como já afirmamos anteriormente. Muitas pessoas, assim como os fariseus na época de Jesus, acham que basta entregar o dízimo e pronto, a prosperidade virá. As janelas do céu se abrirão. Engano! Precisamos ser fiéis em tudo. Não apenas no dízimo. A prosperidade financeira começa com o dízimo e continua através de uma vida de obediência a Palavra de Deus.

 1.2 O dízimo gera proteção para as nossas finanças!

       Ao falar sobre a questão do dízimo, o profeta Malaquias nos revela uma verdade importante sobre o dízimo. Vejamos: “E por causa de vós (da vossa fidelidade) repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra...” (Malaquias 3:11)

       O profeta está falando sobre as bênçãos de deus sobre aqueles que são fiéis no dízimo. “Repreender o devorador” significa dar proteção “ Na época de Malaquias era comum o ataque de gafanhotos e de outras pragas às plantações, trazendo destruição às mesmas e prejuízos aos agricultores. Mas o Senhor estaria repreendendo o devorador, trazendo proteção aos servos que fosse fiéis a Ele, evitando assim que o fruto do trabalho se perdesse.

       Quantas vezes perdemos dinheiro em um negócio mal feito, em compras erradas, estragos no carro que poderiam ser evitados como batidas, acidentes; etc. É o devorador consumindo o fruto do nosso trabalho. Quando somos fiéis ao Senhor nos dízimos somos protegidos por ele do devorador. Nosso salário rende, e ainda que algum imprevisto aconteça somos supridos pelo Senhor, Aleluia! Aquele que é fiel ao Senhor tem suas finanças protegidas pelo Senhor. Dízimo gera proteção!

2. Fidelidade nas ofertas!

       Você já ouviu alguém dizer: “Mas eu sou dizimista e não prospero! Não me falta nada, mas não vejo progresso nas minhas finanças.” Como pastor já ouvi muitos irmãos dizendo isso. O problema é que muitos não prestam a atenção no que a Palavra de Deus diz. Muitos acham que Deus quer que sejamos fiéis somente na entrega do dízimo. Entretanto, o profeta Malaquias afirma: “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas!” (Malaquias 3:8) Deus espera fidelidade de nós não somente no dízimo, mas também nas ofertas.

A fidelidade nos dízimos gera proteção e a fidelidade nas ofertas gera multiplicação!
    
       Precisamos entender que quando entregamos ao Senhor o dízimo não estamos fazendo nada de extraordinário. O dízimo não é nosso, não nos pertence; estamos apenas devolvendo ao Senhor aquilo que é dele. É como se algum amigo seu fosse viajar e deixasse o carro dele com você. Ao voltar da viagem você vai lá e devolve ao seu amigo o carro dele. Eu pergunto: Você teve algum mérito em devolver o carro? Claro que não! Ele não era seu, mas do seu amigo. Agora, se você desse o seu carro de presente ao seu amigo, aí sim teria méritos. Você deu algo que lhe pertencia, demonstrando consideração pelo amigo.

       O mesmo acontece quando entregamos nossa oferta. A oferta é tirada da parte que Deus nos dá, ou seja, dos 90% . Oferta é algo além do dízimo que tiramos daquilo que nos pertence. Ela representa um esforço da nossa parte. Mais do que isso, a oferta representa uma semente que é lançada na terra. Precisamos entender que o Reino de Deus funciona a partir de um princípio: A lei da semeadura! Leia com atenção o texto o texto abaixo:

“O Reino de Deus é assim, como se um homem lançasse uma semente à terra.” (Marcos 4:6)

“E dizia: A que assemelharemos o Reino de Deus? É como um grão de mostarda, que quando semeado na terra...” (Marcos 4:30 e 31)

       O apóstolo Paulo aplica a lei da semeadura ao falar das ofertas que os irmãos de Corinto deviam levantar para os irmãos da Judéia:

“E digo isto: O que semeia pouco, pouco também ceifará; o que semeia em abundância, em abundância também ceifará. Cada um contribua segundo propôs em seu coração; não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra(...) Ora, aquele que dá a semente para semear e pão para comer, também multiplicará a vossa sementeira, e aumentará os frutos da vossa justiça, para que em tudo enriqueçais, para toda a beneficência, a qual faz com que por nós se dêem graças a Deus.” (II Coríntios 9:6,7,8,10 e 11)

Queremos destacar cinco verdades encontradas neste texto sobre oferta e sobre o princípio de semeadura que envolve o ofertar.

1° Quem semeia pouco colhe pouco! ( II Cor.9:6)

Você já viu alguém plantar 2 hectares de terra e colher sobre 5? Com certeza não! Colhemos de acordo com aquilo que plantamos. É assim que funciona o princípio da semeadura. Muitos querem prosperar mas não semeiam, e quando o fazem ofertam o resto, o que sobra e não o melhor. Quem semeia pouco colhe pouco! Agora, o que é pouco para alguns pode ser muito para outros. Nossa semeadura será considerada a partir da nossa realidade, e o Senhor conhece a realidade de cada um.

2° Somos livres para ofertar! (II Cor.9:7)

Deus nos dá liberdade para decidirmos quanto vamos dar. A decisão de quanto devemos ofertar deve ser tomada em oração, buscando a orientação do Espírito Santo; perguntando ao Senhor: Quanto devo dar? Quando ofertamos por emoção ou por pressão podemos nos arrepender depois. Aí nossa oferta não terá valor como semente.

3° Devemos ofertar com alegria! (II Cor.9:7)

Não há nada errado em ofertarmos pensando naquilo que vamos colher. A Palavra de Deus nos dá o direito de ofertarmos e esperarmos os frutos da nossa semeadura. Nenhum agricultor planta e esquece do que plantou. Todo aquele que semeia espera colher de acordo com o que plantou. No entanto, o Senhor espera que a nossa fidelidade nas ofertas seja exercida com alegria. Devemos nos sentir felizes por estarmos semeando no Reino de Deus, contribuindo para que a obra do Senhor prossiga.

4° Deus nos dá a semente! (II Cor.9:10)

Já dissemos neste estudo que Deus não pede nada que não temos, ou que não tenha nos dado antes. Veja que benção: O Senhor mesmo nos dá a semente para semearmos. Interessante que o texto nos diz que ele dá a semente para semearmos e o pão para comermos.Por que será que o Senhor fala sobre pão num momento em que o assunto não é comida? É por que, infelizmente, muitos comem o pão e a semente! Pão é para comer, semente para semear. Não coma a sua semente. Deus lhe deu para que você a semeie. Você tem semeado a semente que recebe do Senhor? Tem demonstrado fidelidade em suas ofertas?

5° Deus multiplicará nossa oferta! (II Cor.9:10)

Pode ter certeza: Deus irá honrar sua fidelidade em ofertar. Poderíamos citar muitos testemunhos concernentes à esta verdade, mas queremos apenas destacar o fato de que o Senhor é aquele que multiplica a nossa semente. No evangelho de Marcos lemos que isso pode acontecer à base de 30,60 ou até 100 vezes mais. (Marcos 4:8) A Palavra de Deus nos informa que Deus abençoou Isaque multiplicando a sua semeadura 100 vezes mais: “Naquele ano Isaque fez plantações ali e colheu cem vezes mais do que semeou.” (Gênesis 26.12)


       Que o Senhor nos conceda graça e misericórdia a fim de permanecermos fies à Ele em todo o nosso caminhar.

domingo, 8 de junho de 2014

FIDELIDADE GERA PROSPERIDADE!

    1.    O que podemos entender por “prosperidade”, de acordo com a Bíblia?
    2.    É pecado ser rico?
    3.    De acordo com a Bíblia, como podemos ser prósperos?

       Quando dizemos prosperidade, não estamos nos referindo apenas ao aspecto financeiro. O termo “prosperidade” na Bíblia refere-se ao todo. Ser próspero no sentido bíblico é ser bem sucedido em todas as áreas da nossa vida. Nos nossos relacionamentos, em nossa vida familiar, profissional, financeira, etc.

       Foi com este sentido que o Senhor disse a Josué: “Não se aparte da sua boca o livro desta lei, antes medita nele dia e noite; para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo o que nele está escrito, porque então farás prosperar o teu caminho...” (Josué 1:8)

Ao dizer estas palavras a Josué, o Senhor estava afirmando que ele seria bem sucedido em tudo o que fizesse; e assim aconteceu, pois este era o desejo de Deus para com Josué, assim como o é também para nós.

1. PROSPERIDADE – DESEJO DE DEUS!

       Quando falamos em prosperidade financeira, a primeira coisa que precisamos entender é que Deus quer que sejamos prósperos! A Palavra de Deus afirma esta verdade: Gálatas 3:13 e 14

       A benção de Abraão a que o apóstolo Paulo se refere no texto acima, inclui, além de uma grande descendência, riquezas e bênçãos espirituais. Quando lemos a história de Abraão, vemos que Deus o abençoou em todos os sentidos.O mesmo vale para nós. A benção de Abraão está sobre a Igreja de Jesus Cristo, aleluia!

       Alguns dizem: “Ah, mas Cristo não tinha onde reclinar a cabeça...devemos viver como ele viveu...o dinheiro é a raiz de todos os males, etc.” Eu mesmo já pensei assim. Ainda prego que devemos viver como Jesus viveu, buscando ser semelhantes a Ele. Mas esta semelhança deve ser buscada no que diz respeito ao caráter. Além do mais, o dinheiro não é a raiz de todos os males, e sim o amor ao dinheiro é que se constitui em um problema. No aspecto material a própria Palavra nos afirma:

“Porque já sabeis a graça do nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, por amor de vós se  fez pobre, para que por sua pobreza vos tornassem ricos!”(II Cor.8:9)

Alguns ainda assim insistem em dizer: “Mas neste texto Paulo está se referindo às riquezas espirituais...” Não mesmo! Quando lemos os capítulos 8 e 9 da segunda carta de Paulo aos Coríntios, constatamos que Paulo estava falando de  ofertas em dinheiro. O assunto destes dois capítulos é dinheiro! Veremos abaixo mais alguns versos destes capítulos.

1.1 Para abençoarmos outros!

Agora vejamos algo muito interessante: Por que Deus deseja que sejamos prósperos? Deus não faz nada sem um propósito. Existe algum propósito no fato do Senhor desejar que sejamos ricos? A própria palavra dele nos responde. Vejamos:

“E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que, tendo sempre tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra.” (II Cor.9:8)

       Deus deseja que sejamos prósperos para praticarmos a generosidade. Ajudar aos necessitados. Somos abençoados para abençoar! No mesmo capítulo nove da sua segunda carta aos coríntios o apóstolo Paulo escreve: “Ele fará com que sejam sempre ricos para que possam dar com generosidade...” (II Cor. 8:11)

1.2  Para pagarmos as nossas contas!

Em segundo lugar, Deus deseja que sejamos prósperos financeiramente para não devermos nada a ninguém! Vejamos o que nos diz a Palavra de Deus: “A ninguém devais nada, a não ser o amor.” (Romanos 13:8)

       A dívida nos prende aos nossos credores. Muitos estão enfermos por causa de dívidas. Não conseguem dormir direito, andam ansiosos porque contraíram dívidas além de suas possibilidades. Outros devem porque os negócios não aconteceram como era esperado. Há muitos motivos para o endividamento, mas as conseqüências são as mesmas: Ansiedade, gente cobrando na porta de casa, por telefone, por e-mail, vergonha por não poder pagar, etc. Não é vontade de Deus que vivamos endividados, por isso ele deseja nos dar em abundância. É claro que devemos ser sábios e fiéis na administração dos recursos que o Senhor coloca em nossas mãos. Principalmente termos cuidado para não assumirmos compromissos financeiros além do que realmente podemos pagar. Mas, o primeiro passo para termos uma vida próspera é crermos que Deus deseja que sejamos prósperos! Você não precisa viver cheio de dívidas, sendo privado de muitas coisas necessárias à sua existência. Deus quer lhe dar em abundância!

2. FIDELIDADE – A CHAVE PARA A PROSPERIDADE!

Deus não apenas deseja que sejamos prósperos, como também nos revela como podemos ser prósperos. Queremos examinar novamente as palavras ditas pelo Senhor no primeiro capítulo do livro de Josué: Josué 1:8. O que Deus está pedindo a Josué é que ele seja fiel. Deus requer fidelidade! E na Bíblia fidelidade está intimamente ligada ao cumprimento da palavra de Deus. Ser fiel é andar conforme a Palavra:

“Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás pois o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração.” (Deuteronômio 6:4 a 6)

Percebeu? Ser fiel a Deus, amá-lo de todo o coração significa guardar as suas palavras em nosso coração, ou seja, viver de acordo com a sua Palavra; agir em conformidade com ela. O Senhor Jesus confirma esta verdade ao dizer: João 14:21 O manifestar-se de Cristo em nós significa a operação do seu poder em nossas vidas, em todas as áreas; inclusive na área financeira. Muitas pessoas confundem salvação com o desfrutar as bênçãos de Deus. Salvação nos livra do pecado e nos dá acesso à presença de Deus e às suas bênçãos. Por isso o apóstolo Paulo diz:

“Bendito seja Deus e Pai do nosso Senhor Jesus Cristo, o qual já nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo Jesus.” (Ef.1:3)


Esta salvação é pela fé. É fruto daquilo que Jesus fez por nós na cruz. (Efésios 2:8). Entretanto, o desfrutar das bênçãos recebidas em Cristo é resultado daquilo que nós fazemos; conseqüência da nossa obediência e fidelidade. Veja com atenção: “Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós; pedireis tudo o que quiserdes e vos será feito.” (João 15:7)

terça-feira, 3 de junho de 2014

"O segredo do poder espiritual!"

"Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes" (Jeremias 33.3)

- A oração é a chave para  manifestação do poder de Deus em nossa vida. Por isso, esta é a área onde enfrentamos as maiores batalhas.

- Há duas vontades em nosso caminhar: A vontade de Deus e a vontade do inimigo. Quando oramos, a vontade de Deus toma conta da nossa vida. Quando deixamos de orar, a vontade do inimigo passa a nos controlar. Quando oramos, somos guiados pelo Espírito de Deus, mas quando não oramos somos guiados pela carne. É bom lembrarmos que os que estão na carne não podem agradar a Deus: Romanos 8.7 e 8.

1. Precisamos dar o primeiro passo!

- Às vezes alguns irmãos pedem a Deus para que os ajude a orar. Precisamos entender que Deus nos ajuda quando oramos! O primeiro passo é nós quem precisamos dar. Temos que nos dispor a orar. Para isso, precisamos ter domínio sobre o nosso corpo: (I Coríntios 9.27)

- O poder está em Deus (Salmo 62.11). Jesus recebeu este poder (Mateus 28.16). E este poder é liberado sobre a nossa vida quando oramos. Não há nada novo. Não outro segredo. Somente a oração nos conduz ao poder de Deus.

2. Não orar é pecado!

- Deixar de orar é pecado: (I Samuel 12.23) Por isso o apóstolo Paulo era um homem de oração e nos exortava a orar: "Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações." (Efésios 1.16); "Por causa disto me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo..." (Efésios 3.14); "Orai sem cessar!" (I Tessalonicensses 5.17)

- A falta de oração começou com a queda do ser humano. Adão, após ter pecado, escondeu-se de Deus. Fugiu da presença de Deus. (Gênesis 3.9 e 10). Podemos nos esconder EM DEUS, que é quando oramos; ou nos esconder DE DEUS, que acontece quando deixamos de orar. Se não temos orado, precisamos pedir perdão a Deus e começarmos um novo momento em nossa vida espiritual, dedicando-nos à oração.

3. Orar faz diferença!

- A oração faz diferença. No salmo 3 podemos constatar isso. O salmista estava enfrentando perseguição e sofrimento. (Vs.1 e 2) Diante desta situação ele clama ao Senhor (Vs.4). Então, ele experimenta o cuidado do Senhor, proteção e benção. (Vs.5 a 8)

4. A oração nos faz permanecer no Senhor!

- Caminhamos em vitória quando permanecemos no Senhor. Em Isaias 40.28 a 31;  o profeta nos ensina sobre a importância de esperarmos em oração. Nossa força natural não é suficiente para permanecermos no Senhor. "Os jovens se cansam" Juventude é sinônimo de força e disposição. mas até mesmo os jovens se cansam. A força natural tem suas limitações. Mas quando esperamos no Senhor nossas forças são renovadas; subimos como águias. As águias permanecem em lugar alto esperando o vento para voarem. Na verdade, elas são levadas pelo vento, usando a própria força do vento para subirem. Assim acontece conosco quando oramos, somos levados pelo vento do Espírito de Deus às alturas, aleluia!



- Perceba no texto de Isaías que "correr" vem antes de "andar". "Correr" traz a ideia de "alcançar". Corremos para alcançar algo. Através da oração corremos para Deus e depois andamos em sua presença; permanecendo nele.    

quarta-feira, 28 de maio de 2014

“Deus é Deus!”
(Números 23.19 a 23)

- Certa vez ouvi a história de um homem que havia se afastado dos caminhos do Senhor. Ele disse que se desviara devido a muitas decepções com homens que participavam com ele na Igreja a qual pertencia. Até que um dia, em oração, ele teve a convicção plena de que homem é homem, limitado, cheio de falhas, mas DEUS É DEUS!

- Deus não é homem, Ele nos ama e jamais irá nos decepcionar. Não há melhor maneira de vencermos os desafios diários, vencer os nossos adversários; do que focar nesse Deus maravilhoso a quem servimos. Deus é Deus!

- A história que cerca o texto lido começa no início capítulo anterior. Balaque, rei dos moabitas, ao perceber a força de Israel e sua sede de conquista, tentou se prevenir para evitar ser conquistado por Israel. Para isso, ele contrata Balaão, um sacerdote daquela região, para amaldiçoar a Israel. Neste momento, Balaque percebe que o povo de Deus era muito mais forte do que ele pensava. É neste momento, que aquele povo percebe quem era, realmente, o Deus de Israel.

- Há neste texto uma profunda revelação do Deus de Israel. Em primeiro lugar, ao ler este texto aprendemos que...

1. Deus é fiel às suas promessas! (Vs.19)

- O texto lido afirma: “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?” (23.19)  

- Quando Deus nos chama e nos desafia, Ele também nos faz promessas para que possamos vencer estes desafios inerentes ao seu chamado. Foi assim com Abraão, que ao ser chamado recebeu a promessa de que seria grandemente abençoado e pai de uma grande nação. As promessas feitas a Abraão foram todas cumpridas.

- Ao nos chamar e nos delegar a grande comissão, o Senhor Jesus também nos prometeu estar conosco todos os dias. (Mt.28.20) Esta presença diária de Deus ao nosso lado nos garante tudo aquilo que precisamos para o desenvolvimento da nossa missão. É uma presença abençoadora!

- Precisamos crer que servimos a um Deus que é fiel às suas promessas. Não permita que o inimigo venha semear dúvidas em sua mente em relação a Deus. Servimos a um Deus fiel. Deus é Deus!

Em segundo lugar, o texto lido também nos ensina que...

2. Deus é poderoso! Vs.22

- Diz o texto: “Deus os tirou do Egito; as suas forças são como as do boi selvagem.” O autor demonstra o poder de Deus, primeiramente, referindo-se à ação de Deus na história do seu povo. A libertação do Egito foi uma grande e maravilhosa manifestação do poder de Deus, que interferiu no coração de faraó e também na natureza. Deus manifestou o seu poder de diversas maneiras, por meio de muitos milagres. O nosso Deus é o Deus do sobrenatural!

- Depois de falar sobre a ação de Deus na história, o autor bíblico compara a força de Deus ao boi selvagem. Esta espécie era muito maior que o boi comum e devido á sua força não podia ser domado. Falar da força do boi selvagem era falar de uma força incomparável. Servimos a um deus poderoso, cuja força é incomparável, aleluia!

- O poder de Deus não muda. Ele é o mesmo ontem, hoje e o será eternamente. Este poder é o mesmo poder que Jesus delegou aos seus discípulos ao enviá-los a pregar: “Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum” (Lc.10.19) É o mesmo poder delegado a nós, hoje.

Em terceiro lugar, o texto lido também nos ensina que...

3.  Deus é aquele que abençoa o seu povo! Vs.20

- Deus nos tem abençoado! Esta expressão possui a idéia de continuidade. Deus nos abençoou e continua a nos abençoar. Desde o início Deus desejou nos abençoar. (Gênesis 1.28) Em Jesus somos abençoados. (Ef.1.3)

- Mas, neste texto, temos uma revelação muito profunda sobre a benção de Deus em nossa vida: Ninguém pode mudar a realidade da benção de Deus em nossa vida! “...eu não o posso revogar!”, foi o que disse Balaão. Quando Deus abençoa ninguém pode amaldiçoar, ninguém pode mudar esta realidade.
Por isso o texto ainda diz: “Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel.” (Vs. 23)

Por, último, o texto lido nos exorta e nos motiva afirmando que...

4. Deus é digno de ser louvado! Vs.21

- Deus nos criou para o louvor da sua glória. Isso significa, em primeiro lugar, que devemos viver uma vida que glorifique a Deus. Nossas atitudes, nossas palavras, devem glorificar a Deus.

- O texto, entretanto, nos fala de um louvor feito como congregação reunida: “...no meio dele se ouve a aclamação de um rei.” A aclamação a um rei nesta época era feita de forma vibrante, entusiasmada. Creio que a melhor maneira de entendermos esta maneira de louvor e associarmos esta manifestação á vibração de um gol da seleção brasileira em um jogo de copa do mundo. É essa mesma vibração que deus espera de nós quando estamos em sua presença. Deus deseja ser louvado por um povo vibrante, alegre, entusiasmado. Ele é digno de ser louvado!


terça-feira, 20 de maio de 2014


“Vivendo pela fé!”
(Mt.6.25 a 34)

- Algumas questões para a nossa reflexão:

  * Qual a importância da fé em nossa caminhada com Jesus?

  * A ansiedade pode caminhar junto com a fé?

  * Como posso saber se estou vivendo pela fé?

 
- Há algo que não podemos nos esquecer quando falamos de viver em Jesus. A vida com Jesus, aos olhos humanos, não é normal! A vida com Jesus é algo sobrenatural. O apóstolo Paulo afirmou: “Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.” (I Cor.1.18)  Viver com Jesus é caminhar pelo sobrenatural. Não há outro jeito. O escritor aos hebreus afirma: “Sem fé, é impossível agradar a Deus...” (Hebreus 11.6)
 
- No texto lido Jesus nos fala sobre esse viver pela fé. Ele nos fala de uma maneira muito clara qual é a diferença entre aquele que vive pela fé e aquele que não crê. Esta diferença, para espanto de muitos, não tem a ver com o estar na Igreja, porque há muitos que vivem na igreja mas não vivem pela fé, não conhecem o sobrenatural de Deus. Acham que podem ter controle sobre a sua vida, sobre o futuro. Esta diferença também não tem nada a ver com a aparência. Não se conhece um discípulo pela aparência. Tem muita gente que não tem aparência de crente mas vive pela fé, assim como tem muita gente com cara de crente, roupa de crente, olhar de crente, mas que também não vive pela fé.
- Qual é a diferença? Como podemos ter a certeza de que estamos, realmente, vivendo pela fé?
- De acordo com o texto, podemos afirmar que vivemos pela fé...

 1. Quando não ficamos ansiosos em relação ao futuro! Vs.31 e 32

- A ansiedade é um mal que pode gerar muitos outros males em nossa vida. Ansiedade é preocupação excessiva a respeito de algo. A ansiedade jamais poderá andar junto com a fé.
 - Quando vivemos pela fé descansamos no Senhor. Cremos que Ele é quem nos sustenta e guarda. Ele, e somente Ele é quem pode garantir o nosso futuro.
 - O incrédulo não pensa assim. Ele acredita que pode garantir o seu futuro acumulando bens e por isso trabalha muito para que possa descansar e desfrutar, no futuro, do seu precioso trabalho. É como aquele homem citado por Jesus:

 "E propôs-lhe uma parábola, dizendo: A herdade de um homem rico tinha produzido com abundância; e ele arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei? Não tenho onde recolher os meus frutos. E disse: Farei isto: Derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; e direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus. (Lc.12.16 a 21)

- Há uma outra coisa, dita pelo salmista, que não podemos nos esquecer: Salmo 127.1

2. Vivemos pela fé, quando temos tempo para Deus e sua obra!

6.33   buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
- Só tem tempo para Deus hoje quem realmente vive pela fé! Quando vivemos pela fé, encontramos tempo para buscar a Deus. O reino de Deus é o domínio dele sobre a nossa vida. Buscar o reino de Deus significa obedecê-lo. Obedecer a sua palavra. Buscar o reino de Deus significa que quando leio na palavra que devo entrar no meu quarto e buscar ao Pai em oração, encontro tempo para isso; quando leio na palavra que devo congregar com meus irmãos, encontro tempo para isso e quando leio que devo fazer discípulos, também encontro tempo para obedecer ao chamado do Pai.
- Quando vivemos pela fé temos tempo para Deus e sua obra! Veja bem, tempo para fazer algo é uma questão de importância. Sempre terei tempo para aquilo que é importante para mim. Alguém fala para você: “Amigo, preciso ir a Pedro Gomes amanhã, estou sem carro, mas se você me levar até lá posso lhe pagar dez mil reais, e pago adiantado! Responda-me: Você arruma ou não tempo para levar esse amigo até Pedro Gomes?
- Quando não temos tempo para Deus e também para a sua obra, estamos dizendo que ele não é importante para nós!
- As palavras são do próprio Jesus: “Buscai em primeiro lugar...” Para obedecermos precisamos viver pela fé.
- Quando tive a oportunidade de morar em Londres me espantava com o número de Igrejas fechadas. Percebi que o nível do capitalismo que eles vivem contribuiu muito para isso. Neste nível, o foco é a produção, o consumo e por isso trabalha-se demais. Não há mais tempo para Deus, e o resultado é o fechamento das igrejas.
- Caminhamos para um nível diferente de vida em nosso país. Aqui também estamos trabalhando mais, consumindo mais e servindo a Deus “de menos”. Como tenho me comportado em relação a esta realidade. Estou vivendo pela fé?!