NOSSAS REUNIÕES
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Domingo: 19:00 - Encontro de Celebração
Quarta-feira: 20:00 - Encontro de Oração e Estudo Bíblico

Todo 1º Sábado do Mês: 19:30 - Encontro de Homens
Todo Último sábado do Mês: 19:30 - Sábado Jovem







terça-feira, 12 de agosto de 2014


JOSÉ, UM PAI A SER IMITADO
Mateus 1:18-25

Pra. Elizaura Giroux Alvarenga

   José, pai adotivo de Jesus. Alguém que Deus pôde contar para criar Seu filho. Que honra para José...e que responsabilidade! José foi escolhido por Deus para cuidar, proteger, ensinar o que tinha de mais valioso, seu único filho. 
   Jesus como homem teve que aprender a viver como homem (higiene, vestir, calçar, etc.) A história nos ensina que estas orientações iniciais eram feitas pelo pai, principalmente se tratando do primogênito.
    José foi um pai especial, destacaremos 3 atitudes na vida dele que devem ser imitadas: 
 
COMO JOSÉ, PRECISAMOS ACEITAR E CUMPRIR O PLANO DE DEUS PARA A NOSSA VIDA! Mt. 1:16 e 17

       A Bíblia no diz que muito antes de Jesus nascer já havia uma profecia sobre o seu nascimento.   A profecia dizia que Jesus nasceria da tribo de Judá, da raiz de Jessé, do trono de Davi. A linhagem necessária para o cumprimento da profecia estava em José.
       Ele entendeu seu papel e mesmo sendo difícil de compreender aquela situação, aceitou o desafio e obedeceu a orientação de Deus cumprindo o seu papel na realização do projeto de Deus.

Aplicação :  Temos cooperado para que o plano de Deus seja cumprido na vida dos nossos filhos? Temos entendido o valor e a responsabilidade que temos na vida dos nossos filhos? Quanto tempo temos investido na educação espiritual dos nossos filhos?

2.  PRECISAMOS IMITAR A NOBREZA DE JOSÉ – Mateus 1:19

       Na época de José rompimento de um noivado era algo muito sério, poderia chegar ao apedrejamento da noiva se ela desse motivo para esse rompimento. Segundo o texto que lemos, José com dificuldade de aceitar a gravidez de Maria chegou a pensar em rompimento, mas de maneira que não prejudicasse a vida de Maria, ele assumiria o filho como se fosse dele, assumiria a culpa da separação, livrando Maria de qualquer acusação.  

       Nossos filhos precisam ver atitudes de nobreza em nós. É preciso ter atitudes que mostrem o caráter de Cristo sendo formado dia após dia em cada um de nós. Gritaria, grosseria, brigas, maus tratos não fazem parte do caráter de um discípulo.

Aplicação: Meus filhos têm aprendido a serem nobres com minhas atitudes?

3. PRECISAMOS IMITAR JOSÉ NO RECEBIMENTO DA PALAVRA E NA OBEDIÊNCIA – Mt.1:24
       José passou por cima do seu orgulho, preconceito e decidiu ouvir e obedecer a voz de Deus. Certamente, não foi fácil para José obedecer a voz do Senhor. Mas, sua obediência tornou-se referência para nós.
       Você é tão importante na educação espiritual do seu filho, que o relacionamento dele com Deus está intimamente ligado ao seu relacionamento com ele.  A figura do pai era tão importante no passado que servia como referência na apresentação das pessoas (ex.  Tiago, filho de Alfeu).

Aplicação:  Você tem sido referência na vida do seu filho?


  Que Deus nos ajude a aprender com José a cooperar para que o plano dele se realize na vida dos nossos filhos, a viver uma vida de nobreza de maneira que nos filhos naturalmente apresentem tais atitudes e que sejamos sensíveis a receber a palavra de Deus e obedecê-la, servindo de exemplos para nossos filhos, ensinando-os a amarem a Deus sobre todas as coisas, sendo homens e mulheres com o caráter de Cristo e fazendo a diferença por onde passarem.     

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

“A importância do batismo!”

“E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, homens irmãos? E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar. E com muitas outras palavras isto testificava, e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas.” (Atos 2.37 a 41)

Algumas questões para reflexão:

1) Qual o significado do batismo?
2) O que acontece quando somos batizados?
3) Porque os apóstolos batizavam rapidamente os novos discípulos?

- O batismo, diferente do que alguns pensam, é muito mais do que um simples ato simbólico. É algo que que possui uma importância substancial no mundo espiritual. O batismo marca uma nova etapa na vida de quem está sendo batizado, sendo a parte final do processo de entrada no Reino de Deus.

- A confirmação da importância do batismo é percebida na prática da Igreja do primeiro século. Não se demorava para batizar os novos discípulos. O texto lido já nos mostra isso. As pessoas eram batizadas logo após a conversão. Quem demorou mais para ser batizado foi o apóstolo Paulo - três dias.  

- No texto lido encontramos algumas indicações sobre a importância do batismo. Vejamos:

1. O batismo nos revela a aceitação da palavra de Deus por quem é batizado!

 - Duas expressões nos levam à essa conclusão: “E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração...” e “...foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra.”

- O batismo revela o fato de que a pessoa entendeu a palavra e decidiu obedecê-la. Os discípulos que foram batizados no dia de pentecostes ouviram a pregação de Pedro e também as suas orientações sobre o que deviam fazer e aceitaram a palavra do apóstolo.

- Aqueles que são batizados o fazem por receberem a palavra de Deus. Por isso, o batismo é um indicativo desta aceitação.

2. O batismo indica mudança de atitude!

- O arrependimento é requisito para que alguém seja batizado. A palavra “arrependimento” significa mudança de atitude.

- Essa mudança de atitude deve acontecer em nosso interior. Antes, eu era o dono da minha vida e fazia a minha vontade. Mas isso mudou! Agora, Jesus é o dono da minha vida e procuro fazer a sua vontade.

- Na verdade, o batismo é a primeira evidência desta mudança. Batizar-se significa submeter-se à vontade de Deus expressa em sua palavra; quando Jesus disse: “Portando ide...” (Mt.28.19)

3. No batismo somos revestidos de Cristo!

- O apóstolo Paulo afirmou: Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo.” (Gálatas 3.27) Este é um acontecimento sobrenatural. Após o batismo passamos a estar em Cristo, sendo revestidos por Ele. Isso nos garante proteção e benção.


- Todas as bênçãos que recebemos está em Cristo! (Efésios 1.3) Como passamos a estar em Cristo a partir do batismo, entendemos porque os discípulos não demoravam para batizar os novos discípulos.

domingo, 20 de julho de 2014

“Fome zero!”
(João 4.26 e 27.)

"Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou."

- A questão da comida, do alimentar-se bem, é uma das mais importantes questões da vida humana. O tema escolhido para esta reflexão nos lembra a campanha promovida pelo partido que ocupa a presidência da república, quando iniciou sua saga no poder com o programa que ficou conhecido como “Fome Zero”; cujo alvo principal era a extinção da fome em nossa nação. Uma das músicas mais tocadas da banda Titãs traz os seguintes versos:

A gente não quer só comida a gente quer comida, diversão e arte
A gente não quer só comida, a gente quer saída para qualquer parte!

- Esta letra nos sugere que a comida é importante, mas não é a única coisa importante para o ser humano. Existe outras necessidades, há algo mais que precisamos para a nossa existência.

- É exatamente isso que o Senhor Jesus quis nos mostrar neste texto. A vida é mais que comida. Só que Jesus não apenas confirma a letra da canção citada, como vai além. Existe algo tão vital para a vida humana como o alimento físico. A espiritualidade! Aliás, Jesus coloca a espiritualidade como a coisa mais importante para nós. “Trabalhai pela comida que permanece para a vida eterna!”

- Podemos destacar duas verdades básicas encontradas no texto lido:

1. Jesus reconheceu a importância da comida, do alimento!

- Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes...” (vs.26)

- Jesus estava se referindo ao episódio narrado no início do capítulo, quando ele multiplicou 5 pães e dois peixes, alimentando uma multidão de quase cinco mil pessoas, como nos informa o verso 10. O fato de Jesus ter feito este milagre revela a importância que ele deu ao alimento.

- Na verdade, desde o início da Bíblia percebemos a preocupação do Pai em relação ao alimento. Em Gênesis 1.29 lemos: “...Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.”


- Não há como falarmos de Jesus a alguém que está passando fome sem que primeiro ofereçamos a esse alguém o alimento. Independente do fato se essa pessoa vai ou não receber a palavra de salvação, precisamos, como igreja, contribuir para que todos possa ter o alimento. Jesus reconheceu a importância da comida, do alimento para a vida humana.

- Em segundo lugar, o texto lido nos mais uma verdade:

2. Existe um outro tipo de fome: A fome espiritual!

- Deus nos fez seres dotados de espiritualidade. A narrativa sobre a criação do homem no primeiro capítulo de Gênesis, verso 27, afirma que fomos criados a imagem e semelhança de Deus. No capítulo 2 do mesmo livro, verso 7, a palavra afirma que Deus soprou sobre nós o folego da vida. A ideia aqui é a mesma de João 20.22, quando Jesus soprou sobre os seus discípulos dizendo: “...Recebei o Espirito Santo.”

- Estes textos bíblicos afirmam a nossa espiritualidade. O ser humano possui uma necessidade inerente de se relacionar com algo maior, além de si mesmo. Basta olharmos para os povos mais distantes e isolados. Todos apresentam algum tipo de ritual espiritual. Estes rituais foram desenvolvidos a partir de uma necessidade: A fome espiritual!

- Um dos maiores estudiosos do Novo Testamento, Willian Barclay, afirma que nos tempos de Jesus a classe rica do império romano procurava encontrar satisfação plena no “comer”. Eles promoviam grandes banquetes e comiam tanto que era comum provocar vômito entre um prato e outro para poderem comer um maior número de refeições.

- Neste contexto, onde a comida ocupava um lugar especial, Jesus afirma a importância da “comida espiritual”. Existe uma fome que só Deus pode satisfazer: a fome espiritual!

- Como podemos satisfazer esta fome? 1º) Entregando a nossa vida a Jesus, recebendo-o como Senhor e salvador; 2º) Passando pelo batismo; 3º) buscando as coisas que são de cima: “PORTANTO, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra.” (Colossenses 3.1 e 2) O mesmo apóstolo Paulo afirma: “...a inclinação do Espírito produz vida e paz.” (Romanos.8.6b)


- Não temos condições de reduzir a zero a fome física. Mas podemos, com certeza, trabalhar para que a fome espiritual seja saciada em Jesus! Primeiro, é preciso saciar a nossa fome para depois saciarmos a fome do outro. Permaneça em Jesus, busque as coisas do Espírito e desfrute da vida abundante em Jesus.

domingo, 13 de julho de 2014

"Milagres ainda acontecem!"
(João 2.1 a 11)

- Você acredita que milagres ainda acontecem? Você já presenciou algum acontecimento milagroso? Por que Deus ainda realizaria milagres em nossos dias?

- Creio que existem milagres que muitas vezes nem percebemos. Podemos citar, como exemplo, o milagre da vida. Você já parou para pensar como é formado um ser humano? Como funciona o nosso organismo? Nossa vida é um milagre de Deus! O salmista declarou isso ao escrever: "Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem." (Salmo 139.14)

- O texto lido narra o primeiro milagre realizado por Jesus. Este milagre aconteceu em uma festa de casamento. Ao ler com atenção o texto podemos perceber alguns fatores que fazem parte dos milagres de Deus.

1. Os milagres de Deus acontecem quando há disposição para obedecê-lo!

- "...Fazei tudo quanto ele vos disser." (vs.5b) Jesus encontrou em seus discípulos disposição para obedecê-lo. Quando há essa disposição em nossa vida, abrimos caminho para a ação do Espírito Santo. Não estamos falando de perfeição, ausência de erro ou uma condição concernente ao cumprimento de todos os mandamentos de Deus para que um milagre aconteça. O que Deus deseja é ver em nós disposição para obedecê-lo.

2. Os milagres de Deus  trazem o melhor para nós!

- "Todo o homem põe primeiro o vinho bom e, quando já têm bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho." (vs.10) Deus tem sempre o melhor para nós! O padrão de Deus é maior do que qualquer padrão humano. Jesus não apenas transformou a água em vinho, ele transformou aquela água no melhor vinho.

- A palavra de Deus afirma: "Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera..." (Efésios 3.20) Deus sempre vai além dos nossos pensamentos. Quando entendemos que Deus tem o melhor para nós, experimentamos seus milagres em nossa vida. E muitas vezes não os experimentamos porque nos acomodamos com o pouco. Uma coisa é contentar-se com o que temos, sem murmuração (Filipenses 4.11); outra coisa é a acomodação;  ausência do desejo de ter o melhor de Deus em nossa vida. Precisamos crer que os milagres de deus trarão o melhor dele para nós!

3. Os milagres de Deus manifestam a sua glória e fortalecem a nossa fé!

- "Jesus principiou assim os seus sinais em Caná da Galiléia, e manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele." (vs.11) Creio que Deus deseja realizar milagres em nossa vida. Simplesmente porque há propósitos especiais na realização de milagres. O texto nos revela dois destes propósitos: Manifestação da glória de Deus e fortalecimento da fé. Glória de Deus refere-se à presença dele. Deus está presente em todos os lugares, mas manifesta esta presença através dos milagres. Esta manifestação torna a sua presença perceptível. É quando a sua glória toma conta de um lugar. Foi assim quando Salomão orou, consagrando o templo ao Senhor. (II Crônicas 7.1 a 3).

- Deus também deseja fortalecer a nossa fé, pois, sem fé, jamais iremos agradá-lo. (Hebreus 11.6) O texto afirma que os discípulos creram nele. Mas eu pergunto: Eles já não haviam crido? Claro que sim! Mas aqui o sentido da frase indica "fortalecimento", "renovação" da fé. Com certeza, os milagres de Deus em nossa vida irão renovar e fortalecer a nossa fé. Creia nisso!
 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Hoje, às 20 horas, começa a nossa Semana de Oração. Venha orar conosco e experimentar momentos preciosos na presença do Pai. Todos são bem-vindos!!

"...pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa." (Mateus 16.24b)

domingo, 6 de julho de 2014

“A cruz de Cristo”
(Colossenses 2.14 e 15)

“Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo.”

       A cruz de Cristo é algo revelador. Entendemos pela expressão “A cruz de Cristo” o evento sobrenatural que marcou a história da humanidade e que consiste na morte de Jesus Cristo. O que podemos ver espiritualmente neste evento? O que podemos aprender ao refletirmos sobre a cruz de Cristo? Quais as verdades espirituais relacionadas à este evento que podem ser aplicadas à nossa vida? Queremos abordar neste momento apenas dois aspectos relacionados à cruz de Cristo.

1. A cruz de Cristo nos revela o poder transformador de Jesus!

       Entendemos isso quando pensamos na cruz antes e depois de Cristo. Antes, cruz era sinônimo de humilhação, vergonha e marginalidade. A morte de cruz era reservada para os piores criminosos. Depois de Cristo, cruz passou a ser um símbolo de amor e de vitória. Pensar na cruz, depois de Cristo, é refletir sobre o grande amor que demonstrou por nós ali na cruz. É pensar que ali, naquela cruz, Cristo venceu a morte e também todas potestades do mal.

       Mas há um detalhe interessante: A cruz só ganhou um novo significado para aqueles que compreenderam o que realmente aconteceu naquela cruz onde Cristo morreu. Somente aqueles que creram em Jesus e o receberam como senhor e salvador puderam compreender o novo significado da cruz. O mesmo acontece ainda hoje. Assim como Jesus transformou o significado da cruz, Ele também pode transformar a nossa vida. Ele quer tirar a humilhação, a vergonha, a derrota e substituir pelo amor, pela honra e pela vitória. Para que essa transformação aconteça em nossa vida precisamos compreender o seu sacrifício na cruz; o grande amor demonstrado ali, crendo que Jesus morreu por nós.

2. A cruz de Cristo nos revela a vitória conquistada para nós!

       O texto lido afirma que a morte de Jesus na cruz realizou duas coisas importantes para que a nossa vitória fosse estabelecida: 1) Riscou a cédula que era contra nós, e 2) Despojou principados e potestades. Estas duas coisas são de fundamental importância para que andemos em vitória. Existe um princípio espiritual de que o nosso inimigo espiritual só pode agir contra nós mediante uma legalidade. O diabo, nosso adversário, só pode agir contra nós mediante autorização. Esta autorização foi dada ao diabo quando o homem pecou. O pecado é algo que nos separa de Deus. Quando andamos no pecado, nos tornamos vulneráveis aos ataques satânicos. A lei trouxe uma série de ordenanças impossíveis de serem cumpridas em sua totalidade. Essas ordenanças eram contra nós. Na cruz, Jesus pagou o preço desta dívida, tirando toda a legalidade das mãos do diabo. Por isso que o texto afirma que Jesus, na cruz, despojou principados e potestades. João escreve sobre este fato em sua primeira carta: “Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.” (I João 3.8)

       A cruz de Cristo é sinônimo de vitória! Em Cristo somos mais que vencedores. Quando cremos em Cristo e compreendemos o seu sacrifício na cruz começamos a andar em vitória. No que diz respeito a ser um símbolo de vitória, os romanos sabiam exatamente o que significava a cruz. Constantino, o imperador que afirmou ter se convertido a Jesus e que livrou os cristãos da perseguição romana; ressuscitou o seu exército ao colocar a imagem da cruz nos escudos dos seus soldados. Os romanos viviam um momento de crise militar, perdendo diversas batalhas importantes. Após um sonho onde Constantino via os escudos de seus soldados com a cruz, ele ordenou que todos os escudos fosses pintados com a cruz dos cristãos. A partir daquele momento, o exército romano passou a vencer novamente as batalhas. Eles sabiam que a cruz era símbolo de vitória.


       Jesus transformou o significado da cruz, fazendo dela um símbolo de vitória. Da mesma maneira, Jesus deseja mudar a sua vida, fazendo de você um vencedor. Isso acontece quando cremos nele e o recebemos em nossa vida como senhor e salvador. Faça esta decisão. Entregue a sua vida a Jesus Cristo e caminhe em vitória!

domingo, 29 de junho de 2014

“Coisas que jamais vimos!”
(Marcos 2.1 a 12)

Algumas questões:

       - Você já experimentou algo maravilhoso e inédito na presença de Deus? 

       - Você crê que Deus deseja lhe proporcionar esta experiência?

       - Como podemos experimentar isso?

       Deus quer nos proporcionar experiências maravilhosas que jamais experimentamos em nossa vida. Experiências inéditas! O texto lido termina dizendo que aquelas pessoas que estavam com Jesus experimentaram algo totalmente novo: “Jamais vimos coisa assim!” (Mc.2.12)

        O apóstolo Paulo confirma este desejo do Pai ao escrever: “Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam.” (I Corintios 2.9)

        Não andamos pelo que vemos e sim pelo que cremos, mas quando cremos vemos as maravilhas de Deus! “Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres,verás a glória de Deus?” (João 11.40)

       Coisas maravilhosas de Deus, que jamais vimos, acontecem em nossa vida quando...

1. Estamos cheios da Palavra de Deus!

       Jesus possuía intimidade com a Palavra de Deus. Ele era a própria palavra! O verbo de Deus. Ao ser tentado por satanás o Senhor Jesus o venceu com a palavra. (Mateus 4.1 a 11) O texto lido afirma que Jesus “...anunciava-lhes a palavra!” (Vs.2) O mestre sabe que a palavra é fonte geradora de fé. O apóstolo Paulo confirma esta verdade ao escrever: “A fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.” (Romanos 10.17)

       Para vermos coisas inéditas de Deus em nossa vida, precisamos nos encher da palavra de Deus. Leia a palavra, medite na palavra, declare a palavra de Deus constantemente. Em segundo lugar, coisas maravilhosas de Deus, que jamais vimos, acontecem em nossa vida quando...

2. Permanecemos na fé!

       Todos sabemos da importância da fé e que sem fé é impossível agradar a Deus. (Hebreus 11.1) A questão é permanecer na fé. Às vezes recebemos algo de Deus, cremos naquilo recebemos, mas não permanecemos crendo.

       A fé daqueles homens que levaram o paralítico era algo perceptível. O texto diz: “Vendo-lhes a fé!” (Vs.5) Jesus olhou para eles e viu fé. O que Deus vê quando olha para nós? Muitas vezes não recebemos os milagres de Deus porque ao olhar para nós Ele vê apenas murmuração e incredulidade. A incredulidade bloqueia a ação de Deus em nossa vida. (Marcos 6.5 e 6)

       A fé sempre irá encontrar obstáculos. (Vs.4) Aqueles homens, cheios de fé, venceram os obstáculos e por isso viram o que nunca tinham visto. Por último, coisas maravilhosas de Deus, que jamais vimos, acontecem em nossa vida quando...

3. Tomamos posse do perdão de Deus e andamos em santidade!

       O pecado sempre será um problema para a manifestação de Deus em nossa vida. O profeta Isaías nos advertiu em relação a isso. (Isaías 59.1 e 2) Pecado é “errar o alvo” Não atingir o padrão de Deus para a nossa vida. Este alvo é Jesus! Todas as vezes que agimos diferente do que Jesus agiria, pecamos.
       O problema é que hoje não se fala mais em pecado. O relativismo da pós-modernidade tomou conta até mesmo das pregações. Tudo é relativo. Entretanto, para aqueles que querem ver coisas inéditas de Deus em sua vida, o problema do pecado precisa ser resolvido.

       A boa notícia é que Deus já providenciou a solução para o pecado, aleluia! Em Cristo todos os nossos pecados foram perdoados. Todos! O que precisamos fazer é receber este perdão e caminhar em santidade de vida, pois ele não apenas nos perdoou, como também nos deu vitória sobre o pecado: “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça.” (Romanos 6.14)

       Receba esta palavra, crendo que o Senhor deseja lhe proporcionar experiências maravilhosas, totalmente inéditas, na presença dele; para a glória dele mesmo, “por que dele, por ele e para ele são todas as coisas, glória pois, a Ele eternamente!” (Romanos 11.36)

domingo, 15 de junho de 2014


“Fidelidade gera prosperidade”
(Parte 2)

       Na primeira parte desta ministração falamos sobre o conceito bíblico de prosperidade e a importância de sermos fiéis ao Senhor e à sua palavra, a fim de experimentarmos prosperidade em todas as áreas da nossa vida. Hoje vamos falar sobre os princípios que devemos observar em relação á nossa vida financeira.  

1. A fidelidade no dízimo!  
    
       A palavra “dízimo” significa “décima parte”. A Bíblia afirma: “Trazei todos os dízimos a casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa...” (Malaquias 3:10a). Dízimo, ao contrário do que muitos pensam,  não é invenção de pastores. A Bíblia nos ensina que a décima parte de tudo o que recebemos não nos pertence, é do Senhor. Trazer o dízimo diante da Igreja e entregá-lo ao Senhor, significa reconhecer esta verdade. Entregar o dízimo nada mais é do que devolver ao Senhor aquilo que é dele. Deus nos dá 90%. É nosso! Mas 10% é dele e deve ser devolvido para o sustento da sua obra.

1.1 Jesus e o dízimo.      

O Evangelho de Mateus nos mostra que Jesus valorizou o dízimo ao afirmar: “Ai de vocês mestres da Lei e fariseus, hipócritas! Pois vocês dão a Deus a décima parte da hortelã, da erva-doce e do cominho, mas não obedecem os mandamentos mais importantes da Lei que são o de serem justos com vocês devem fazer, sem deixar de lado as outras.” (Mateus 23:23 BLH)

       Jesus não apenas confirma a importância de dizimarmos, como também enfatiza que não basta entregar o dízimo sem que este dizimar seja acompanhado de uma vida íntegra e generosa, como já afirmamos anteriormente. Muitas pessoas, assim como os fariseus na época de Jesus, acham que basta entregar o dízimo e pronto, a prosperidade virá. As janelas do céu se abrirão. Engano! Precisamos ser fiéis em tudo. Não apenas no dízimo. A prosperidade financeira começa com o dízimo e continua através de uma vida de obediência a Palavra de Deus.

 1.2 O dízimo gera proteção para as nossas finanças!

       Ao falar sobre a questão do dízimo, o profeta Malaquias nos revela uma verdade importante sobre o dízimo. Vejamos: “E por causa de vós (da vossa fidelidade) repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra...” (Malaquias 3:11)

       O profeta está falando sobre as bênçãos de deus sobre aqueles que são fiéis no dízimo. “Repreender o devorador” significa dar proteção “ Na época de Malaquias era comum o ataque de gafanhotos e de outras pragas às plantações, trazendo destruição às mesmas e prejuízos aos agricultores. Mas o Senhor estaria repreendendo o devorador, trazendo proteção aos servos que fosse fiéis a Ele, evitando assim que o fruto do trabalho se perdesse.

       Quantas vezes perdemos dinheiro em um negócio mal feito, em compras erradas, estragos no carro que poderiam ser evitados como batidas, acidentes; etc. É o devorador consumindo o fruto do nosso trabalho. Quando somos fiéis ao Senhor nos dízimos somos protegidos por ele do devorador. Nosso salário rende, e ainda que algum imprevisto aconteça somos supridos pelo Senhor, Aleluia! Aquele que é fiel ao Senhor tem suas finanças protegidas pelo Senhor. Dízimo gera proteção!

2. Fidelidade nas ofertas!

       Você já ouviu alguém dizer: “Mas eu sou dizimista e não prospero! Não me falta nada, mas não vejo progresso nas minhas finanças.” Como pastor já ouvi muitos irmãos dizendo isso. O problema é que muitos não prestam a atenção no que a Palavra de Deus diz. Muitos acham que Deus quer que sejamos fiéis somente na entrega do dízimo. Entretanto, o profeta Malaquias afirma: “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas!” (Malaquias 3:8) Deus espera fidelidade de nós não somente no dízimo, mas também nas ofertas.

A fidelidade nos dízimos gera proteção e a fidelidade nas ofertas gera multiplicação!
    
       Precisamos entender que quando entregamos ao Senhor o dízimo não estamos fazendo nada de extraordinário. O dízimo não é nosso, não nos pertence; estamos apenas devolvendo ao Senhor aquilo que é dele. É como se algum amigo seu fosse viajar e deixasse o carro dele com você. Ao voltar da viagem você vai lá e devolve ao seu amigo o carro dele. Eu pergunto: Você teve algum mérito em devolver o carro? Claro que não! Ele não era seu, mas do seu amigo. Agora, se você desse o seu carro de presente ao seu amigo, aí sim teria méritos. Você deu algo que lhe pertencia, demonstrando consideração pelo amigo.

       O mesmo acontece quando entregamos nossa oferta. A oferta é tirada da parte que Deus nos dá, ou seja, dos 90% . Oferta é algo além do dízimo que tiramos daquilo que nos pertence. Ela representa um esforço da nossa parte. Mais do que isso, a oferta representa uma semente que é lançada na terra. Precisamos entender que o Reino de Deus funciona a partir de um princípio: A lei da semeadura! Leia com atenção o texto o texto abaixo:

“O Reino de Deus é assim, como se um homem lançasse uma semente à terra.” (Marcos 4:6)

“E dizia: A que assemelharemos o Reino de Deus? É como um grão de mostarda, que quando semeado na terra...” (Marcos 4:30 e 31)

       O apóstolo Paulo aplica a lei da semeadura ao falar das ofertas que os irmãos de Corinto deviam levantar para os irmãos da Judéia:

“E digo isto: O que semeia pouco, pouco também ceifará; o que semeia em abundância, em abundância também ceifará. Cada um contribua segundo propôs em seu coração; não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra(...) Ora, aquele que dá a semente para semear e pão para comer, também multiplicará a vossa sementeira, e aumentará os frutos da vossa justiça, para que em tudo enriqueçais, para toda a beneficência, a qual faz com que por nós se dêem graças a Deus.” (II Coríntios 9:6,7,8,10 e 11)

Queremos destacar cinco verdades encontradas neste texto sobre oferta e sobre o princípio de semeadura que envolve o ofertar.

1° Quem semeia pouco colhe pouco! ( II Cor.9:6)

Você já viu alguém plantar 2 hectares de terra e colher sobre 5? Com certeza não! Colhemos de acordo com aquilo que plantamos. É assim que funciona o princípio da semeadura. Muitos querem prosperar mas não semeiam, e quando o fazem ofertam o resto, o que sobra e não o melhor. Quem semeia pouco colhe pouco! Agora, o que é pouco para alguns pode ser muito para outros. Nossa semeadura será considerada a partir da nossa realidade, e o Senhor conhece a realidade de cada um.

2° Somos livres para ofertar! (II Cor.9:7)

Deus nos dá liberdade para decidirmos quanto vamos dar. A decisão de quanto devemos ofertar deve ser tomada em oração, buscando a orientação do Espírito Santo; perguntando ao Senhor: Quanto devo dar? Quando ofertamos por emoção ou por pressão podemos nos arrepender depois. Aí nossa oferta não terá valor como semente.

3° Devemos ofertar com alegria! (II Cor.9:7)

Não há nada errado em ofertarmos pensando naquilo que vamos colher. A Palavra de Deus nos dá o direito de ofertarmos e esperarmos os frutos da nossa semeadura. Nenhum agricultor planta e esquece do que plantou. Todo aquele que semeia espera colher de acordo com o que plantou. No entanto, o Senhor espera que a nossa fidelidade nas ofertas seja exercida com alegria. Devemos nos sentir felizes por estarmos semeando no Reino de Deus, contribuindo para que a obra do Senhor prossiga.

4° Deus nos dá a semente! (II Cor.9:10)

Já dissemos neste estudo que Deus não pede nada que não temos, ou que não tenha nos dado antes. Veja que benção: O Senhor mesmo nos dá a semente para semearmos. Interessante que o texto nos diz que ele dá a semente para semearmos e o pão para comermos.Por que será que o Senhor fala sobre pão num momento em que o assunto não é comida? É por que, infelizmente, muitos comem o pão e a semente! Pão é para comer, semente para semear. Não coma a sua semente. Deus lhe deu para que você a semeie. Você tem semeado a semente que recebe do Senhor? Tem demonstrado fidelidade em suas ofertas?

5° Deus multiplicará nossa oferta! (II Cor.9:10)

Pode ter certeza: Deus irá honrar sua fidelidade em ofertar. Poderíamos citar muitos testemunhos concernentes à esta verdade, mas queremos apenas destacar o fato de que o Senhor é aquele que multiplica a nossa semente. No evangelho de Marcos lemos que isso pode acontecer à base de 30,60 ou até 100 vezes mais. (Marcos 4:8) A Palavra de Deus nos informa que Deus abençoou Isaque multiplicando a sua semeadura 100 vezes mais: “Naquele ano Isaque fez plantações ali e colheu cem vezes mais do que semeou.” (Gênesis 26.12)


       Que o Senhor nos conceda graça e misericórdia a fim de permanecermos fies à Ele em todo o nosso caminhar.

domingo, 8 de junho de 2014

FIDELIDADE GERA PROSPERIDADE!

    1.    O que podemos entender por “prosperidade”, de acordo com a Bíblia?
    2.    É pecado ser rico?
    3.    De acordo com a Bíblia, como podemos ser prósperos?

       Quando dizemos prosperidade, não estamos nos referindo apenas ao aspecto financeiro. O termo “prosperidade” na Bíblia refere-se ao todo. Ser próspero no sentido bíblico é ser bem sucedido em todas as áreas da nossa vida. Nos nossos relacionamentos, em nossa vida familiar, profissional, financeira, etc.

       Foi com este sentido que o Senhor disse a Josué: “Não se aparte da sua boca o livro desta lei, antes medita nele dia e noite; para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo o que nele está escrito, porque então farás prosperar o teu caminho...” (Josué 1:8)

Ao dizer estas palavras a Josué, o Senhor estava afirmando que ele seria bem sucedido em tudo o que fizesse; e assim aconteceu, pois este era o desejo de Deus para com Josué, assim como o é também para nós.

1. PROSPERIDADE – DESEJO DE DEUS!

       Quando falamos em prosperidade financeira, a primeira coisa que precisamos entender é que Deus quer que sejamos prósperos! A Palavra de Deus afirma esta verdade: Gálatas 3:13 e 14

       A benção de Abraão a que o apóstolo Paulo se refere no texto acima, inclui, além de uma grande descendência, riquezas e bênçãos espirituais. Quando lemos a história de Abraão, vemos que Deus o abençoou em todos os sentidos.O mesmo vale para nós. A benção de Abraão está sobre a Igreja de Jesus Cristo, aleluia!

       Alguns dizem: “Ah, mas Cristo não tinha onde reclinar a cabeça...devemos viver como ele viveu...o dinheiro é a raiz de todos os males, etc.” Eu mesmo já pensei assim. Ainda prego que devemos viver como Jesus viveu, buscando ser semelhantes a Ele. Mas esta semelhança deve ser buscada no que diz respeito ao caráter. Além do mais, o dinheiro não é a raiz de todos os males, e sim o amor ao dinheiro é que se constitui em um problema. No aspecto material a própria Palavra nos afirma:

“Porque já sabeis a graça do nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, por amor de vós se  fez pobre, para que por sua pobreza vos tornassem ricos!”(II Cor.8:9)

Alguns ainda assim insistem em dizer: “Mas neste texto Paulo está se referindo às riquezas espirituais...” Não mesmo! Quando lemos os capítulos 8 e 9 da segunda carta de Paulo aos Coríntios, constatamos que Paulo estava falando de  ofertas em dinheiro. O assunto destes dois capítulos é dinheiro! Veremos abaixo mais alguns versos destes capítulos.

1.1 Para abençoarmos outros!

Agora vejamos algo muito interessante: Por que Deus deseja que sejamos prósperos? Deus não faz nada sem um propósito. Existe algum propósito no fato do Senhor desejar que sejamos ricos? A própria palavra dele nos responde. Vejamos:

“E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que, tendo sempre tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra.” (II Cor.9:8)

       Deus deseja que sejamos prósperos para praticarmos a generosidade. Ajudar aos necessitados. Somos abençoados para abençoar! No mesmo capítulo nove da sua segunda carta aos coríntios o apóstolo Paulo escreve: “Ele fará com que sejam sempre ricos para que possam dar com generosidade...” (II Cor. 8:11)

1.2  Para pagarmos as nossas contas!

Em segundo lugar, Deus deseja que sejamos prósperos financeiramente para não devermos nada a ninguém! Vejamos o que nos diz a Palavra de Deus: “A ninguém devais nada, a não ser o amor.” (Romanos 13:8)

       A dívida nos prende aos nossos credores. Muitos estão enfermos por causa de dívidas. Não conseguem dormir direito, andam ansiosos porque contraíram dívidas além de suas possibilidades. Outros devem porque os negócios não aconteceram como era esperado. Há muitos motivos para o endividamento, mas as conseqüências são as mesmas: Ansiedade, gente cobrando na porta de casa, por telefone, por e-mail, vergonha por não poder pagar, etc. Não é vontade de Deus que vivamos endividados, por isso ele deseja nos dar em abundância. É claro que devemos ser sábios e fiéis na administração dos recursos que o Senhor coloca em nossas mãos. Principalmente termos cuidado para não assumirmos compromissos financeiros além do que realmente podemos pagar. Mas, o primeiro passo para termos uma vida próspera é crermos que Deus deseja que sejamos prósperos! Você não precisa viver cheio de dívidas, sendo privado de muitas coisas necessárias à sua existência. Deus quer lhe dar em abundância!

2. FIDELIDADE – A CHAVE PARA A PROSPERIDADE!

Deus não apenas deseja que sejamos prósperos, como também nos revela como podemos ser prósperos. Queremos examinar novamente as palavras ditas pelo Senhor no primeiro capítulo do livro de Josué: Josué 1:8. O que Deus está pedindo a Josué é que ele seja fiel. Deus requer fidelidade! E na Bíblia fidelidade está intimamente ligada ao cumprimento da palavra de Deus. Ser fiel é andar conforme a Palavra:

“Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás pois o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração.” (Deuteronômio 6:4 a 6)

Percebeu? Ser fiel a Deus, amá-lo de todo o coração significa guardar as suas palavras em nosso coração, ou seja, viver de acordo com a sua Palavra; agir em conformidade com ela. O Senhor Jesus confirma esta verdade ao dizer: João 14:21 O manifestar-se de Cristo em nós significa a operação do seu poder em nossas vidas, em todas as áreas; inclusive na área financeira. Muitas pessoas confundem salvação com o desfrutar as bênçãos de Deus. Salvação nos livra do pecado e nos dá acesso à presença de Deus e às suas bênçãos. Por isso o apóstolo Paulo diz:

“Bendito seja Deus e Pai do nosso Senhor Jesus Cristo, o qual já nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo Jesus.” (Ef.1:3)


Esta salvação é pela fé. É fruto daquilo que Jesus fez por nós na cruz. (Efésios 2:8). Entretanto, o desfrutar das bênçãos recebidas em Cristo é resultado daquilo que nós fazemos; conseqüência da nossa obediência e fidelidade. Veja com atenção: “Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós; pedireis tudo o que quiserdes e vos será feito.” (João 15:7)

terça-feira, 3 de junho de 2014

"O segredo do poder espiritual!"

"Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes" (Jeremias 33.3)

- A oração é a chave para  manifestação do poder de Deus em nossa vida. Por isso, esta é a área onde enfrentamos as maiores batalhas.

- Há duas vontades em nosso caminhar: A vontade de Deus e a vontade do inimigo. Quando oramos, a vontade de Deus toma conta da nossa vida. Quando deixamos de orar, a vontade do inimigo passa a nos controlar. Quando oramos, somos guiados pelo Espírito de Deus, mas quando não oramos somos guiados pela carne. É bom lembrarmos que os que estão na carne não podem agradar a Deus: Romanos 8.7 e 8.

1. Precisamos dar o primeiro passo!

- Às vezes alguns irmãos pedem a Deus para que os ajude a orar. Precisamos entender que Deus nos ajuda quando oramos! O primeiro passo é nós quem precisamos dar. Temos que nos dispor a orar. Para isso, precisamos ter domínio sobre o nosso corpo: (I Coríntios 9.27)

- O poder está em Deus (Salmo 62.11). Jesus recebeu este poder (Mateus 28.16). E este poder é liberado sobre a nossa vida quando oramos. Não há nada novo. Não outro segredo. Somente a oração nos conduz ao poder de Deus.

2. Não orar é pecado!

- Deixar de orar é pecado: (I Samuel 12.23) Por isso o apóstolo Paulo era um homem de oração e nos exortava a orar: "Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações." (Efésios 1.16); "Por causa disto me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo..." (Efésios 3.14); "Orai sem cessar!" (I Tessalonicensses 5.17)

- A falta de oração começou com a queda do ser humano. Adão, após ter pecado, escondeu-se de Deus. Fugiu da presença de Deus. (Gênesis 3.9 e 10). Podemos nos esconder EM DEUS, que é quando oramos; ou nos esconder DE DEUS, que acontece quando deixamos de orar. Se não temos orado, precisamos pedir perdão a Deus e começarmos um novo momento em nossa vida espiritual, dedicando-nos à oração.

3. Orar faz diferença!

- A oração faz diferença. No salmo 3 podemos constatar isso. O salmista estava enfrentando perseguição e sofrimento. (Vs.1 e 2) Diante desta situação ele clama ao Senhor (Vs.4). Então, ele experimenta o cuidado do Senhor, proteção e benção. (Vs.5 a 8)

4. A oração nos faz permanecer no Senhor!

- Caminhamos em vitória quando permanecemos no Senhor. Em Isaias 40.28 a 31;  o profeta nos ensina sobre a importância de esperarmos em oração. Nossa força natural não é suficiente para permanecermos no Senhor. "Os jovens se cansam" Juventude é sinônimo de força e disposição. mas até mesmo os jovens se cansam. A força natural tem suas limitações. Mas quando esperamos no Senhor nossas forças são renovadas; subimos como águias. As águias permanecem em lugar alto esperando o vento para voarem. Na verdade, elas são levadas pelo vento, usando a própria força do vento para subirem. Assim acontece conosco quando oramos, somos levados pelo vento do Espírito de Deus às alturas, aleluia!



- Perceba no texto de Isaías que "correr" vem antes de "andar". "Correr" traz a ideia de "alcançar". Corremos para alcançar algo. Através da oração corremos para Deus e depois andamos em sua presença; permanecendo nele.