NOSSAS REUNIÕES
Rua Brasília, 347 - Jd. Imá - Campo Grande MS

Domingo: 19:00 - Encontro de Celebração
Quarta-feira: 20:00 - Encontro de Oração e Estudo Bíblico

Todo 1º Sábado do Mês: 19:30 - Encontro de Homens
Todo Último sábado do Mês: 19:30 - Sábado Jovem







segunda-feira, 10 de junho de 2013



“As bênçãos de servirmos a Deus”
(Salmo 128)

       O salmo 128 faz parte de uma secção De 15 salmos (120 1 134), conhecida como “Os Cânticos dos degraus”. Provavelmente, estes salmos foram escritos após o cativeiro e celebram o poder e a intervenção de Deus na vida do seu povo. Quando lemos estes salmos, percebemos a expectativa confiante na intervenção de Deus e a percepção da tremenda estabilidade, poder e justiça que existe nEle. O povo sabia que servia a um Deus que honra aqueles que o amam e o servem.
       O Salmo 128 confirma esta idéia. Quando servimos a Deus somos abençoados! Por isso o salmista afirma: “Feliz aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos!” (Vs.1). Temer não significa ter medo de Deus, mas reconhecer sua soberania, sua grandeza e poder! Andar nos caminhos do Senhor significa disposição em fazer a sua vontade.

Minha vida demonstra temor ao Senhor? Tenho andado nos caminhos do Senhor?

Quando tememos ao Senhor e andamos nos seus caminhos, somos abençoados...

1.    Em nossa vida profissional!
      
       O verso 2 diz: “Pois comerás do trabalho das tuas mãos...e te irás bem”. A BLH diz: “Vc ganhará o suficiente para viver...e tudo dará certo para vc!”. O ambiente agrícola era muito presente na vida de Israel. O salmista aqui refere-se a uma colheita bem sucedida, que para o povo, representava um sinal da benção de Deus. A idéia é de benção sobre o nosso trabalho. Veremos o resultado daquilo que fazemos. Mais do que isso, cresceremos profissionalmente! Isso porque Deus estará abençoando o nosso trabalho, ajudando para que as coisas caminhem bem.

2.    Em nossa família!

        O projeto abençoador de Deus sempre engloba a família. Em Atos 16:31 lemos: “Crê no Senhor Jesus e será salvo tu e a tua casa!” O salmista fala primeiro sobre a esposa (Vs.3): “A tua mulher será como a videira...” “...como uma parreira que dá muita uva!” (BLH) A parreira necessita de apoio! A uva é matéria prima para o vinho, que na tradição judaica traz alegria ao coração do homem.

        Homens, prestem a atenção: a benção de Deus sobre a nossa família vem quando apoiamos a nossa esposa! Espiritualmente, emocionalmente, fisicamente! Isso faz parte do plano de Deus! Quando andamos nos caminhos do Senhor, nossa esposa trará alegria à nossa casa!!

        Em segundo lugar, o salmista, ainda no verso 3, se refere aos filhos. “Eles serão como oliveiras!” “...oliveiras novas!” (BLH) Agora, a idéia é de vitalidade. Saúde! A benção de Deus estará sobre a vida dos nossos filhos, trazendo-lhes saúde, vitalidade, disposição. Não apenas no aspecto físico, mas também no aspecto espiritual e emocional.

Eu creio, realmente, que a benção de Deus é para toda a minha casa? Tenho oferecido apoio à minha esposa? 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

A convenção Batista brasileira e a homossexualidade!

. "Promover políticas públicas que deixem subentendido que todas as práticas sexuais são igualmente corretas e desejáveis, representa absoluta contradição ao ensino bíblico relativo ao matrimônio, base da família, célula mater do Estado";
 
. "O matrimônio biblicamente instituído por Deus é uma união integral de corpo e mente (Gn 2.18,23-24), baseado em um compromisso de permanência e exclusividade entre o sexo masculino e o sexo feminino, e selado pelo ato sexual. (...) Não concordamos com a criação de um novo modelo de casamento contrariando a Bíblia, a própria Constituição (Art. 226) e o Código Civil (Art. 1521). Por sinal, quebrada a normatividade do casamento heterossexual, os mais diferentes modelos poderiam ser propostos, tais como: casamento aberto, casamento incestuoso, casamento temporário, casamento poligínico, casamento poliândrico etc;
 
. "Ministros religiosos não podem ser forçados a realizar e reconhecer uniões homoafetivas e devem ser respeitados em seus direitos humanos". Também "defendemos que ministros religiosos e profissionais liberais devem ter assegurado o direito de ministrar tratamento a homossexuais que assim o desejem".
 
. "Quanto à homofobia, somos contra qualquer tipo de discriminação, desrespeito, abuso ou violência, seja ela contra quem for. Todavia, nos reservamos o direito constitucional (liberdade religiosa) de discordar da prática homossexual, por entender que é biblicamente pecaminosa e viola o padrão original de Deus para os seres humanos. O Antigo e o Novo Testamento desaprovam severamente práticas homossexuais (Lv 18.22; 20.13; Is 3.9; Rm 1.24-27; 1 Co 6.9-10; 1 Tm 1.9-10). Consequentemente, não aprovamos tais práticas". 

sábado, 11 de maio de 2013




PARABÉNS MAMÃE!



Mãe, amor sincero sem exagero.
Maior que o teu amor, só o amor de Deus...
És uma árvore fecunda, que germina um novo ser.
Teus filhos, mais que frutos, são parte de você...

És capaz de doar a própria vida para salva-los.
E muito não te valorizam...
Quando crescem, de te esquecem.
São poucos, os que reconhecem...

Mas, Deus nunca lhe esquecerá.
E abençoará tudo que fizerdes aos seus...
Peço ao Pai Criador que abençoe você.
Um filho precisa ver o risco que é ser mãe...
Tudo é cirurgia, mas ela aceita com alegria.
O filho que vai nascer...

Obrigado é muito pouco, presente não é tudo.
Mas, o reconhecimento, isso! Sim, é pra valer...
Meus sinceros agradecimentos por este momento.
Maio, mês referente às mães, embora é bom lembrar...
Dia das mães, que alegria é todo dia.
J.Bernardo 

domingo, 14 de abril de 2013


“A Fé que produz resultados”
 (Mc. 11:22 a 25 - 2ª Parte)

Na primeira parte desta ministração falamos sobre a importância de exercermos a fé em concordância com a Palavra de Deus. Segundo a palavra de Deus, nossa fé irá produzir resultados, primeiramente, quando a verbalizamos: “Cri, por isso falei!” (II Cor.4:13). Não basta crer, precisamos declarar o que cremos. O próprio Deus aplicou este princípio. O livro de Gênesis afirma: “E disse Deus, haja luz; e ouve luz!” (Gênesis 1:3) As coisas começaram acontecer a partir do momento em que Deus pronunciou a palavra. Em segundo lugar, nossa fé irá produzir resultados quando falarmos diretamente ao problema. “Se alguém disser a este monte...” É preciso falar ao monte, ao problema, à necessidade. Quando estou passando por uma enfermidade, não basta crer que Jesus levou minhas enfermidades, é preciso dar ordem a enfermidade para que ele saia em nome de Jesus.

Hoje queremos falar sobre outros dois princípios que encontramos no capítulo 11 do evangelho de Marcos. Neste mesmo texto aprendemos que a nossa fé produz resultados ...

1º) Quando não duvidamos em nosso coração!

- A dúvida é uma pequena semente que surge no momento em que estamos declarando a palavra ao problema. O interessante é que ela surge em nossa mente. Preste atenção: quando estamos declarando nossa fé, fazemos isto em nosso coração, a partir daquilo que recebemos em nosso espírito. Ouvimos a palavra e cremos. Entretanto, nossa mente, nossa razão, irá questionar os princípios de Deus e da sua palavra. Por isso o apóstolo Paulo nos ensina: “Destruindo os conselhos e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus; e levando cativo todo o entendimento (raciocínio), à obediência de Cristo.” (II Cor. 10:5) É preciso deixar que Deus transforme nossa mente, e isso acontece por meio da Palavra de Deus! “A fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus.” (Romanos 10:17)

- Quando a dúvida começa a se formar em nossa mente, devemos combatê-la com a Palavra de Deus. Por isso o salmista declara: “Escondi a tua Palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.” ( Salmo 119:11)

2º) Quando cremos que se fará aquilo que dizemos!

- Precisamos entender o que significa este “crer” no contexto de marcos 11:23. Quando declaramos nossa fé, estamos crendo no que a Palavra diz. Entretanto, aqui o “crer” refere-se àquilo que dizemos. Na verdade, este “crer” tem a ver com o “agir” em conformidade com o que declaramos. É transformar nossa fé em atitude, em obras. O apóstolo Tiago afirma: “Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios crêem, e tremem. Queres, pois ficar certo, ó homem insensato, de que A FÉ SEM AS OBRAS É INOPERANTE? Não foi por obras que o nosso Pai Abraão foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho, Isaque? Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou.” (Tiago 2:19 a 22)

- Este “crer” também está relacionado ao “permanecer” na fé declarada. Muitas vezes declaramos a nossa fé, começamos a agir em conformidade ao que declaramos, mas antes que a benção seja plenamente consumada começamos a dar lugar à dúvida e perdemos a nossa benção. Vejamos o exemplo de Pedro: “E ele disse: Veml E Pedro, descendo do barco, andou por sobre as águas e foi ter com Jesus. Reparando, porém, na força do vento, teve medo: e, começando a submergir, gritou: Salva-me, Senhor! E, prontamente, Jesus, estendendo a mão, tomou-o e lhe disse: Homem de pequena fé, POR QUE DUVIDASTE?(Mateus 14:29 a 31)

Quando agimos de acordo com a nossa fé e permanecemos firme neste "agir", experimentamos as bençãos e os resultados da nossa fé. Pense nisso!

No amor de Jesus Cristo,
Pr. José Carlos Alvarenga

domingo, 7 de abril de 2013


“A FÉ QUE PRODUZ RESULTADOS...” (Mc. 11:12 a 25)

- Você tem fé! (Romanos 12:3)Todos que estamos aqui nesta noite temos fé; por isso estamos aqui. A questão não é se temos ou não temos fé, mas sim porque, mesmo tendo fé, não vemos as coisas acontecerem?

- Há muitos motivos pelos quais a fé pode não funcionar, mas o principal deles está no fato de não exercermos nossa fé em conformidade com a Palavra de Deus! Cremos do nosso jeito. Agimos conforme achamos estar certo, conforme aprendemos ao longo dos anos na Igreja.

- O texto do evangelho de Marcos é fundamental para o exercício da nossa fé. É o “b.a.bá” da fé. Nele encontramos a base para o exercício da fé. Aprendemos que a minha fé produz resultados...

Quando eu faço como Jesus fez! - Muitas vezes não entendemos os 3 estágios presentes na vida de Jesus. Primeiramente vemos Jesus como aquele que estava com Deus (João 1:1); em segundo lugar Jesus como Homem (João 1:14); e em terceiro lugar Jesus glorificado (Ef.1:20) Nossa tendência é vermos Jesus apenas como parte da divindade, e por isso achamos que não podemos viver como ele viveu, agir como ele agiu e realizar as mesmas obras que ele realizou.

- Jesus como homem viveu para nos mostrar como se deve viver! Ser cristão é algo totalmente prático e não teórico. Ser cristão não é falar sobre o que cremos, mas principalmente viver o que cremos. Não é algo teórico, religioso, mas algo prático! Por isso o próprio Jesus declarou: “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz façais vós também.” (João 13:15). Estas palavras de Jesus são confirmadas pelo apóstolo Pedro quando ele diz: “Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas.” (I Pedro 2:21)

- E no que diz respeito à fé não é diferente. Nossa fé irá produzir resultados quando agirmos como Jesus agiu. E quando observamos como ele agiu, percebemos que a nossa fé produz resultados quando...

Verbalizamos a nossa fé! No verso 23 Jesus afirma: “...qualquer que disser a este monte(...)”

- Este princípio é mencionado pelo apóstolo Paulo em sua segunda carta aos coríntios quando ele afirma: “E temos portanto o mesmo espírito de fé, como está escrito: “Cri, por isso falei.” Nós cremos também, e por isso também falamos!” (II Coríntios 4:13)

- Verbalizar a fé, declarar o que cremos é um princípo que deve ser colocado desde o início da nossa caminhada com Cristo. Em sua carta aos Romanos Paulo afirma: “Se, com a tua boca confessares a jesus como Senhor, crendo em seu coração que Deus o ressuscitou dos mortos será salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa para a salvação.

- Quando verbalizamos a nossa fé, chamamos à existência as coisas que ainda não são, para que sejam! Fazemos isso porque servimos a um Deus que chama à existência as coisas que ainda não existem.


- Além de verbalizar a nossa fé, com Jesus também aprendemos que a nossa fé produz resultados quando...


 Dirigimos nossas palavras ao problema! - No mesmo verso 23 ele diz: “Se disser a este monte!”

- Para entendermos as palavras de Jesus precisamos voltar ao início do texto lido. (Vs.12 a 14) Jesus estava com fome, vendo uma figueira foi até ela para ver se encontrava frutos, mas não encontrou e por isso amaldiçoou a figueira. No verso 21 Pedro ressalta a Jesus que a figueira havia secado; ou seja, o que Jesus falou aconteceu.

- É importante destacarmos que Jesus falou com a Figueira. Ele não pediu a Deus que secasse a figueira, mas dirigiu as suas palavras diretamente à figueira; aplicando o princípio ensinado no verso 23. Falar com Deus é orar, e Jesus vai falar sobre a oração nos versos 24 a 26; mas primeiramente Jesus fala sobre a prática da fé.

- Há coisas sobre as quais devemos orar a Deus, pedir a Ele que realize para nós, mas há coisas que o Senhor já fez por nós e pelas quais não precisamos pedir a ele intervenção, bastando apenas exercer a nossa fé pelas nossas palavras, assim como Jesus fez.

- Assim como Jesus falou com a figueira, devemos exercer nossa fé por meio das nossas palavras, dirigindo-as diretamente ao problema que estamos enfrentando. Não é falar sobre o que cremos, mas falar o que cremos! Ex: Quando dizemos: “Eu creio que Deus pode curar esta enfermidade...”, estamos falando sobre o que cremos; mas quando dizemos: “Enfermidade, eu ordeno que se retire da minha vida em nome de Jesus!”; estou falando o que creio; colocando em prática o princípio ensinado por Jesus.

- Ao enfrentar o gigante Golias, o jovem Davi colocou este princípio em prática declarando a sua fé: “Hoje mesmo o Senhor te entregará na minha mão(...) (I Samuel 17:46) Davi expressou a sua fé por meio das suas palavras. E ainda mais: Ele falou diretamente ao gigante! Este é o primeiro princípio relacionado à fé que devemos aprender. Falar o que cremos, e falar diretamente ao problema. Declarar aquilo que desejamos que aconteça. Quando agimos como Jesus agiu vemos os resultados da nossa fé!

No amor de Cristo
Pr. José Alvarenga.

terça-feira, 2 de abril de 2013


O caminho para a vitória!

A ressurreição de Jesus é a prova da sua vitória. O apóstolo Paulo escreve: “Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, oh morte, a tua vitória? Onde está, oh morte, o teu aguilhão? Mas, graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.” (I Cor.15:55 e 57). A vitória de Jesus é a nossa vitória!

Mas, como Jesus chegou a esse momento? Qual o caminho que ele percorreu até a sua ressurreição? Para responder a essas perguntas queremos fazer uso do texto encontrado no evangelho de Lucas, cap.22, versos 39 a 46.

Em seus últimos dias Jesus viveu experiências intensas. Estas experiências podem fazer parte da vida de qualquer um de nós. Observar como Jesus viveu estas experiências nos ajuda a trilhar o caminho para a nossa vitória. Sem dúvida, podemos aprender muito com o exemplo de Jesus. Para ele, o caminho da vitória...

1. Passou pelo abandono dos amigos!

No mesmo capítulo 22 de Lucas vemos Jesus falando sobre a traição que sofreria (22:19); e no texto lido, vs. 45, vemos os discípulos dormindo ao invés de intercederem em favor do mestre. Ainda no mesmo capítulo, versos 54 a 62 vemos como Pedro o negou. Em seus momentos mais difíceis, Jesus não pode contar com a ajuda de seus amigos. Sim, porque os discípulos eram amigos de Jesus. Caminharam com ele diariamente, durante três anos. Certamente, havia um forte vínculo de amizade entre eles.

Quantos de nós já não experimentamos o abandono de amigos nas horas mais difíceis? Mas Jesus não desistiu da caminhada! Neste momento de lutas e abandono ele...

2. Buscou ao Pai em oração!

O caminho para a vitória passa pela oração! Lemos no verso 41: “Ele, por sua vez, se afastou cerca de um tiro de pedra e, de joelhos, orava.” (Lc.22:41) Através da oração, Jesus se achegou ao Pai e encontrou forças para prosseguir até a vitória.

Mas é interessante destacarmos que Jesus era um homem de oração. Ele não buscava a Deus apenas nos momentos de lutas e dificuldades.

Temos cultivado a prática da oração em nossa vida?

Em terceiro lugar, o caminho da vitória passa pela...

3. Permanência na vontade de Deus!

“...contudo, não se faça a minha vontade, mas a tua.” (Lc.22:42). Jesus, mesmo em um momento de profunda tristeza, não se desviou da vontade do Pai. Não se revoltou contra Deus. Ele era justo, nele não havia nenhum pecado. Ele estava pagando o preço pelos nossos pecados. Mesmo assim, ele permaneceu firme na vontade do Pai.

Não é fácil permanecer em Deus nos momentos em que nos achamos injustiçados e enfrentamos grandes dificuldades por isso. A maioria desiste, se desvia do caminho do Senhor, se revolta. O caminho da vitória passa pelo permanecer na vontade do Pai. Quando permanecemos nele, na sua vontade, experimentamos vitória. Vale a pena permanecermos na vontade do Pai.  

Temos permanecido na vontade de Deus ou estamos priorizando nossa própria vontade?


Pense nisso!

No amor de Jesus Cristo,
Pr. José Alvarenga

domingo, 17 de março de 2013


   "A Igreja de duas Asas!”
     (Atos 2:46 e 47;5:42)

Esta semana, com a escolha do novo Papa, muito se falou sobre a necessidade de mudanças na maneira de ser Igreja. Estava assistindo o programa "Painel", do canal Globo News, onde o jornalista Willian Waak falava sobre este tema. É claro que os muitos comentários eram referentes à Igreja Católica Romana. Entretanto, creio que cabe a nós, também, uma reflexão continua sobre o "ser igreja". É necessário estarmos avaliando nossa caminhada, comparando sempre nossa prática com a palavra de Deus; levantando, por exemplo, as seguintes questões:

Como Igreja, temos caminhado de acordo com a palavra de Deus? Até que ponto nossa maneira de ser igreja tem cooperado para o nosso crescimento e aperfeiçoamento espiritual?

Cremos que, mais que mudanças, a Igreja hodierna precisa restaurar a maneira simples de caminhar, encontrada na palavra de Deus. Pensando nisso, queremos iniciar nossa reflexão abordando alguns...

Aspectos básicos da Igreja de Jesus Cristo.
O que é igreja? Quem fundou a Igreja? São questões básicas que precisamos entender. Primeiramente, queremos destacar que a idéia chamada igreja nasceu no coração do próprio Jesus. Ele mesmo é o fundador da Igreja. Jesus declarou: "Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela." (Mateus 16:18). Em segundo lugar, a palavra de Deus nos revela que Igreja não é um prédio, como a maioria dos cristãos entendem. Igreja somos nós! Somos o corpo vivo de Cristo, a "casa de Deus", conforme afirma os textos a seguir: "E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos." (Efésios 1:22 e 23); "Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo." (I Pedro 2:5).



A Igreja de duas asas!
O Pr Bill Beckham do Touch Ministries dos EUA conta a história de uma igreja de duas asas que podia voar por toda a terra e fazer a vontade do Criador. Uma asa era o grande grupo e a outra era o grupo pequeno. Conforme a história avança, a serpente orgulhosa que não tinha nenhuma asa veio e convenceu a igreja a voar apenas com a asa do grupo grande, e não usar mais a asa do grupo pequeno. Com isso, a asa do grupo pequeno atrofiou e a igreja não pode fazer muito mais do que voar em círculos, e gastou muito do seu tempo no chão em sua casa de passarinho. Então, o criador teve que fazer uma nova igreja com duas asas que pudesse voar novamente para cumprir os seus planos.

Quando olhamos para a Igreja do primeiro século vemos claramente as duas asas presentes: At.2:46 e 47; 5:12; Romanos 16:3 a 5; I Cor.16:19 e Colossenses 4:15.

Quando nos reunimos no grupo grande, aos domingos, nos sentimos parte de uma grande família espiritual, fortalecemos nossa unidade e a visão que o Senhor nos tem dado. Somos renovados e motivados a prosseguir. Nas células encontramos um ambiente acolhedor e mais informal, onde exercemos nossos dons e compartilhamos nossas dificuldades, fortalecendo ainda mais nossa comunhão com os irmãos.

Como igreja, temos voado com duas asas ou apenas com uma? Como discípulo, tenho valorizado a importância das duas asas?

Assim como aconteceu com a Igreja, muitos discípulos ainda estão tentando voar apenas com uma asa. Para voarmos alto e avançar, precisamos das duas asas. Por isso, amado discípulo, não deixe de frequentar as reuniões de celebração, aos domingos e também a sua célula, durante a semana.  

Somos abençoados como igreja quando caminhamos de acordo com a Palavra de Deus, e entendemos que a Palavra de Deus nos revela uma igreja de duas asas; que se reúne tanto em um grupo grande como também em pequenos grupos. Pense nisso!


No amor de Jesus Cristo,
Pr. José Alvarenga

domingo, 10 de março de 2013


             “Crer é mais que acreditar!”
                        (II Timóteo 1:12)

Você já se decepcionou com alguém ou com algum acontecimento em sua vida? Esta semana assisti a uma entrevista concedida pela mãe de Elisa Samúdio, jovem que foi brutalmente assassinada, onde ela dizia: "Estou sem chão!" Ela demonstrava sua profunda decepção em relação à justiça brasileira. Infelizmente, não estamos livres de decepções. Elas podem acontecer a qualquer momento, em qualquer lugar.

O apóstolo Paulo sabia que no decorrer da nossa caminhada neste mundo estaríamos sujeitos a decepções. Ele mesmo escreve: "Bem sabes isto, que os que estão na Ásia todos se apartaram de mim; entre os quais foram Figelo e Hermógenes." (II Timóteo 1:15) No momento em que mais precisava, Paulo foi abandonado por alguns de seus amigos. Entretanto, Paulo sabia que podia contar com a ajuda do Senhor Jesus Cristo, crendo que Jesus jamais o decepcionaria. Por isso ele escreve: "Mas eu sei em quem tenho crido!" Esta fé presente na vida de Paulo era fruto de uma entrega total, de um relacionamento com o mestre. Para Paulo, crer era muito mais do que simplesmente acreditar! Quando lemos o primeiro capítulo da segunda carta de Paulo a Timóteo, entendemos que...

Crer é fruto de uma decisão consciente!  

O verso 12 começa da seguinte maneira: "Mas eu sei..." É como se Paulo estivesse dizendo: "Eu tenho plena consciência da minha fé! Sei em quem tenho crido" A fé é fruto de uma decisão inteligente, consciente. O acreditar, muitas vezes, é fruto da emoção. As decisões que tomamos com base em nossas emoções nem sempre permanecem, mas quando decidimos de maneira consciente permanecemos. Por exemplo: muitas vezes compramos algo baseados em nossas emoções acreditando que fizemos uma ótima compra, mas depois de pensarmos melhor percebemos nosso engano e às vezes até nos arrependemos de ter feito tal compra. Muitos acreditam mas não creem! Hoje em dia muitos tem apresentado o evangelho como se fosse mais um produto entre os muitos que já existem por aí em matéria de crença. São "pregadores vendedores" que sabem alcançar as emoções dos fiéis gerando neles uma crença, mas não a verdadeira fé em Jesus Cristo. Por isso muitos não tem permanecido!

Paulo sabia que a fé em Cristo era fruto de um entendimento que nos leva a uma decisão consciente e por isso ele escreveu: "nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus." (II Cor.4:4) Em relação à conversão, a obra de satanás, segundo Paulo, consiste em bloquear o entendimento das pessoas, impedindo assim o processo de fé.

Crer é mais do que acreditar! É tomar uma decisão inteligente, consciente de seguir a Cristo, entregando-se totalmente a Ele.

Minha fé baseia-se apenas em emoções ou em uma decisão consciente de seguir a Cristo?

Mas ao ler as palavras de Paulo a Timóteo também entendemos que...

Crer é ter convicção plena do poder de Deus!

Diz o apóstolo: "...e estou bem certo que é poderoso..." Paulo tinha plena convicção do poder de Deus. Sua conversão se deu em meio à manifestação deste poder (At.9:1 a 8). A restauração da sua visão também foi fruto do poder de Deus (At.9:18). Ele foi livre da prisão pela manifestação do mesmo poder (At.16:35). Paulo via a manifestação do poder de Deus em seu dia-a-dia e isso acontecia porque ele cria plenamente neste poder.

Aqui também há uma grande diferença entre acreditar e crer no poder de Deus. Os que acreditam não se entregam totalmente a Deus. Ás vezes até frequentam as reuniões da Igreja, mas não se dedicam totalmente ao Senhor. Não priorizam o Reino de Deus como Jesus nos orientou (Mt.6:33) Quando cremos no poder de Deus nos entregamos totalmente a Ele! Priorizamos a atividades relacionadas ao seu Reino, porque cremos e sabemos que ele está cuidando de tudo!

Quando cremos em Jesus entendemos melhor as palavras de Paulo: "Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera..." (Efésios 3:20)

Deus é poderoso para agir em nossa vida, mas precisamos crer realmente nele, demonstrando isso através da nossa obediência e dedicação. Quando nos entregarmos totalmente ao senhor veremos a manifestação do seu poder em nossa vida! Como diz a canção: "Quando tudo perante o Senhor estiver, e todo o teu ser ele controlar...só então hás de ver que o Senhor tem poder!"

Temos crido realmente no poder de Deus, a ponto nos entregarmos totalmente a Ele, priorizando o seu reino, descansando nele?

domingo, 3 de março de 2013



"Buscai ao Senhor"
(Amós 5:4 e 5)

Um dos significados da palavra "buscar" encontrado no dicionário Caudas Aulete é "esforçar-se por descobrir, encontrar". O mesmo dicionário também conceitua "buscar" como "tratar de conhecer". Cremos que o sentido da expressão "buscai ao Senhor" encontrada no texto lido está bem de acordo com estas definições apresentadas. Buscar ao Senhor significa nos esforçarmos para viver na presença de Deus, desejando conhecê-lo cada vez mais, andando conforme a sua vontade.

 A atitude de buscar ao Senhor, na Bíblia, geralmente é acompanhada de uma certa urgência. O profeta Isaias escreve: "Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto!" (Is.55:6). O escritor aos Hebreus afirma: "Portanto, hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações..." (Hebreus 3:15).

No texto do profeta Amós encontramos algumas consequências ligadas ao ato de se buscar ao Senhor. Ao lermos o capítulo 5 de Amós podemos entender que quando buscamos ao Senhor...

1. Ele transforma situações!

Amós exerceu seu ministério profético no 8º século antes de Cristo. Neste período o reino de Israel estava dividido entre Reino do Norte (Israel) e Reino do Sul (Judá). A princípio, as duas nações viviam um tempo de aparente paz. As nações vizinhas - Egito, Babilônia e principalmente a Assíria - estavam em declínio e não ofereciam perigo. Entretanto, após uma mudança no governo da Assíria, esta nação retomou seu crescimento e também sua visão de conquista, voltando a ameaçar seus vizinhos. Por outro lado, o povo de Deus, tanto no reino do Norte como no Reino do Sul, estava vivendo de uma maneira que não agradava ao Pai. Havia muita idolatria e injustiça nos dois reinos. É neste contexto que Amós pronuncia o alerta de Deus: "Buscai-me e vivei!".

O povo estava sendo ameaçado pela Assíria, havia entre eles medo, insegurança e, consequentemente, muita ansiedade. Mas também havia uma saída: Buscar ao Senhor! Se eles buscassem a Deus aquela situação poderia ser mudada. haveria vida em lugar de morte!

Como nação não vivemos hoje uma situação de ameaças por parte dos nossos vizinhos. Nosso continente vive em paz! Entretanto, cremos que pessoalmente, todos enfrentamos "ameaças" de inimigos do nosso tempo; que muitas vezes geram em nós medos, inseguranças e também muita ansiedade. Situações que nos ameaçam de diversas formas. Mas, quando buscamos ao Senhor estas situações podem ser transformadas.

Com Amós, também aprendemos que quando buscamos ao Senhor...

2. Precisamos ir além da tradição religiosa!

O verso 5 do capítulo 5 diz: "Mas não busqueis a Betel, nem venhais a Gilgal, nem passeis a Berseba, porque Gilgal certamente será levada ao cativeiro, e Betel será desfeita em nada." Estas três cidades eram muito importantes para a tradição religiosa de Israel. Betel, cujo significado é "casa de Deus", foi o lugar onde Jacó teve a visão de uma escada que atingia o céu e que a partir daquele momento tornou-se um centro de adoração. (Gênesis 28:18 a 22). Gilgal foi o lugar onde Josué construiu um memorial ao Senhor, após atravessar o rio Jordão. (Josué 4:19 e 20). Neste mesmo lugar os hebreus foram circuncidados e celebraram a primeira páscoa na terra prometida. (Josué 5). Gilgal representava o lugar da aliança com Deus. Berseba significa "poço do juramento". Foi neste lugar que Abraão firmou uma aliança com Abimeleque, aliança que possibilitou a permanência de Abraão naquele lugar.(Gênesis 21:31 a 33). Berseba ficou conhecida como a cidade onde se invoca ao Senhor. Por todos os fatos históricos que envolveram estas cidades, elas se tornaram locais de peregrinação para o povo de Israel. mais do que isso, se tornaram símbolos da religiosidade de Israel.

O problema é que o povo ia até estas cidades apenas para satisfazerem um exigência religiosa. A vida que eles viviam negava a prática religiosa que tinham. Nos versos 21 a 23 do mesmo capítulo 5 de Amós lemos: "Odeio, desprezo as vossas festas, e as vossas assembléias solenes não me exalarão bom cheiro. E ainda que me ofereçais holocaustos e ofertas de alimentos, não me agradarei delas; nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais gordos. Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas violas." Deus desejava mais que uma peregrinação religiosa, ele queria que o seu povo vivesse constantemente em sua presença. Buscar ao Senhor é muito mais do que frequentar reuniões religiosas!

O próprio Jesus nos adverte: "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus." (Mateus 7:21). Precisamos buscar ao Senhor. Essa busca envolve um esforço de nossa parte, procurando conhecer mais de Deus e viver diariamente sua vontade; andando conforme Ele deseja que andemos. O apóstolo Paulo nos exorta: "Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus" (Colossenses 3:1); "Como, pois, recebestes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nele." (Colossenses 2:6).  

A palavra dirigida pelo profeta Amós aos israelitas do século 8 possuem o mesmo significado espiritual para nós hoje. mesmo vivendo em épocas tão diferentes, as experiências e os sentimentos humanos são os mesmos. por isso a verdade espiritual permanece: Quando buscamos ao Senhor vemos situações mudando em nossa vida; sentimos o desejo de ir além de uma simples tradição religiosa, procurando viver diariamente na presença do Pai.

No amor de Cristo,
Pr. José Alvarenga.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013


             “Conhecendo o coração do Jesus!”
                              (João 13:23 a 25)

Este texto nos mostra duas atitudes opostas em relação a Jesus. A atitude de Judas, que já projetava sua traição e a atitude de João, que expressa seu íntimo relacionamento com Jesus. Queremos neste momento destacar a atitude de João, que reclinou sua cabeça sobre o peito do mestre. Certamente, João conhecia o coração de Jesus. Suas cartas nos revelam isso. E quando lemos suas cartas percebemos que o coração de Jesus transbordava de amor! O desejo do Pai é que sejamos como Jesus. (Romanos 8:29).

Será que o nosso coração se assemelha ao coração de Jesus? Estamos dispostos a amar como ele amou?

          1. O coração de Jesus transborda de amor pelas almas!
Primeiro, Jesus expressava o desejo do Pai de que todos fossem alcançados pelo evangelho (I Timóteo 2:4). Jesus viveu anunciando a palavra. Segundo, Jesus também manifestava cuidado com aqueles que já haviam sido salvos, discipulando-os e chamando-os para estarem com ele.(Mc.13:14)

Nosso coração, assim como o coração de Jesus, transborda de amor pelas almas, por vidas? Temos proclamado o evangelho diariamente? Temos falado de Jesus aos nossos amigos, vizinhos, familiares? Temos feito discípulos?



2. O coração de Jesus transborda de amor por nós!

Ele provou este amor ao morrer na cruz. Sua morte nos livrou do mal (Colossenses 2:14 e 15). Isso significa que Jesus, e somente ele, pagou a nossa dívida espiritual. Ele pagou o preço por nós. Não há mais nada contra nós no mundo espiritual, ou seja, o diabo não tem nenhum direito mais sobre a nossa vida. Jesus se manifestou para destruir toda a obra do mal (I João 3:8). Em Romanos 8:37 a palavra de Deus diz que somos mais do que vencedores. O amor de Jesus por nós nos possibilita andarmos em vitória em todas as áreas da nossa vida.

Temos experimentado vitória em todas as áreas da nossa vida? (Espiritual, física, financeira, familiar, etc) Quais as áreas em que ainda não tenho sido vitorioso?

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Andando em Vitória!

"Andando em Vitória!"
(1ª parte)

“Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.” 
(I Cor.15:57 e 58)

A Palavra de Deus afirma que somos mais que vencedores. (Romanos 8:37). Deus nos criou para andarmos em vitória! Entretanto, muitos que confessam o nome de Jesus Cristo como Salvador e Senhor de suas vidas não caminham em vitória. Muitos estão desanimados, outros à beira de uma depressão e outros pensando em desistir de tudo. Cremos que para andarmos em vitória não basta, simplesmente, dizer que é um seguidor de Jesus. Nossa confissão, declarando nossa fé em Jesus Cristo, representa o início de uma vida vitoriosa. Mas é preciso mais que palavras! Precisamos agir, viver os princípios que encontramos na Palavra de Deus. Quando começamos a praticas estes princípios andamos em vitória. 

O texto citado acima pertence ao apóstolo Paulo. Ele escreve aos discípulos de Corinto, uma importante cidade de sua época. Ele afirma: 
“Graças a Deus, que nos dá a vitória..." Vemos nestes versos citados acima alguns princípios que nos conduzem a um caminhar vitorioso. Estes princípios nos ensinam que, para andarmos em vitória...



1. Precisamos cultivar um espírito de gratidão! 
  



"Graças a Deus...", diz o apóstolo Paulo. Em uma outra carta, escrevendo aos discípulos de Tessalônica, o mesmo apóstolo afirma: "Em tudo dai graças!" (I Tess.5:18). Só anda em vitória quem desenvolveu um espírito de gratidão. Pessoas que estão sempre reclamando de tudo não conseguem ser vitoriosas. Primeiro, porque sempre estão sozinhas. Dificilmente alguém cultiva amizade com um murmurador. Segundo, porque a murmuração não agrada a Deus. A Bíblia nos mostra que a murmuração impediu os hebreus de entrarem na terra prometida. (Livro do Êxodo, capítulo 15) 



Por outro lado, a gratidão nos permite olhar principalmente para aquilo que já temos, e não apenas para o que desejamos ter. Não que seja errado desejar algo, ou sonhar com coisas que ainda não conquistamos. O problema está em manter o foco naquilo que ainda não temos. Mantenha o foco no que você já possui! Agradeça a Deus por tudo o que Ele já lhe deu. Desenvolva um espírito de gratidão. Você experimentará uma profunda alegria interior que o motivará a prosseguir em direção aos seus sonhos, caminhando dia a dia em vitória.



A gratidão também nos permite reconhecer a direção de Deus em nossa vida. A Bíblia afirma que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. (Romanos 8:28). Se você ama a Deus, deve confiar nele, crendo que nada acontece em sua vida sem a permissão do nosso eterno Pai. Às vezes não entendemos o "porquê" de algumas coisas, mas devemos crer que Deus está na direção de tudo. Isso traz paz ao nosso coração, nos possibilitando melhores relacionamentos e melhor realização do nosso trabalho; o que nos conduzirá a um caminhar vitorioso.



Em segundo lugar, para andarmos em vitória ...



2. Precisamos estar em Cristo!



O apóstolo Paulo escreve: 
“Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo." Ele não diz que a vitória nos é dada por que estamos em uma religião, uma determinada "igreja", ou qualquer outro grupo. Quem nos faz vitoriosos é Jesus! Foi Ele quem pagou o preço por nós. (Colossenses 2:14) Ele é o centro de todas as coisas. (Colossenses 1:16)

Estar em Jesus não significa ser religioso. Estamos em Jesus quando praticamos os seus ensinos, vivendo como Ele viveu: "Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor." (João 15:10). Muitos fazem parte de um grupo religioso (Católico, evangélico, etc.), mas não praticam os ensinos de Jesus. Quando realmente estivermos em Cristo, e suas palavras estiverem em nós, experimentaremos um andar vitorioso. 

Em terceiro lugar, para andarmos em vitória...

3. Precisamos ser firmes e constantes!  

Conhecimento intelectual e formação acadêmica são muito importantes para vencermos na vida. Mas nada disso irá ajudar se não formos firmes e constantes. Os maior parte dos discípulos de Jesus era de origem simples, sem muita capacidade intelectual. Mas eram homem firmes em suas convicções, constantes em sua disposição de caminhar com Jesus. Por isso a Igreja do primeiro século cresceu e conquistou todo o império romano. 

Quando trabalhava no setor de vendas de uma grande empresa em São Paulo, sempre ouvia meu diretor dizer: "Só existem dois tipos de pessoas: Os que vencem e os que desistem! Os que desistem nunca vencem, e os que vencem é porque nunca desistirão!" Só anda em vitória quem é firme e constante!

Que o Senhor nos conceda graça e sabedoria para andarmos em vitória. Sempre!

No amor de Cristo,
Pr. José Carlos Alvarenga.