NOSSAS REUNIÕES
Rua Brasília, 347 - Jd. Imá - Campo Grande MS

Domingo: 19:00 - Encontro de Celebração
Terça-feira: 19:00 - Escola Bíblica Novo Tempo
Sexta-feira: 20:00 - Encontro de Oração

Durante a semana nos reunimos nas casas. Querendo participar de alguma célula é só nos enviar um e-mail e estaremos direcionando você. Escreva para: ibnovotempo@live.com






terça-feira, 20 de setembro de 2016


Quem é Jesus?
(Hebreus 3.1 a 3)

- A carta aos Hebreus nos dá uma perspectiva clara sobre a pessoa de Jesus. Ele é a essência de Deus. Por meio d'Ele tudo existe e é sustentado. 

- Os judeus tinham - e ainda tem - uma concepção errada sobre a pessoa de Jesus. Para eles, Jesus era apenas mais um profeta. Mas, por meio de sua obra Jesus revelou-se como o Messias, o filho de Deus. Como exemplo podemos citar a cura do cego de nascença, registrada no evangelho de João, capítulo 9; versos 1 a 21.

- Mas, quem é Jesus? Como a Palavra de Deus responde á esta pergunta? Vejamos:

Jesus é mais que um profeta!

- Considerando que um profeta, no sentido bíblico, é alguém capaz de dar um direcionamento com base na vontade de Deus ao povo, Jesus foi um profeta. Mas, como profeta, Ele foi superior a todos os outros que vieram antes dele. Na verdade, Jesus foi muito mais que um profeta!

- Muitos hoje consideram Jesus apenas como um profeta “superior”. O procuram apenas quando necessitam de alguma orientação ou ajuda. Jesus não deseja ser consultado somente quando precisamos de algum tipo de auxílio. Ele deseja que o busquemos constantemente. Dia após dia. Em todo o tempo e em todos os lugares!

Jesus é o Rei da Glória!

- Fazemos parte do Reino de Deus. Neste reino, Jesus é o nosso rei! Um rei possui autoridade sobre o seu reino e deve ser respeitado por seus súditos.

- Em muitas monarquias hoje o rei ou a rainha são apenas figurativos. Eles não possuem autoridade sobre a vida dos súditos. Um exemplo claro disso é o que acontece no Reino Unido. A rainha Elizabeth é apenas uma figura clássica da monarquia britânica. Quem possui autoridade para governar é o primeiro ministro. Muitos hoje participam de uma igreja, mas consideram Jesus apenas como um rei figurativo. São religiosos, mas não discípulos, súditos do Rei Jesus.

- Ter Jesus como Rei é submeter-se ao seu governo espiritual. É caminhar segundo a sua vontade expressa na palavra de Deus. Quando temos Jesus como o nosso Rei, não prevalece mais o que pensamos ou queremos, mas, como verdadeiros discípulos, buscamos o desejo de Deus; a sua vontade.

domingo, 11 de setembro de 2016


A celebração da Ceia e o desejo de Jesus!
(Lucas 22.14 a 23)

- Jesus estava vivendo os últimos momentos de sua vida terrena. Com certeza, não foram momentos fáceis. Ele sabia que iria ter que morrer e que sua morte seria acompanhada de tortura e muito sofrimento. Nestes momentos difíceis Jesus expressa um desejo: Comer a páscoa com os seus discípulos. Estar em comunhão com eles!

A comunhão fortalece!

- A comunhão, o estar junto, sempre foi o desejo do Pai para os seus filhos. O próprio Jesus declarou: “A fim de que todos sejam um...” (João 17.21)

- A Igreja no primeiro século vivia em comunhão: “E todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum.” (Atos 2.44)

- A comunhão com os irmãos renova as nossas forças e nos ajuda a prosseguir. Sozinho tudo se torna mais difícil. O desejo de deus, expresso nas palavras de Jesus, é que estejamos juntos, caminhando juntos, vencendo juntos!

A comunhão desperta em nós a gratidão!

- Primeiro, relembrando o que Deus fez por nós. Na celebração da Ceia relembramos o sacrifício de Jesus na cruz, através do pão e do vinho (Vs.17 a 20). Isso gera em nós um profundo espírito de gratidão, para que no dia a dia possamos relembrar o que Deus tem feito por nós.

- Em segundo lugar, a comunhão gera em nós também um espírito de gratidão pelos favores que recebemos dos irmãos. E devemos cultivar este espírito. O apóstolo Paulo afirmou: “Em tudo dai graças!” (I Tessalonicenses 5.18).

As dificuldades não devem sufocar o desejo de estarmos juntos!

- Jesus destacou no verso 21: “A mão do traidor está comigo à mesa!” Não obstante a esta realidade, Jesus não deixou de desejar a comunhão com os discípulos.

- Muitas pessoas deixam de ter comunhão com a igreja local, param de frequentá-la, por causa de outras pessoas. Jesus não agiu assim! O traidor estava ali, fazendo parte da comunhão, mas isso não impediu Jesus de participar da comunhão.

Conclusão


Sempre haverá dificuldades para participarmos da comunhão da Igreja. Que haja em nós o mesmo desejo de Jesus: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta páscoa!”.

domingo, 4 de setembro de 2016


O evangelho de Deus nos leva a entender as coisas de Deus!
(Romanos 10.1 a 4)

- “Entender” = Assimilar o propósito de alguma coisa!

- O evangelho de Deus nos leva a entendermos o propósito de Deus para a nossa vida.

- Paulo nos ensina esta verdade ao falar sobre Israel. A nação de Israel foi escolhida por Deus para ser um instrumento de benção para toda a humanidade. (Gênesis 12. 1 a 3) Para que isso acontecesse, Deus abençoou a nação israelita. Não obstante a isso, Israel não desfrutou da bênção de Deus em sua plenitude.

Um povo zeloso com as coisas de Deus!

- Profundamente religiosos. Guardavam as festas ordenadas pelo Senhor: Tabernáculos, Pentecostes e Páscoa. Tinham mais de seiscentos mandamentos para auxiliar na conduta religiosa. Caprichavam nos rituais religiosos.

- Este zelo, infelizmente, transformou-se em orgulho espiritual. Israel começou a se achar melhor do que as outras nações. Confiou em sua justiça própria, ou seja, seriam abençoados porque aquilo que faziam e não pela graça e misericórdia de Deus.

Um povo sem entendimento!

- Entendimento é fundamental em qualquer processo. Para nos relacionarmos com Deus e desfrutarmos integralmente das suas bênçãos precisamos entender a sua vontade. Mais do que isso, precisamos nos submeter à esta vontade.

- Israel não agiu assim! Eles não “se sujeitaram à justiça de Deus!”. Recusaram-se a caminhar segundo a vontade de Deus.

O que aprendemos?

1.    Zelo é importante, mas não é fundamental! Precisamos ser zelosos com as coisas de Deus. oferecer o melhor para Ele. O melhor do nosso tempo, dos nossos bens.
2.    Zelo precisa ser acompanhado de entendimento. Preciso compreender o que Deus realmente quer que eu faça. Qual a sua vontade, o seu propósito para a minha vida. Relacionar-se com Deus é algo inteligente. Precisamos compreender o que fazemos, porque fazemos. Muitos líderes religiosos se aproveitam da falta de entendimento dos fiéis. Passamos a entender melhor a Deus e sua vontade quando nos voltamos para a sua palavra: “A exposição das tuas palavras dá luz, e traz entendimento aos simples.” (Salmo 119.130)
  3. Entendimento precisa ser acompanhado de submissão! Não basta compreendermos o que Deus quer, precisamos estar dispostos a obedecer sua vontade em detrimento da nossa.