NOSSAS REUNIÕES
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Domingo: 19:00 - Encontro de Celebração
Quarta-feira: 20:00 - Encontro de Oração e Estudo Bíblico

Todo 1º Sábado do Mês: 19:30 - Encontro de Homens
Todo Último sábado do Mês: 19:30 - Sábado Jovem







terça-feira, 7 de agosto de 2012

Programa de Leitura Bíblica - 10/08/2012

Filipenses 4:1 a 13

 Questões: 1) Como podemos experimentar a paz de Deus?

                   2) Para que tipo de situação Paulo se sentia preparado?



Juntas e ligamentos de Companheirismo

“Do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor.” (Efésios 4:16)

Jesus não apenas estabeleceu vínculos fortes entre ele e seus discípulos. Também relacionou os discípulos entre si. Várias vezes os enviou “dois a dois”:

“Chamou Jesus os doze e passou a enviá-los dois a dois, dando-lhes autoridade sobre os espíritos imundos” (Marcos 6:7)

“Depois disto, o Senhor designou outros setenta; e os enviou de dois a dois, para que o precedessem em cada cidade e lugar onde estava para ir.” (Lc.10:1)

Saíam sem o mestre! Que relação profunda tinham que desenvolver. A oração, os conselhos, a paciência, o perdão, o cuidado, etc. Esta relação de companheirismo entre os discípulos permitia o agir do Espírito Santo e o crescimento espiritual de cada discípulo.

A relação de Jesus com eles era de discipulado, uma relação vertical. A relação “dois a dois”, é uma relação horizontal, que chamamos de companheirismo. Na relação de discipulado, alguém mais maduro cuida de um discípulo mais novo. Na relação de companheirismo os dois se responsabilizam mutuamente por edificarem um ao outro.

“Melhor é serem dois do que um, porque se produz mais no trabalho. Porque, se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante.” (Eclesiastes 4:9 e 10)

“Um ao outro ajudou e ao seu próximo disse: Sê forte!” (Isaías 41:6)

O relacionamento de companheirismo deve ser caracterizado:

  1. Pelo amor!

“Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.” (João 13:34 e 35)

O amor carrega em si a lealdade e a fidelidade. Virtudes que nos capacitam a superar qualquer provação que possa surgir. O amor também envolve atenção, cuidado e respeito.

  1. Transparência!

“Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.” (Tiago 5:16)

“Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade; Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.” (I João 1:6 e 7)

  1. Sujeição!
Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus.” (Efésios 5:21)




O que fazer nos encontros das juntas de companheirismo?

1. Ler a Palavra! Revisar textos que foram ministrados, buscar textos na Palavra de Deus que possam trazer consolo, ânimo, etc; de acordo com a necessidade de cada um.

2. Orar juntos! Apresentar as necessidades para oração e gratidão. As juntas podem desenvolver uma lista de oração.

  1. Proclamar juntos! As juntas podem – e devem – sair para fazerem visitas a enfermos, a desviados, ou simplesmente visitar um amigo para que se estabeleça laços de amizade e assim proclamar a este amigo o evangelho do reino.


As juntas devem se reunir, no mínimo, uma vez na semana!

domingo, 15 de julho de 2012

Curso "Restaurando a Visão!"
Entrega dos certificados




















































































sábado, 7 de julho de 2012


Igreja Batista Novo Tempo

Nossa Visão

Ser uma família de muitos filhos semelhantes a Jesus!

Nossa Missão

Fazer discípulos! Nosso encargo é edificar uma igreja de vencedores, onde cada discípulo é um ministro e cada casa uma extensão da Igreja.


Introdução

Certa vez ouvi uma afirmação que dizia o seguinte: Nenhum vento é favorável quando não se sabe em que porto desejamos chegar. Definir o destino é fundamental para quem deseja chegar a algum lugar. Como igreja temos um destino, um propósito, uma visão. Sabemos onde queremos chegar e o que devemos fazer para alcançarmos nosso destino. Nossa visão e nossa missão estão baseadas na Palavra de Deus, alicerce seguro para todo aquele que deseja edificar uma vida que agrade ao Pai.

Nesta primeira palavra iremos iniciar uma abordagem concernente à nossa visão. Para isso, estaremos usando o texto da Carta de Paulo aos Romanos, capítulo 8, versos 28 e 29:

“E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.”

Quando lemos o texto acima percebemos a existência de um propósito para a nossa vida. Este propósito foi estabelecido pelo próprio Deus, antes mesmo de nos criar. A palavra “predestinar” significa “definir um destino de antemão, antes de”, ou seja; mesmo antes de nos criar Deus já tinha em mente este propósito. Por isso em sua carta aos discípulos de Éfeso, o apóstolo Paulo se refere à este propósito como sendo algo eterno: “Segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor.” (Efésios 3:11)

Deus nos chamou para vivermos esse propósito e só iremos desfrutar plenamente da presença do Pai, quando entendermos e vivermos neste propósito. Para que isso aconteça é necessário conhecermos o eterno propósito de Deus. Que propósito é este? O que Deus desejou para nós antes mesmo de nos criar?

O verso 29 de Romanos 8 termina falando de “muitos irmãos.” Esta expressão indica uma família muito grande. Deus, antes de nos criar, desejou ter uma família. Na carta aos Efésios lemos: “Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e membros da família de Deus...(Ef.2:19); “do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome.” (Ef.3:15). Mas o Pai também desejou que cada um desses filhos fossem semelhantes ao seu primogênito, Jesus. Com base neste entendimento, cremos que o eterno propósito de Deus é ter uma família de muitos filhos, semelhantes a Jesus! Vejamos este propósito por partes:

Uma Família!  

O desejo de Deus é que a Igreja seja uma família. O pastor Aluísio Silva, líder da Igreja Videira em Goiânia, ao escrever sobre a vida na Igreja afirma: “A Igreja precisa ser uma grande família. A sociedade está cheia de pessoas feridas e desajustadas emocionalmente; as quais somente serão alcançadas em um ambiente de amor e aceitação familiar.” (Manual da visão de células, 2008. pp31) Todos aqueles que recebem a Jesus, crendo nele  como Senhor e salvador, tornam-se filhos de Deus e passam a fazer parte desta família espiritual. A Igreja como família é um projeto do Pai! Ao falarmos sobre família falamos principalmente de relacionamentos e unidade.Vejamos, então, algo mais sobre estes aspectos.

Relacionamentos!    

Viver em família é relacionar-se. Viver como família espiritual é relacionar-se com os irmãos. Ao estabelecer sua família espiritual, o Pai estava nos dizendo que ninguém pode vencer sozinho. Precisamos uns dos outros! Por causa disso e para isso existe a Igreja. Por isso precisamos da Igreja. Em Atos 2:44 lemos: “E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum.” A Igreja do primeiro século vivia como família. Ser igreja é cultivar relacionamentos. Se não há relacionamentos não é igreja. Pode ser um clube religioso, uma instituição ou qualquer outra coisa, mas nunca será igreja.

A igreja só existe quando os membros se relacionam em amor, ajudando uns aos outros, fortalecendo-se mutuamente na fé. Por isso o escritor aos Hebreus afirma: “Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.” (Hebreus 10:25). Quando entendemos que ser igreja é “estar junto”, “relacionar-se”, passamos a desejar o convívio com os irmãos. A participação nas reuniões e atividades da igreja torna-se indispensável. Sentimos o que Jesus sentiu: “Desejei muito comer convosco esta páscoa...” (Evangelho de Lucas 22:15).    

Unidade!

Ser família também significa unidade. Como família, estamos unidos em um só propósito. Na família de Deus não há espaço para brigões e facciosos. Ao orar pela sua igreja o Senhor Jesus pediu ao Pai: Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.” (Evangelho de João 17:21).      

Há muitas pessoas que estão na igreja, mas não possuem a visão de unidade. Semeiam discórdias, minam os corações dos que estão perto com pensamentos e idéias que não contribuem para a unidade da igreja. O apóstolo Paulo, ao concluir sua segunda carta a Timóteo o alerta: “Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males... Tu, guarda-te também dele, porque resistiu muito às nossas palavras. “ (II Timóteo 4:14 e 15).
A unidade da igreja deve ser preservada e defendida. Ser família é viver em unidade!
  
No amor de Cristo,
                                                                                                                                   Pr. José Alvarenga

segunda-feira, 25 de junho de 2012

"Vivendo para agradar a Deus!"

(Carta de Paulo aos Gálatas, cap. 1) 

"Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo...E glorificavam a Deus a respeito de mim." (Gal.1:10 e 24) 

Havia um desejo muito claro no coração do apóstolo Paulo: Agradar a Deus! Ele vivia para a glória de Deus. Quando lemos a história de Paulo percebemos claramente este propósito: Viver para a glória do Pai. Por isso os irmãos glorificavam a deus pela vida de Paulo (vs. 24)

Fomos criados para a glória do Pai! (Ef.1:5 e 6) Este é o propósito da nossa existência. A pergunta que nos desafia é: Tenho vivido para a glória do Pai? Que as nossas palavras e atitudes, nossas postagens em redes sociais, glorifiquem ao Pai. Para isso fomos criados. 

N'Ele, que viveu para a glória do Pai!

Pr. José Alvarenga.

terça-feira, 19 de junho de 2012


Orientação para as juntas de companheirismo!
(18 a 24/06/2012)

Considerando a ministração da reunião de celebração no último domingo, converse e ore com a sua junta de companheirismo sobre as seguintes questões:

     1) Uma visível marca na vida de Jesus é a obediência. Segundo o texto de João 14:21, a obediência é prova do meu amor a Deus. Esta marca de Jesus é visível em mim?

     2) Deus, nosso eterno Pai, revelou em Jesus o seu amor por nós. Amor que levou Jesus a morrer por nós. Somos gratos ao Pai e reconhecemos este amor?

     3) Estou disposto não só a reconhecer e perceber este amor, mas vivenciá-lo em meu dia-a-dia?

 Um bom encontro a todos!

 No amor de Cristo,
 Pr. José Alvarenga

terça-feira, 22 de maio de 2012


Uma igreja intima de Deus

Deus sempre procurou ser intimo do homem, sempre procurou atrair o homem à Sua presença em um relacionamento pessoal e direto. Podemos ver isso em Genesis nos capítulos 2 e 3, pois Deus falava com eles diretamente, e mesmo após a queda do homem, ao comerem da fruta proibida, Deus ainda se importou em fazer vestes para eles, mostrando que mesmo assim Ele se importava com Adão e Eva e ainda procurava um relacionamento direto e sincero com o homem.
Ao pensarmos em intimidade é importante que entendamos o que é ser intimo. A palavra intimo trás por significado: que está muito dentro; que atua no interior; entranhável; e quando pensamos em intimidade logo entendemos que é o processo de trazer “algo de fora” para dentro de si, e nos casos de relacionamentos, é  introjetar, trazer para dentro, tornar intimo a relação com outro ser humano. É esse o tipo de relacionamento que Deus espera ter com o Homem!

Um exemplos bíblicos de intimidade:

Velho Testamento

Moisés é uma das figuras do Velho testamento que possuía um relacionamento intimo com Deus. Em minha Êxodo 33:7-17 relata um dos mais lindos diálogos de Moisés com Deus, onde ele se achega perante Deus como um amigo fala com outro amigo, e Moisés não se limita a isso, ele ainda pede para que Deus revelasse a Sua Glória para ele e Deus o atende (nos versículos seguintes).
Pense comigo, Deus não precisava fazer nada disso porque Ele é Deus, o Grande EU SOU, mas o Seu amor é tão grande que isso não o impediu e não o impede de querer se relacionar com o Homem, mesmo este não merecendo.

Novo Testamento

No novo testamento o homem aprende com o próprio Filho Deus, a chamá-lo de Pai (Mateus 6:9). Vemos no velho testamento que existiam apenas alguns seres humanos que podiam entrar na presença de Deus: Profetas e Sumo Sacerdotes, fora estes não havia ninguém. Todo o relacionamento do povo de Deus com o Senhor era intermediado; não havia um relacionamento intimo com Deus, apenas sinais externos.
Jesus veio trazer ao Homem uma revolução: a Graça! As obras do Grande EU SOU não eram mais externas, como o abrir o Mar Vermelho, mas Deus começou a se relacionar com o Homem no seu intimo. A visão de um deus, longe e distante foi subvertida em um relacionamento de Pai e filho.

O pecado
O que nos separa de Deus são as nossas más atitudes. Damos o nome de pecado a tudo aquilo que fazemos que tira do foco de Deus e que nos afasta Dele. Quando o pecado entra em cena ele causa uma cisão entre o Homem e o seu Criador, a exemplo do que aconteceu com Adão e Eva, e Deus sai do centro de nossas vidas. As consequências deste fato são: enfraquecimento espiritual; perda do foco no reino de deus; alexitimia espiritual (apatia espiritual); medo; angustia; falência múltipla de sonhos (os nossos e os de Deus para nós) e passamos a colher os frutos do pecado que está demonstrado em Gálatas 5: 19-21.
É necessário que abandonemos o pecado para que possamos ser íntimos de Deus, pois a Luz não tem comunhão com as trevas. Para que possamos ser íntimos de Deus também é necessário que venhamos olhar para Jesus e seguir Seu exemplo como bons e fiéis discípulos, pois como sendo Filho de Deus ele nos ensinou a sermos a sua imagem e semelhança( João 14: 8-13). Quando isso for uma verdade em nossas vidas passaremos a viver uma vida pautada nos sonhos de Deus e com isso colheremos os frutos espirituais (Gálatas 5 22 e 23), para a Glória do nome Dele.
  

Por Lucas Henrique Rosa Silva.

terça-feira, 1 de maio de 2012

A Igreja dos sonhos de Jesus!
(2ª parte)

"E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos.E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar." (Atos 2;42 a 47)

Todos que planejam construir uma casa sonham com ela. Como será dividida, a cor, a decoração, etc. Creio que Jesus também sonhou com a sua Igreja. Como ela seria, suas características principais. Falar sobre a Igreja dos sonhos de Jesus significa falar de nós mesmos, ou seja, de todos aqueles que decidiram ser seus seguidores. Nós somos a "casa" de Deus! O apóstolo Pedro declara: "
Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo." (I Pedro 2:5) Pensar na Igreja dos sonhos de Jesus é falar daquilo que ele espera encontrar em nós, e cremos que a Igreja em Atos é a maior expressão do desejo de Jesus em relação à sua Igreja. Por isso convidamos você à uma reflexão, a partir do texto de Atos apresentado acima, sobre o que Jesus sonhou para nós.
A Igreja dos sonhos de Jesus...
É marcada pela perseverança! 
O verso 42 afirma que a Igreja do primeiro século perseverava na doutrina, na comunhão, no partir do pão e nas orações. O verso 46 afirma que esta perseverança era algo unânime, ou seja, presente em toda a igreja. A perseverança sempre foi destacada como uma marca fundamental da Igreja. "Aquele que perseverar até o fim será salvo!" (Mateus 24:13) Falar de perseverança no primeiro século não era nada fácil. A Igreja vivia sob grande perseguição. Eram muitas as dificuldades para se manter firme no evangelho do Reino. Não obstante às estas dificuldades os discípulos de Jesus perseveravam, permaneciam firmes, dedicando-se completamente ao Senhor.
Jesus sonhou com uma Igreja marcada pela perseverança. Ele espera de nós esta perseverança. Também temos as nossas dificuldades hoje, nossos problemas. Mas precisamos perseverar no senhor. Isso exige de nós determinação e compromisso. Temos dito em outras ministrações que só existem dois tipos de pessoas: Os que vencem e os que desistem. Os que desistem jamais vencem, e os que vencem é porque jamais desistiram.
Em segundo lugar, a Igreja dos sonhos de Jesus...
É marcada pela comunhão!
Quando lemos os primeiros capítulos do livro de Atos ficamos impressionados com o estilo de vida dos primeiros discípulos ali apresentado. Eles viviam em plena comunhão. Estavam juntos diariamente. Ajudavam-se mutuamente. E havia alegria neste "estar juntos". 
É quase impossível para o mundo hodierno imaginar esta situação vivida pelos discípulos do primeiro século. Vivemos a era do individualismo, da privacidade e do egoísmo. Compartilhar o que temos e considerar nossas coisas como sendo de uso comum está quase que totalmente fora de cogitação. Nem sempre se entende o "ser igreja" como uma família aliançada pelo sangue de Jesus. Cada vez mais vemos igrejas que enfatizam mais as conquistas pessoais e menos os relacionamentos. Entretanto, ser Igreja é viver como família. É nutrir nossos relacionamentos em Jesus. É vivermos ajudando uns aos outros para que o nome de Jesus seja glorificado em nossos relacionamentos. Só assim o mundo poderá crer. (João 17:21).  
Por último, a Igreja dos sonhos de Jesus...
É marcada pelo poder de Deus!
O capítulo 2 de Atos afirma que muitos sinais e maravilhas eram vistos no meio da Igreja. Estes sinais eram fruto da manifestação do poder de Deus na vida da Igreja. Mas o texto afirma também que eles louvavam a Deus com alegria (Vs.47). Cremos que esta é a chave da manifestação do poder de Deus: o louvor! Precisamos entender que quando a Igreja está reunida para louvar ao Senhor é preciso que todos ofereçamos a ele sacrifícios de louvor, que é fruto de lábios que confessam o nome do Senhor. (Hebreus 13:15). 
Infelizmente, nossas reuniões recebem mais observadores do que adoradores. Quando a Igreja abre os lábios em adoração fervorosa ao Senhor, há manifestação do seu poder. Vidas são libertas, curadas, transformadas em meio ao louvor da Igreja. Davi tinha plena consciência desta realidade espiritual a ponto de clamar: "Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca entoará o teu louvor." (Salmo 51:15) A Igreja experimentará o poder de Deus quando aprender a oferecer sacrifícios de louvor. 
Conclusão!
Temos sido a Igreja dos sonhos de Jesus? Quando ele olha para nós, encontra em nós perseverança, comunhão e disposição para louvá-lo? Temos sido perseverantes a ponto de superar dificuldades para servir ao Senhor, ou estamos sempre nos desculpando pela nossa falta de compromisso? O Senhor Jesus espera ver seus sonhos realizados na vida de cada um de nós. Pense nisso!


domingo, 15 de abril de 2012

Ministração da Semana - 15 a 21/04/2012

“A Igreja dos sonhos de Jesus!”
(1ª parte)

“E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, homens irmãos? E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar. E com muitas outras palavras isto testificava, e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas...” (Atos 2:37 a 41)

Cremos que a Igreja pertence a Jesus. Esta idéia está expressa nas palavras do próprio Jesus quando ele afirmou: “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mateus 16:18) A Igreja não pertence ao pastor ou aos líderes que dela fazem parte. Jesus é o dono da Igreja. Foi dele a idéia de formar uma igreja. E quando usamos o termo “igreja” não estamos falando de um prédio ou de uma catedral, mas sim de pessoas que crêem no Senhor Jesus e em seus ensinos, e que decidiram se tornar seus discípulos. Pois bem, se a igreja pertence ao senhor e, sendo ele o fundador da Igreja; como ele imaginou esta Igreja? Quais os sonhos que ele tinha em relação à edificação desta Igreja?

Cremos que o texto do livro de Atos dos Apóstolos citado no início desta reflexão, nos ajuda a descobrir os sonhos de Jesus em relação à sua Igreja. O texto nos mostra o início da história Igreja. Ele fala de pessoas que conheceram pessoalmente Jesus e sabiam exatamente o que ele pensava em relação à sua Igreja. Esta proximidade com o mestre fez com que os discípulos do primeiro século reproduzissem exatamente aquilo que ele planejou para a sua Igreja. E esta vivência foi registrada por Lucas, autor do livro de Atos. Queremos destacar alguns pontos importantes nesta experiência da Igreja do primeiro século, crendo que estes aspectos representam os sonhos de Jesus para a sua Igreja.

Em primeiro lugar, Jesus sonhou com...

Uma Igreja marcada por um coração sensível à palavra! (Vs.37)

A palavra de Deus é fundamental para a vida da Igreja. Mas não basta estudarmos a palavra ou conhecer muitos dos seus textos; precisamos ser sensíveis à esta palavra. O verso 37 diz: “...ouvindo eles isto compungiram-se em seu coração...”  A palavra “compungir” significa “Comover”, e esta comoção é uma comoção acompanhada de aflição, desejo de tomar uma atitude. Ao ouvirem a Palavra de Deus pregada pelo apóstolo Pedro aquelas pessoas ficaram comovidas. Na verdade, elas foram impactadas pela palavra de Deus, e isso só foi possível porque possuíam um coração sensível a esta palavra.

Os profetas já haviam revelado o desejo de Deus em ter um povo com  coração sensível à sua palavra. Ezequiel profetizou: E lhes darei um só coração, e um espírito novo porei dentro deles; e tirarei da sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne; (Ez.11:19) Coração de carne significa um coração sensível, diferente do coração de pedra. Esta profecia se cumpriu em Jesus, que ao nos batizar com o Espírito Santo nos tornou sensíveis à sua palavra. Desde o início da história da Igreja podemos perceber esta marca: Um coração sensível! É a realização do sonhos de Deus, revelado na pessoa de Jesus Cristo. Como está o meu, o seu, o nosso coração em relação à palavra de Deus? Temos tido um coração sensível à voz do Pai? Ou será que o nosso coração é um coração de Pedra?  

Em segundo lugar, Jesus sonhou com...



Uma Igreja marcada pelo arrependimento! (Vs.38)

Arrependimento é um dos temas centrais na pregação do evangelho do reino. João Batista pregou sobre o arrependimento (Mc.1:4); Jesus pregou sobre o arrependimento (Mc.1:15); e Pedro, no primeiro sermão da história da Igreja pregou sobre o arrependimento (Atos 2:38). Arrependimento não significa remorso por erros cometidos. É muito mais que isso. Arrependimento significa “mudança de direção, de atitude interior”. Arrepender-se é reconhecer que estamos vivendo de maneira errada e mudar em direção à Deus. É mudar de atitude! Antes, eu dizia: sou dono da minha vida e faço o que quero! Agora, mudei de atitude, reconheço que Jesus é o dono da minha vida e que devo fazer aquilo que ele quer. Abro mão da minha vontade para fazer a vontade do Pai.

Quando a Igreja entende o significado do arrependimento bíblico, tudo se torna mais viável. Uma pessoa arrependida anseia por fazer a vontade de Deus, demonstrando profundo desejo em obedecê-lo. Quando nos arrependemos, demonstramos interesse em fazer o que Deus quer e não o que nós queremos. É a vontade de Deus que nos move. Deus sonhou com uma Igreja marcada pelo arrependimento, onde seus discípulos desejassem somente a vontade dele. Vivendo para ele.

Em terceiro lugar, Jesus sonhou com...

Uma Igreja marcada pela presença do Espírito Santo! (Vs.38)

O Espírito Santo é a pessoa que realiza a obra de Deus em nós, dando-nos direção e capacitando-nos para uma vida produtiva na presença de Deus. Por isso Jesus afirmou: “Mas, quando vier aquele, o Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.“(João 16:13); “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.” (Atos 1:8).

Pedro reconhecia a importância do Espírito Santo, e por isso enfatizou aos seus ouvintes que, ao se batizarem, estariam recebendo o dom do Espírito Santo. Ninguém pode viver uma vida na presença de Deus sem o Espírito Santo. Também não podemos realizar nada na obra de Deus se não for pela ajuda do Espírito Santo. Quando lemos o livro de Atos percebemos a atuação marcante do Espírito Santo de Deus na vida dos primeiros discípulos.

Em quarto lugar, Jesus sonhou com...

Uma Igreja formada por muitas pessoas! (Vs. 41)

Ao chamar Abraão, Deus já nos revelava o seu desejo de ter muitos filhos. Ele prometeu a Abraão o seguinte: “Que deveras te abençoarei, e multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos.” (Gênesis 22:17) Em Romanos o apóstolo Paulo confirma o desejo do Pai em ter muitos filhos ao escrever: “Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.” (Romanos 8:29)

A visão de Deus é de muitos filhos! Muitas pessoas fazendo parte da sua Igreja. O texto de Atos nos informa que 3 mil pessoas foram batizadas no dia de pentecostes. Dias depois mais 5 mil homens foram acrescentados à Igreja (Atos 4:4); e no capítulo 2 verso 47 lemos que “a cada dia acrescentava o Senhor à Igreja aqueles que iam sendo salvos.” O sonho de Jesus envolve muitas pessoas.

Talvez alguém diga: “Mas a palavra de Deus diz que a porta é estreita e poucos são os que entram por ela!” (Mateus 7:14). É verdade! Mas ao pronunciar estas palavras Jesus estava se referindo às dificuldades que enfrentamos ao pregar o evangelho. A maior parte das pessoas rejeitam o evangelho. Este ensino se repete na parábola do semeador (Mateus 13); de quatro sementes que foram lançadas apenas uma frutificou. Entretanto, as dificuldades não devem arrefecer nossos ânimos. Devemos ter a visão de Deus, sonhar como Jesus sonhou; com uma Igreja formada por milhares de pessoas.

Os sonhos de Jesus representam a vontade dele em relação a nós, Igreja dele. Quando entendemos os sonhos de Jesus, nos esforçamos para realizarmos estes sonhos. Sonhamos com Ele e como Ele. Pense nisso!

No amor de Jesus Cristo,
Pr. José Alvarenga.

sábado, 31 de março de 2012

Ministração da Semana - 01 a 07/04/2011

"Um novo tempo pra você!"
(Romanos 12:1 e 2)

Nesta semana queremos retomar o tema proposto para este ano: "Um novo tempo pra você". Vamos pensar um pouquinho sobre as exigências deste novo tempo, ou seja, atitudes que são necessárias dentro deste novo momento e que devem visar, sempre, a glorificação do Pai.

A motivação correta!

Não podemos experimentar um novo tempo se ainda não buscamos ao Senhor com uma motivação correta. É comum hoje buscar a Deus por aquilo que ele pode nos dar. É um relacionamento que existe a partir de uma barganha religiosa: Eu busco a Deus, cumpro meus deveres religiosos e ele então me abençoa. O apóstolo Paulo nos chama a atenção para a compaixão de Deus. "Rogo-vos, irmãos, pela compaixão de Deus..." Deus nos amou primeiro e continua nos amando. Ele provou este amor ao entregar seu único filho para morrer em uma cruz. Nossa busca por Ele sempre deve ser uma resposta a este amor. Quando compreendemos o grande amor que Deus tem por nós somos constrangidos a servi-lo, motivados a viver como verdadeiros adoradores. "Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram." (II Coríntios 5:14)

Qual a sua motivação para servir ao Senhor? Você o serve por aquilo que ele já fez ou por aquilo que ele ainda irá fazer? A palavra diz que o Senhor já nos abençoou! (Efésios 1:3) Que possamos ter consciência desta realidade, considerando a compaixão de Deus e encontrando assim motivação suficiente para andarmos na presença do Pai.

Sacrificio Vivo!

O apóstolo Paulo sempre faz uso de figuras do Velho Testamento para ilustrar verdades da Nova Aliança, firmada em Cristo Jesus. O sacrifício é uma delas. É claro que Paulo não está falando no plano físico. Deus não espera nenhum sacrifício físico dos seus filhos. Quando estudamos a prática dos sacrifícios no Antigo Testamento percebemos algo comum a estes sacrifícios. Em todos eles, o sacrificante oferecia o melhor a Deus. O melhor dos animais, o melhor dos frutos do campo, etc. Isso significa que devemos oferecer o melhor da nossa vida ao Pai. O melhor do nosso intelecto, dos nossos talentos, dos nossos bens, do nosso tempo, da nossa disposição. Este é o significado do sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.

Um novo tempo exige uma nova disposição em servir ao Senhor. Devemos nos apresentar a ele como sacrifício. Colocar nossa própria vida no altar. Você tem vivido desta maneira? Pense um pouquinho e avalie a maneira como você tem se dedicado ao Senhor. Tem sido um verdadeiro "sacrifício" ou você tem dado as sobras para o Senhor? Para Deus o melhor. Sempre!

E não vos conformeis!

O discípulo de Jesus é um eterno inconformado. Ou pelo menos deve ser. A palavra "mundo" nos escritos paulinos refere-se a um sistema, ou seja, o sistema mundano; que inclui a maneira de pensar e agir do mundo que jaz no maligno. (I João 5:19) É este mundanismo que devemos rejeitar. Isso é muito mais que aparência e costumes; é um sistema, uma mentalidade. Muitos grupos enfatizam a rejeição desta ou daquela roupa, de um determinado costume relacionado a comida ou bebida; mas não é disso que Paulo está falando.

Por exemplo: o mundo hoje valoriza aquilo que a pessoa tem e não o que ela é. Somos tratados a partir da nossa relação de bens e riqueza. Isso inclui também a nossa aparência. O evangelho rejeita totalmente esta maneira de pensar. O valor do ser humano não é medido por aquilo que ele possui, mas por aquilo que ele é; criatura de Deus. Deus nos ama por aquilo que somos e assim devemos amar. Não devemos nos conformar com esta mentalidade que valoriza o ter ao invés do ser. Por isso devemos deixar Deus transformar a nossa mente, o nosso entendimento; a maneira de vermos as coisas. A partir do momento que passamos a pensar como Deus, experimentamos a sua boa, perfeita e agradável vontade. Vivemos assim uma nova dimensão de vida, um novo tempo!  

Viver uma nova realidade exige uma motivação correta, disposição para nos oferecer a Deus como sacrifício vivo, santo e agradável; e também para mudar nossa maneira de pensar. Você tem experimentado uma nova realidade em sua vida? O que falta para que isso aconteça? Pense nisso!

No amor de Jesus Cristo,
Pr. José Alvarenga.      

sábado, 24 de março de 2012

Ministração da Semana - 25 a 31/03/2012

"Qual a coisa mais importante da minha vida?"
(Mateus 6:19 a 34)


Quando entendemos que a nossa rotina de vida gira em torno daquilo que consideramos mais importante, entendemos a relevância da pergunta apresentada no tema sugerido para esta semana. O texto do evangelho de Mateus supra-citado nos ajuda nesta reflexão. O verso 21 afirma: "Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração." Tesouro aqui é entendido como aquilo que tem grande importância para nós, ou seja; aplicamos o nosso coração, nossas forças e energia naquilo que realmente é importante para nós, o nosso tesouro! Qual a coisa mais importante da minha vida? Existem muitas coisas importantes para nós. Família, trabalho, dinheiro, etc. Mas, o que é mais importante para mim?

O dinheiro!

Para muitas pessoas a coisa mais importante é o dinheiro. Elas acreditam que se tiverem muito dinheiro tudo estará bem. O futuro estará garantido. A educação e o futuro dos filhos também estarão garantidos. A saúde, a paz interior, felicidade, realização pessoal; tudo estará garantido se não faltar dinheiro. Ganhar dinheiro é bom. No mundo atual, capitalista, o dinheiro é muito importante. A Bíblia não condena a riqueza. Jesus não é contra ganhar dinheiro. Ganhar dinheiro, quanto mais melhor, é muito bom. Ter dinheiro para fazer o que se gosta é muito bom. Ter dinheiro para aplicar no Reino de Deus é muito bom. Cremos que Deus deseja nos abençoar financeiramente. Mas não devemos fazer do "ganhar dinheiro" a coisa mais importante da nossa vida. Primeiro porque o dinheiro, por mais importante e necessário que seja, jamais poderá nos garantir segurança, realização e outras coisas importantes para nós. Os exemplos são muitos. Basta um simples olhar para a vida de alguns milionários famosos para constatarmos esta verdade. O dinheiro não é tudo!

Por isso é que o texto do evangelho de Mateus registra as palavras de Jesus: "Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam." (Vs.19 e 20) O dinheiro pode acabar, por uma tragédia, por uma mudança brusca na economia do país ou por uma decisão errada do seu dinheiro. Por esta razão, o objetivo da vida não é ganhar dinheiro. Ganhar dinheiro é apenas um meio para a vida, mas não é a vida. As palavras de Jesus não condenam o "ser rico", e sim nos alertam para o perigo de fazermos da riqueza nosso alvo principal. Muitos resumem sua existência na conquista de riquezas. Onde está o seu coração?

Aparência e alimentação!

Muitos dizem: "Ah...eu não quero ser rico, meu coração não está nas riquezas...", mas não conseguem parar de se preocupar com a aparência e com outras coisas que fazem parte das nossas necessidades básicas. Estão sempre ansiosas, com medo de não terem o que comer, como pagar as contas, etc. Preste atenção, não estamos querendo fazer uma apologia, uma defesa da preguiça ou da tranquilidade irresponsável. Queremos apenas refletir sobre qual o lugar que estas coisas devem ocupar em nossa vida. Jesus afirmou: "Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?" (Vs.25) Aqui Jesus começa a nos dar uma pista sobre o que realmente deve ser importante para nós. O cuidado com o que comer e o que vestir deve fazer parte do nosso dia-a-dia, mas também não é a coisa mais importante. Não devemos estar ansiosos, demasiadamente preocupados com isso. Conheço pessoas que deixam de ir a um determinado encontro ou reunião pelo fato de não terem uma roupa para esse momento. Outros evitam receber pessoas em sua casa por não terem o que servir aos visitantes. Seriam estas coisas as mais importantes para a nossa vida? Jesus afirma que não! 

A vida!

"...Não é a vida mais do que o mantimento..." A vida, o conjunto de tudo o que somos e experimentamos é que deve receber toda a nossa atenção. Nossa vida é a coisa mais importante para nós. E onde encontramos esta vida? "...e esta vida está em seu Filho." (I João 5:11) Jesus é a vida! (João 14:6). Ele mesmo declarou: "Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância!" (João 10:10) Por isso Jesus deve ser o nosso principal alvo de vida. Quando estamos em Jesus e procuramos viver como ele viveu, encontramos a verdadeira razão da nossa existência. Encontramos vida! Quando entendemos que Jesus é a coisa mais importante da nossa vida, fazemos dele o centro de todas as nossa atenção. Um embaixador libanês que presidiu a ONU: Charles Malik (1906 --1987). Ele fez a seguinte declaração: "Jesus Cristo é meu Senhor e Deus e Salvador e minha Canção dia e noite. Posso viver sem comida, sem bebida, sem dormir e sem sr, mas não posso viver sem Jesus. Sem ele, eu teria perecido há muito tempo". (Site: www.prazerdapalavra.com.br) 


Jesus declarou: "Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." (Vs.33). Quando temos Jesus como a principal razão da nossa existência priorizamos o seu reino, a sua vontade. Buscamos em primeiro lugar as coisas relacionadas a este reino. Qual a coisa mais importante da minha vida? Jesus!. Pense nisso!


No amor de Jesus Cristo,
Pr. José Alvarenga. 

(O tema e algumas idéias desta ministração foram retirados de uma reflexão publicada no site www.prazerdapalavra.com.br, de autoria do Pr.Israel Belo de Azevedo; pastor da Igreja Batista Itacuruça, no Rio de Janeiro.)